<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Zumo Blog: Tecnologia. Opinião. Inteligência. &#187; review</title>
	<atom:link href="http://zumo.uol.com.br/tag/review/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://zumo.uol.com.br</link>
	<description>Tecnologia. Opinião. Inteligência</description>
	<lastBuildDate>Sat, 28 Nov 2009 10:46:16 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.6</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Review: Workstation HP Z600</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/08/14/review-workstation-hp-z600/</link>
		<comments>http://zumo.uol.com.br/2009/08/14/review-workstation-hp-z600/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 17:46:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Nagano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Números enormes]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Zumo Indica]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[hardware]]></category>
		<category><![CDATA[HP]]></category>
		<category><![CDATA[Intel]]></category>
		<category><![CDATA[nehalem]]></category>
		<category><![CDATA[NVidia]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<category><![CDATA[workstation]]></category>
		<category><![CDATA[Xeon 5500]]></category>
		<category><![CDATA[Z600]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://zumo.uol.com.br/?p=16270</guid>
		<description><![CDATA[Mais do que um facelift no modelo do ano passado, a nova workstation HP Z600 é um produto totalmente renovado e que já contam com os novos processadores Intel Xeon da série 5500 "Nehalem" — a mesma família dos Core i7.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-16408" title="HP_Z600_intro4" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_intro4.jpg" alt="HP_Z600_intro4" width="500" height="323" /></p>
<p>O Zumo teve a oportunidade de testar a nova linha de workstations <strong><a href="http://zumo.uol.com.br/2009/05/20/por-dentro-das-novas-workstation-z-da-hp/" target="_blank">HP série Z</a></strong> lançada em maio desse ano. Mais do que uma atualização de modelo, esses  computadores já contam com os novos processadores <strong>Xeon da série 5500</strong> baseadas na plataforma Nehalem, a mesma dos Core i7.</p>
<p><span id="more-16270"></span>Disponível em três modelos, tivemos acesso ao modelo intermediário — o <a href="http://h10010.www1.hp.com/wwpc/br/pt/sm/WF25a/12454-12454-296719-296721-296721-3718663.html?jumpid=in_r4273_br_pt_smb_psg/sb/lobby_workstation_z600_info/20090604" target="_blank"><strong>Z600</strong></a> — que apesar de não ser tão imponente quanto o <strong>Z800</strong>, ele possui o mesmo design industrial (desenvolvido em parceria com a BMW) do seu irmão mais velho e o mais importante — suporte para dois processadores (dual socket) —, ao contrário do seu irmão caçula, o <a href="http://h10010.www1.hp.com/wwpc/br/pt/sm/WF25a/12454-12454-296719-296721-296721-3718668.html?jumpid=in_r4273_br_pt_smb_psg/sb/lobby_workstation_z400_info/20090604" target="_blank">Z400</a>.</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_overview.jpg" rel="lightbox[16270]"><img class="aligncenter size-full wp-image-16274" title="HP_Z600_overview_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_overview_small.jpg" alt="HP_Z600_overview_small" width="500" height="585" /></a></p>
<p>Como é tradição nos produtos da HP, o Z600 é um produto de construção  sólida, com as laterais formadas por painéis de alumínio escovado de <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_espessura.jpg" target="_blank" rel="lightbox[16270]"> 2,5 mm de espessura</a> com dois  vincos  que proporcionam maior rigidez ao conjunto. Além de atraente, o uso desse metal também ajuda a dispersar o calor gerado no seu interior.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-16276" title="HP_Z600_lateral_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_lateral_small.jpg" alt="HP_Z600_lateral_small" width="500" height="397" /></p>
<p>Assim como o Z800, o Z600 vem com <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_alca.jpg" target="_blank" rel="lightbox[16270]">alças</a> na parte de cima do gabinete, o que facilita em muito o transporte de um equipamento até que bem  pesado (de 15 kg a 19 kg, dependendo da configuração) para ser carregado de qualquer jeito. Como medida adicional de segurança, o gabinete possui um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kensington_Security_Slot" target="_blank">slot para trava de segurança</a> <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_key_lock.jpg" target="_blank" rel="lightbox[16270]">padrão Kensington</a> e o acesso ao seu interior ainda pode  ser trancado a chave, como uma porta de carro. De fato, abrir e fechar esse gabinete não poderia ser mais fácil: basta puxar a tranca que a tampa literalmente cai para fora.</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_key_lock.jpg" rel="lightbox[16270]"><img class="aligncenter size-full wp-image-16354" title="HP_Z600_key_lock_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_key_lock_small.jpg" alt="HP_Z600_key_lock_small" width="500" height="376" /></a></p>
<p>Uma curiosidade dessa tampa  é que na sua parte interna possui um <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_board_overview.jpg" target="_blank" rel="lightbox[16270]">diagrama do sistema gravado a laser</a> diretamente no metal. Antes disso utilizavam-se etiquetas que, com o tempo, poderiam se descolar e perder a informação. Outra vantagem dessa solução é que na hora de reciclar o produto a tampa volta mais &#8220;limpa&#8221; no processo, livre de resíduos como etiquetas ou mesmo cola.</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_tampa.jpg" rel="lightbox[16270]"><img class="aligncenter size-full wp-image-16280" title="HP_Z600_tampa_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_tampa_small.jpg" alt="HP_Z600_tampa_small" width="500" height="472" /></a></p>
<p>Se comparado com a Z800, a Z600 tem menos espaço para periféricos, <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_baias.jpg" target="_blank" rel="lightbox[16270]">duas baias internas para discos de 3,5&#8243; e duas baias para unidades de 5,25&#8243;</a> contra quatro e três (respectivamente) do seu irmão maior, proporcionando assim um conjunto ligeriamente mais compacto (17 x 44 x 45 cm — LxAxP)  o que pode pode ser uma mão na roda para aqueles que dispõe de menos espaço na sua área de trabalho.</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_3_41.jpg" rel="lightbox[16270]"><img class="aligncenter size-full wp-image-16308" title="HP_Z600_3_4_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_3_4_small1.jpg" alt="HP_Z600_3_4_small" width="500" height="470" /></a></p>
<p>Seu painel frontal até que é bem simples: Botão de liga/desliga, LED de acesso ao disco e gravador de DVD com função LightScribe e espaço para uma segunda unidade opcional que pode ser adicionada pelo usuário.</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_painel_frontal_a.jpg" rel="lightbox[16270]"><img class="aligncenter size-full wp-image-16311" title="HP_Z600_painel_frontal_a_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_painel_frontal_a_small.jpg" alt="HP_Z600_painel_frontal_a_small" width="500" height="407" /></a></p>
<p>Logo abaixo ficam as portas de comunicação: três USB 2.0, entrada e saída de som e uma porta IEEE 1394 (Firewire). Na versão analisada, esta última estava escondida por baixo de uma tampinha de plástico e dando uma olhada na placa-mãe, notamos que ela está <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_1394.jpg" target="_blank" rel="lightbox[16270]">desabilitada</a>.</p>
<p>Como a maioria dos controles localizando-se na metade inferior do painel frontal, não acredito que esse equipamento tenha sido feito para ficar em locais baixos como no chão ou debaixo da mesa de trabalho. Note também que o Z600 não vem com leitor de cartões de memória flash. Pode se até tentar adaptar um na baia de 5,25&#8243; (existem <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_usb_livres.jpg" target="_blank" rel="lightbox[16270]">3 conectores  USB livres na placa-mãe</a>) ou adquirir o leitor opcional da HP. Mas acredito que nesse caso, um <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/pleomax_card_reader.jpg" target="_blank" rel="lightbox[16270]">leitorzinho de mesa</a> talvez seja a melhor solução.</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_painel_frontal_b.jpg" rel="lightbox[16270]"><img class="aligncenter size-full wp-image-16313" title="HP_Z600_painel_frontal_b_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_painel_frontal_b_small.jpg" alt="HP_Z600_painel_frontal_b_small" width="500" height="440" /></a></p>
<p>Na parte de trás o gabinete a mesma simplicidade que vimos na frente: Porta para teclado e mouse padrão PS/2 (ainda muito popular no mundo corporativo), seis USB 2.0, rede Gigabit Ethernet e som.</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_painel_traseiro.jpg" rel="lightbox[16270]"><img class="aligncenter size-full wp-image-16320" title="HP_Z600_painel_traseiro_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_painel_traseiro_small.jpg" alt="HP_Z600_painel_traseiro_small" width="500" height="321" /></a></p>
<p>Assim como outros desktops corporativos da HP, seu gabinete é do tipo <em>tool-less</em>, ou seja, ele pode ser quase que totalmente desmontado sem o uso de ferramentas e note que todas as travas estão claramente <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_travas.jpg" target="_blank" rel="lightbox[16270]">marcadas com a cor verde</a>. De fato, esse conceito avançou ainda mais no caso da série Z, já que diversos componentes como a <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_conector_fonte.jpg" target="_blank" rel="lightbox[16270]">fonte de alimentação</a>, a <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_conector_sata.jpg" target="_blank" rel="lightbox[16270]">baia de discos rígidos</a> e <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_plug_ventoinha.jpg" target="_blank" rel="lightbox[16270]">alguns ventiladores</a> se conectam ao sitema por meio de plugs e tomadas embutidos no gabinete, o que faz com que boa parte da sua fiação não fique emaranhada e socada dentro do gabinete.</p>
<p>Isso  traz inúmeras vantagens como um interior bem mais organizado, descongestionado e limpo o que também facilita a circulação de ar pelo seu interior. De fato, sem contar a fonte e a placa de vídeo, contei  seis ventoinhas montadas em diversos <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_ventoinha_frontal.jpg" target="_blank" rel="lightbox[16270]">locais no gabinete</a> e, mesmo assim, seu funcionamento é impressionantemente silencioso.</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_lateral_aberta.jpg" rel="lightbox[16270]"><img class="aligncenter size-full wp-image-16285" title="HP_Z600_lateral_aberta_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_lateral_aberta_small.jpg" alt="HP_Z600_lateral_aberta_small" width="500" height="475" /></a></p>
<p>Na minha opinião, uma das inovações mais interessantes da linha Z é o desenho da sua <strong>fonte de 650 watts</strong> (<strong>c0m 85% de eficiência</strong>) que ocupa toda a parte inferior do gabinete. O  Z800 utiliza uma solução semelhante porém montada na parte de cima.</p>
<p>Uma das grandes sacadas dessa solução é seu conceito modular, que permite sua remoção como se fosse um cartucho de toner de impressora.</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_fonte_gaveta.jpg" rel="lightbox[16270]"><img class="aligncenter size-full wp-image-16330" title="HP_Z600_fonte_gaveta_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_fonte_gaveta_small.jpg" alt="HP_Z600_fonte_gaveta_small" width="500" height="334" /></a></p>
<p>Além disso, seu desenho na forma de duto possui dois ventiladores frontais que puxam o ar diretamente de fora, forçando a sua passagem pelo interior da fonte e saindo por trás junto com o calor gerado pelo seu circuito. Se comparado com as fontes convencionais, essa solução é bem mais eficiente já que ela não utiliza o ar (já meio aquecido) do interior do gabinete para resfriar o seu próprio circuito.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-16331" title="HP_Z600_fonte_front" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_fonte_front.jpg" alt="HP_Z600_fonte_front" width="500" height="487" /></p>
<p>Outra vantagem é que no caso de pane, ela pode ser facilmente substituída por qualquer pessoa sem o risco de errar nas ligações na fonte. E para facilitar as coisas, ela dispõe de um procedimento de auto-teste que funciona da seguinte maneira:</p>
<p>Com a fonte fora da workstation, liga-se a mesma na tomada. Se o LED de estado acender, tudo OK. Caso contrário, a fonte pode estar com algum problema e precisa ser trocada. Trata-se de um procedimento simples e que pode poupar horas ou até mesmo dias de trabalho parado.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-16332" title="HP_Z600_fonte_diag" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_fonte_diag.jpg" alt="HP_Z600_fonte_diag" width="500" height="304" /></p>
<p>Falando nisso, a baia de discos rígidos SATA 300 também funciona no sistema de gaveta:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-16335" title="HP_Z600_HD_gaveta" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_HD_gaveta.jpg" alt="HP_Z600_HD_gaveta" width="500" height="292" /></p>
<p>O modelo analisado veio equipado com dois discos Seagate Barracuda 7200.11 de 500 GB cada que podem ser configurados em RAID 0,1, 5 ou 10. A HP oferece opcionalmente um controlador SAS com quatro  portas LSI 3041E SAS/SATA  com suporte para RAID 0, 1 ou 10.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-16336" title="HP_Z600_HD_500GB" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_HD_500GB.jpg" alt="HP_Z600_HD_500GB" width="500" height="378" /></p>
<p>Curiosamente a placa-mãe do Z600 ainda vem com interface de disco flexível (ainda oferecido como opcional), que acredito que ainda possa ser usado nua situação de contingência onde seja necessário instalar um driver de dispositivo mais exótico ou mesmo atualizar uma BIOS pelo disquete.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-16339" title="HP_Z600_EIDE" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_EIDE.jpg" alt="HP_Z600_EIDE" width="500" height="375" /></p>
<p>Apesar do Z600 ser um sistema dual-socket (aceita dois processadores físicos) o modelo analisado por este Zumo veio com apenas um processador instalado: um <a href="http://www.intel.com/p/en_US/products/server/processor/xeon5000" target="_blank"><strong>Intel Xeon X5770</strong></a>, um chip quadcore de 45 nm, 2,93 GHz, 8 MB de cache L2 e TDP de 95 watts. Ao contrário de seus antecessores esse chip não possui barramento frontal (em MHz) e sim conexões QuickPath de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Megatransfer" target="_blank">6,4 GT/s</a>. Para a Z600 a HP também oferece opções de<a href="http://www.intel.com/p/en_US/products/server/processor/xeon5000/specifications" target="_blank"> processadores Xeon</a> E5504, E5506, E5520, E5530, E5540, E5550 e E5560 com clocks variando de 2,0 a 2,66 GHz.</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_CPUs.jpg" rel="lightbox[16270]"><img class="aligncenter size-full wp-image-16356" title="HP_Z600_CPUs_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_CPUs_small.jpg" alt="HP_Z600_CPUs_small" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Como esses novos chips baseados   Nehalem vem com seu próprio gerenciado de memória integrado, ao remover a <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_memory_cooler.jpg" target="_blank" rel="lightbox[16270]">peça de plástico</a> localizada acima do processador (que força a circulação de ar pelos pentes de memória) podemos ver dois bancos de memória RAM (um para cada processador). Acredito que a opção por três slots por banco (<a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/wk_hp_z800_memo_cooler3.jpg" target="_blank" rel="lightbox[16270]">contra seis do Z800</a>) seja mais uma questão de economia de espaço, ou seja, não adianta colocar mais memória nos slots &#8220;CPU1-DIMMx&#8221; sem instalar o segundo processador.</p>
<p>O modelo analisado veio com três pentes de 2 GB de SDRAM DDR3 de 1.333 MHz, totalizando 6 GB.</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_memory.jpg" rel="lightbox[16270]"><img class="aligncenter size-full wp-image-16360" title="HP_Z600_memory_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_memory_small.jpg" alt="HP_Z600_memory_small" width="500" height="247" /></a></p>
<p>Como era de se esperar, o Z600 é bem servido de slots de expansão. A partir da esquerda: dois PCI, uma PCIe2 x16, uma PCIe x8, outra PCIe2 x16 e uma PCIe2 x8. Aparentemente esse sistema não oferece suporte para Crossfire nem para LSI e o uso de placas que demandem uma entrada de energia direto da fonte está limitado a uma por causa de uma simples <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_Grapic_card_cable.jpg" target="_blank" rel="lightbox[16270]">limitação técnica</a> (literalmente falando).</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_slots.jpg" rel="lightbox[16270]"><img class="aligncenter size-full wp-image-16363" title="HP_Z600_slots_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_slots_small.jpg" alt="HP_Z600_slots_small" width="500" height="349" /></a></p>
<p>A HP oferece um amplo leque de opções de placas de vídeo tanto da ATI quanto da NVidia, a saber:</p>
<ol>
<li><strong>3D profissional</strong>: NVIDIA Quadro NVS 295 (256 MB), NVIDIA Quadro NVS 450 (512 MB).</li>
<li><strong>3D de entrada</strong>: NVIDIA Quadro FX 380 (256 MB), ATI FirePro V3700 (256 MB), NVIDIA Quadro FX 580 (512 MB).</li>
<li><strong>3D de nível médio</strong>: NVIDIA Quadro FX 1800 (768 MB), ATI FirePro V5700 (512 MB).</li>
<li><strong>3D High-end</strong>: NVIDIA Quadro FX 3800 (1 GB), ATI FirePro V7750 (1 GB), NVIDIA Quadro FX 4800 (1.5 GB), NVIDIA Quadro CX (1.5 GB).</li>
</ol>
<p>Vale a pena lembrar que, no caso das workstations, o mais importante nesse caso é a garantia de compatibilidade com maior número de aplicações gráficas/profissionais do mercado. No caso da HP, ela conta com as certificações da <a href="http://www.hp.com/latam/br/pyme/produtos/desktops_workstations/autodesk.html?jumpid=in_r4273_br_pt_smb_psg/sb/lobby_workstation_autodesk/20090422" target="_blank">AutoDesk</a>, <a href="http://www.hp.com/latam/br/pyme/servicios/certificados/mcad01.html?jumpid=in_r4273_br_pt_smb_psg/sb/lobby_workstation_certificacionesMCAD/20090422" target="_blank">MCAD</a> e <a href="http://www.hp.com/latam/br/pyme/servicios/certificados/dme_certification_status.html?jumpid=in_r4273_br_pt_smb_psg/sb/lobby_workstation_certificacionesDME/20090422]" target="_blank">DME</a>.</p>
<p>No nosso caso, o Z600 veio com uma placa de vídeo de médio porte — uma <strong>NVIDIA <a href="http://www.nvidia.com/object/product_quadro_fx_1800_us.html" target="_blank">Quadro FX 1800</a></strong> — por sina,l <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_NVIDIA_FX1800_sn.jpg" target="_blank" rel="lightbox[16270]">fabricada especialmente para a  HP</a>. Ela vem com 768  MB de RAM GDDR3 e suporte para resoluções de até 2.560 x 1.600 pixels. Ela é compatível com as tecnologias Shader Model 4.0 , OpenGL 3.0, MS DirectX 10 e <a href="http://www.nvidia.com/object/cuda_home.html#" target="_blank">NVIDIA CUDA</a>. Seu consumo máximo fica em torno de 59 watts.</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_NVIDIA_FX1800.jpg" rel="lightbox[16270]"><img class="aligncenter size-full wp-image-16370" title="HP_Z600_NVIDIA_FX1800_SMALL" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_NVIDIA_FX1800_SMALL.jpg" alt="HP_Z600_NVIDIA_FX1800_SMALL" width="500" height="376" /></a></p>
<p>O legal dessa placa é que ela já vem com duas saídas DisplayPort e uma DVI que pode ser ligada num monitor com interface SVGA por meio de um adaptador (não incluso). Observe, porém, que apenas duas delas podem ser usadas ao mesmo tempo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-16371" title="HP_Z600_NVIDIA_FX1800_connectors" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_NVIDIA_FX1800_connectors.jpg" alt="HP_Z600_NVIDIA_FX1800_connectors" width="500" height="209" /></p>
<h2><span style="text-decoration: underline;">Sob testes</span></h2>
<p>O Z600 analisado por este Zumo veio da HP equipado com o Windows Vista Business de 32 bits e, por causa disso, a primeira coisa que vi foi o Índice de experiência do Windows:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-16379" title="HP_Z600_Vista_Exp_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_Vista_Exp_small.jpg" alt="HP_Z600_Vista_Exp_small" width="500" height="155" /></p>
<p>Uma coisa que notamos no gerenciador de tarefas é que o processador X5570 não estava com o recurso de HT habilitado. Por causa disso a maioria dos testes baseados em multiprocessamento trabalharam apenas com quatro threads em vez de oito.</p>
<p>Nos testes realizados, o <strong>Z600 Deluxe</strong> bateu <strong> 184  pontos</strong> no <strong>Sysmark 2007 Preview 1.05</strong>, <strong> 10.921 pontos</strong> no <strong>PCMark 2005</strong>, <strong>6.982 pontos</strong> no <strong>PCMark Vantage</strong>, <strong>8.078 pontos</strong> no <strong>3DMark 2006</strong> e <strong>4.027 Pontos</strong> no <strong>3DMark Vantage</strong>. No <strong>AutoGK 2.45</strong> o Z600 levou aproximadamente <strong>45m56s</strong> para transformar um filme em DVD para um arquivo AVI de 700 MB. O processo oposto (criar uma imagem de DVD a partir de três arquivos de vídeo) feito com o <strong>DVDFlick 1.3.0.6</strong> foi de <strong>1h45m56s utilizando um thread</strong> e <strong>58m31s com quatro threads</strong>.</p>
<p>Nos testes de renderização com o <strong>Cinebench 9.5</strong> o sistema obteve <strong>639 CB-CPU</strong> (single CPU) e <strong>2.102</strong> CB-CPU (multiple CPU), um ganho de 3,29 vezes no modo multiprocessado. No <strong>Cinebench 10</strong> os resultados foram ainda ainda: <strong>3.661 CB-CPU (Single CPU) </strong>e <strong>13.088 CB-CPU</strong> (Multiple CPU), um ganho de 4,0 vezes.</p>
<p>Aproveitamos para fazer alguns testes específicos de OpenGL como o <strong>LightMark 2008</strong>:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-16382" title="HP_Z600_LightMark_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_LightMark_small.jpg" alt="HP_Z600_LightMark_small" width="500" height="297" /></p>
<p>O <a href="http://www.spec.org/gwpg/gpc.static/vp10info.html" target="_blank"><strong>SpecViewPerf 10</strong></a>:</p>
<ul>
<li style="text-align: left;"><strong>3dsmax-04 -  132.77 </strong></li>
<li style="text-align: left;"><strong>catia-02 -  97.58 </strong></li>
<li style="text-align: left;"><strong>maya-02 -  110.14 </strong></li>
<li style="text-align: left;"><strong>proe-04 -  87.11 </strong></li>
<li style="text-align: left;"><strong>sw-01 -  139.43 </strong></li>
<li style="text-align: left;"><strong>tcvis-01 -  32.65</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: left; ">E finalmente, o notório SuperPi do David Lopes:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-16383" title="HP_Z600_SuperPI_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/HP_Z600_SuperPI_small.jpg" alt="HP_Z600_SuperPI_small" width="296" height="277" /></p>
<p>Para um equipamento que rodou todos os testes com um handcap de menos 4 threads — ou seja, literalmente com um pé nas costas — o Z600 até que se saiu muito bem com desempenho muito próximo do obtido com a placa-mãe <a href="http://zumo.uol.com.br/2009/03/30/review-placa-mae-asus-p6t-deluxe-desempenho/" target="_blank"><strong>ASUS P6T Deluxe</strong></a> com todos os acompanhamentos e processador Core i7 965 Extreme acelerado a  3,65 GHz. Assim, fico imaginando o estrago que essa máquina pode fazer com dois processadores instalados rodando oito threads cada.</p>
<p>Com o preço em torno de  R$ 8 mil (dependendo da configuração desejada) a Workstation Z600 é um produto de nicho, especialmente voltado para o mercado profissional e que, como tal, valoriza certos fatores que alguns  nem levam muito a sério como estabilidade, confiabilidade e total compatibilidade com os aplicativos do  mercado.</p>
<p>Sob esse ponto de vista o Z600 é uma plataforma muito interessante porque ele combina um impressionante desenho industrial, capacidade de processamento e confiabilidade num conjunto relativamente compacto, não maior que um desktop de linha. Mas por causa disso, ele teve que abrir mão de um pouco de sua capacidade de expansão — em especial no número de periféricos — o que de um certo modo passa mais uma sensação de preservação de investimento do que algo realmente prático. Algo como aquelas últimas placas-mãe ATX com um slot AGP + cinco PCIs, ou seja, o usuário pode nem sabe o que vai fazer com tanto slot livre (já que hoje  tudo já vem integrado na placa-mãe), mas ele se sente melhor só de  saber que elas estão lá no caso de qualquer eventualidade. <img src='http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<blockquote><p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: left;"><img title="logo-zumoindica" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/logo-zumoindica.jpg" alt="logo-zumoindica" width="311" height="189" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p><strong>Resumo: Workstation HP Z600</strong></p>
<p><strong>O que é isso?</strong> Estação de trabalho para uso profissional.<br />
<strong>O que é legal?</strong> Belíssimo desenho industrial, plataforma realmente nova, suporte para dois processadores Xeon &#8220;Nehalem&#8221;.<br />
<strong>O que é imoral?</strong> Leitor de DVD e controles localizados na parte central do gabinente não fazem desse modelo o melhor para ser deixado no chão ou debaixo da mesa.<br />
<strong>O que mais?</strong> Boa capacidade de expansão, não aceita placas de vídeo em SLI ou Crossfire.<br />
<strong> Avaliação: </strong>9,0 (de 10).<strong> <a href="../../2009/03/2009/03/2009/02/2009/01/2009/01/entenda-nosso-sistema-de-pontuacao-para-reviews/" target="_blank">Entenda nosso novo sistema de avaliação</a>.</strong><br />
<strong>Preço sugerido:</strong> Em torno de  R$ 8.000 (versão analisada <strong>R$ 6.300</strong>)<br />
<strong>Onde encontrar:</strong> <em><a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://br.asus.com/');" href="http://h10010.www1.hp.com/wwpc/br/pt/sm/WF05a/12454-12454-296719-296721-296721-3718663.html" target="_blank">hp.com.br</a></em></p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://zumo.uol.com.br/2009/08/14/review-workstation-hp-z600/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>14</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Zumo estreia Zumo Indica</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/07/19/zumo-estreia-zumo-indica/</link>
		<comments>http://zumo.uol.com.br/2009/07/19/zumo-estreia-zumo-indica/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 21:43:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Os donos da casa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Lab Notes]]></category>
		<category><![CDATA[Números enormes]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<category><![CDATA[zumo]]></category>
		<category><![CDATA[Zumo Indica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://zumo.uol.com.br/?p=15096</guid>
		<description><![CDATA[Este Zumo resolveu botar ordem na casa e classificar os reviews com excelentes avaliações em uma nova categoria, chamada Zumo Indica. São os produtos que testamos (e, muitas vezes, dissecamos) e que têm notas muito, muito boas, que merecem destaque especial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-15081 aligncenter" title="logo-zumoindica" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/logo-zumoindica.jpg" alt="logo-zumoindica" width="311" height="189" /></p>
<p>Estamos num mundo de comparações, certo? Então, por que não dizer quem é melhor que a média e dar um bom destaque para isso?</p>
<p><span id="more-15096"></span></p>
<p>Este <strong>Zumo</strong> resolveu botar ordem na casa e classificar os reviews com excelentes avaliações em uma nova categoria, chamada<strong> </strong><a href="http://zumo.uol.com.br/category/zumo-indica/" target="_self"><span style="color: #ff9900;"><strong>Zumo Indica</strong></span></a>. São os produtos que testamos (e, muitas vezes, dissecamos) e que têm notas muito, muito boas, que merecem destaque especial.</p>
<p>Mas, como vocês sabem, não é qualquer produto que merece um selo<a href="http://zumo.uol.com.br/category/zumo-indica/" target="_self"> <span style="color: #ff9900;"><strong>Zumo Indica</strong></span></a> colado na ficha técnica do seu review. Separamos os produtos testados desde o começo de 2009 desde o momento que iniciamos<strong> <a href="http://zumo.uol.com.br/entenda-nosso-sistema-de-pontuacao-para-reviews/" target="_self">nossa nova metodologia de avaliação</a></strong>, criada/adaptada pelo Nagano em janeiro (alguns reviews retroativos a janeiro/2009 estão sendo alterados também). Todo mundo que levar uma<strong> nota 8</strong> ou superior (e, confesso, é difícil atribuir uma nota dessas) entra automaticamente nessa nova categoria do Zumo.</p>
<p>O <a href="http://zumo.uol.com.br/category/zumo-indica/" target="_self"><span style="color: #ff9900;"><strong>Zumo Indica</strong></span></a> é também um jeito de reconhecermos a excelência dos produtos vendidos no mercado brasileiro e incentivar a criação de melhores produtos para o nosso consumidor. Então, o que está fazendo aqui ainda? Vá à página do  <a href="http://zumo.uol.com.br/category/zumo-indica/" target="_self"><span style="color: #ff9900;"><strong>Zumo Indica</strong></span></a> e descubra quem merece sua compra.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://zumo.uol.com.br/2009/07/19/zumo-estreia-zumo-indica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Notas da Zumo-caverna: entendendo as cores dos WD Caviar</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/05/18/notas-da-zumo-caverna-entendendo-as-cores-dos-wd-caviar/</link>
		<comments>http://zumo.uol.com.br/2009/05/18/notas-da-zumo-caverna-entendendo-as-cores-dos-wd-caviar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 May 2009 08:44:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Nagano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lab Notes]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[computação verde]]></category>
		<category><![CDATA[disco rÃ­gido]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>
		<category><![CDATA[Western Digital]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://zumo.uol.com.br/?p=12216</guid>
		<description><![CDATA[Fizemos alguns testes com os novos discos rígidos de 1 terabyte baseados em "cores" da Western Digital para ver como eles se comportam no consumo de energia e desempenho. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-12218 aligncenter" title="wd_1tb_colors" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/wd_1tb_colors.jpg" alt="wd_1tb_colors" width="500" height="318" /></p>
<p style="text-align: left;">Em abril, <a href="http://zumo.uol.com.br/2009/04/14/western-digital-somos-uma-empresa-de-armazenamento/" target="_self">descobrimos</a> que a Western Digital desenvolveu uma nova estratégia de identificação de seus produtos baseada em cores: <span style="color: #339966;"><strong>Verde</strong></span> para os produtos mais voltados para economia de energia, <strong><span style="color: #0000ff;">Azul</span></strong> para os modelos de linha para a chamada computação do dia a dia e o <strong>Preto</strong> voltado para desempenho, mas não no nível dos impressionantes <a href="http://zumo.uol.com.br/2008/09/08/review-western-digital-velociraptor-300-gb/" target="_blank">Velociraptors</a>.</p>
<p style="text-align: left;">Eu particularmente achei essa estratégia meio confusa, porque imagino que o desejo de todo mundo seja de um disco com bom desempenho e que seja econômico, e isso sem falar como um disco &#8220;meio-termo&#8221; como o azul se encaixaria nesse contexto.</p>
<p style="text-align: left;">Pensando nisso, surgiu a idéia de colocar esse discos lado a lado para ver como eles se comportam em termos de desempenho e consumo de energia.</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-12216"></span></p>
<p style="text-align: left;">Para ajudar a organizar as minhas idéias e a dos leitores, eu montei uma pequena tabela de características que pode servir de ponto de partida para entendermos essa estratégia de cores:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-12738 aligncenter" title="wd_tcs_hds" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/wd_tcs_hds.jpg" alt="wd_tcs_hds" width="500" height="254" /></p>
<p style="text-align: left;">A partir dessa tabela podemos começar observar algumas diferenças interessantes:</p>
<p style="text-align: left;">O <strong>Caviar Green</strong> foi o primeiro produto da casa a ser chamado de um produto &#8220;ecologicamente correto&#8221; devido às suas interessantes tecnologias inteligentes que otimizam o movimento de busca de informações no disco (diminuindo assim o movimento das cabeças de leitura e gravação), além da rotação do motor ser variável de acordo com a carga de trabalho e é o modelo com a maior capacidade de armazenamento da linha (2 TB). Com isso, a empresa afirma que o Green é capaz de consumo de 4 a 5 watts a menos se comparado com um disco convencional de desktop. Some isso à sua grande capacidade de armazenamento e temos uma solução interessante para a montagem de PCs de baixo consumo de energia ou mesmo de soluções de NAS ou discos externos para PCs. De fato, todos os discos externos da empresa como os <a href="http://zumo.uol.com.br/2008/11/04/hands-on-western-digital-mybook-mirror-2-terabytes/" target="_blank">MyBook</a> utilizam discos Green.</p>
<p style="text-align: left;">O <strong>Caviar Blue</strong> por sua vez, parece ser o produto de massa da empresa mais voltados para integradores montarem seus PCs de linha. O que me chamou a atenção dessa linha de discos é que ela está disponível no máximo na versão de 750 GB e 16 MB de cache, bem abaixo dos modelos Green e Black, o que me leva a especular que eles possam ser negociados a preços bastante agressivos para os canais de distribuição. O Blue também pode ser a única opção de upgrade para aqueles que ainda utilizam discos IDE/PATA, em especial PCs mais antigos e aplicações mais específicas como set-top boxes.</p>
<p style="text-align: left;">Para aqueles que querem ter um disco mais veloz — como profissionais de vídeo, gamers e entusiastas — a linha <strong>Black </strong>é a sugestão da empresa por oferecer 32 MB de cache de disco eotimizações para trabalhar com mais eficiência com sistemas multiprocessados. A fabricante afirma que os discos Black passam por testes de mais rígidos de validação, de modo que ela oferece uma garantia de 5 anos para esse produto contra 3 da linha Green e Blue, ou seja, seu hardware é mais confiável (uia!).</p>
<p style="text-align: left;">Uma pergunta que pode passar pela cabeça de algum leitor é saber como o Velociraptor se encaixa nesse contexto. Segundo o pessoal da WD <em><strong>que fez questão de bater um fio de lá dos EUA para este Zumo só para tirar nossas dúvidas </strong>(thanks Ron!</em>) apesar de possível, o Velociraptor não deve ser considerado um produto de consumo voltado para desktops e sim para aplicações corporativas que justifiquem — ou melhor, demandem — o uso de um disco caro pra dedéu mais voltado para desempenho do que capacidade de armazenamento propriamente dito  (300 GB contra 1 TB do Black).</p>
<p style="text-align: left;">Com a parte teórica mais ou menos esclarecida, vamos para o que interessa:</p>
<p style="text-align: left;">Infelizmente, a Western Digital só teve condições de nos enviar dois discos para esse teste: um Caviar Green e um Black, ambos de 1 TB. Apesar de sentir falta do Blue, acredito que esse comparativo ainda é viável. Afinal,  o Blue não está disponível acima de 750 GB e seu desempenho poderia ser influenciado pela maneira como a informação está gravada fisicamente no disco. Pelo menos no caso do Green e do Black avaliamos discos de mesma capacidade e quantidade de memória cache.</p>
<p style="text-align: left;">Com o objetivo de isolar (na medida do possível) o consumo dos discos, instalamos os mesmos num gabinete de disco externo com porta e-SATA e medimos o consumo de energia a partir do seu adaptador de rede elétrica e realizamos todos os testes desse modo:</p>
<p style="text-align: left;">Primeiro os testes com o HD Tune 2.55 com o Caviar Green:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-12741 aligncenter" title="wd_green_1024_hdtune_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/wd_green_1024_hdtune_small.jpg" alt="wd_green_1024_hdtune_small" width="500" height="400" /></p>
<p style="text-align: left;">Depois o Caviar Black:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-12743 aligncenter" title="wd_black_1024_hdtune_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/wd_black_1024_hdtune_small.jpg" alt="wd_black_1024_hdtune_small" width="500" height="399" /></p>
<p style="text-align: left;">Esses resultados mostram que realmente — nas mesmas condições — o Caviar Black oferece melhor desempenho geral que o Green, principalmente nas taxas de transferência mínima e média. Note que, na taxa de transferência máxima, o Green conseguiu um resultado muito próximo do Black, o que confirma a informação do pessoal da WD de que o disco Green não é apenas um modelo mais lento.</p>
<p style="text-align: left;">Note nos gráficos acima o ícone de temperatura, que mostra o Green (29 graus Celsius) trabalhando bem mais abaixo do Black (46 graus Celsius).</p>
<p style="text-align: left;">Para os testes de consumo de energia, usei o HD Tach, que possui um modo completo que faz tanto os testes de leitura quanto de gravação por todo o disco, o que pode levar horas. Ao analisar os resultados abaixo é interessante notar que a metade inicial do gráfico mostra o consumo do disco nos testes de leitura e lá pela metade do gráfico veremos um &#8220;salto abrupto&#8221; no consumo que indica o início dos testes de gravação.</p>
<p style="text-align: left;">Inicialmente, os testes com Caviar Green:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/wd_green_1024_hdtach_long_watts.jpg" rel="lightbox[12216]"><img class="size-full wp-image-12747 aligncenter" title="wd_green_1024_hdtach_long_watts_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/wd_green_1024_hdtach_long_watts_small.jpg" alt="wd_green_1024_hdtach_long_watts_small" width="500" height="251" /></a></p>
<p style="text-align: left;">E depois com o Caviar Black:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/wd_black_1024_hdtach_long_watts.jpg" rel="lightbox[12216]"><img class="size-full wp-image-12748 aligncenter" title="wd_black_1024_hdtach_long_watts_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/wd_black_1024_hdtach_long_watts_small.jpg" alt="wd_black_1024_hdtach_long_watts_small" width="500" height="250" /></a></p>
<p style="text-align: left;">O que podemos ver nesses gráficos é que o Green realmente é realmente mais econômico, consumindo menos de 9,0 watts nos testes de leitura e um máximo de 9,7 watts no modo gravação. No caso, o Black o consumo manteve-se numa faixa em torno dos 11 watt com picos de consumo de 11,3 watts no modo de gravação e baixas de até 10,5 watts no modo de leitura.</p>
<p style="text-align: left;">Pelo que posso concluir dessas medições é que esse papo de cores não é só papo de marketeiro. <img src='http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://zumo.uol.com.br/2009/05/18/notas-da-zumo-caverna-entendendo-as-cores-dos-wd-caviar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Review: placa-mãe Gigabyte GA-G31M-ES2C</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/05/12/review-motherboard-gigabyte-ga-g31m-es2c/</link>
		<comments>http://zumo.uol.com.br/2009/05/12/review-motherboard-gigabyte-ga-g31m-es2c/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 May 2009 20:55:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Nagano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Gigabyte]]></category>
		<category><![CDATA[Intel]]></category>
		<category><![CDATA[placa-mÃ£e]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://zumo.uol.com.br/?p=12287</guid>
		<description><![CDATA[Preciso reconhecer que gosto muito dos modelos intermediários do tipo "tudo-em-um" onde o usuário só precisa de um processador, memória, disco e fonte para botar um PC no ar mantendo algum potencial de upgrade futuro. Esse é o caso da nova placa-mãe GA-G31M-ES2C da Gigabyte, que passou um tempo aqui neste Zumo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-12289 aligncenter" title="ga31m_intro" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/ga31m_intro.jpg" alt="ga31m_intro" width="500" height="277" /></p>
<p style="text-align: left;">Todo entusiasta gosta de uma placa-mãe cheia de recursos e acessórios, mas preciso reconhecer que também gosto muito dos modelos intermediários do tipo &#8220;tudo-em-um&#8221; onde o usuário só precisa de um processador, pente de memória, disco e uma fonte para botar um PC para funcionar e que mantém algum potencial de upgrade futuro. Esse é o caso da nova placa-mãe <strong>GA-G31M-ES2C</strong> da Gigabyte, que passou um tempo aqui neste <strong>Zumo</strong>.</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-12287"></span></p>
<p style="text-align: left;">Baseado no chipset <strong>Intel G31 Express + ICH7</strong>, a GA-G31M é uma placa micro-ATX de apenas 24,4 x 19,4 cm (LxA) bem acabada e, como podemos ver abaixo, seu espaço é bem aproveitado com seus diversos componentes distribuídos de maneira lógica, ou seja, parecem estar onde a gente esperaria que estivessem.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/ga31m_geral.jpg" target="_blank" rel="lightbox[12287]"><img class="size-full wp-image-12291 aligncenter" title="ga31m_geral_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/ga31m_geral_small.jpg" alt="ga31m_geral_small" width="500" height="418" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Como outros produtos da casa, ela segue a tendência de utilizar <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/ga31m_vrm.jpg" target="_blank" rel="lightbox[12287]">capacitores de estado sólido e VRMs com núcleo de ferrite</a> que proporcionam  maior durabilidade mesmo quando submetida a temperaturas elevadas. Ela conta com o chamado <a href="http://www.gigabyte.com.tw/FileList/WebPage/mb_081226_dualbios/tech_081226_dualbios.htm" target="_blank"><strong>Dual-BIOS</strong></a>, um sistema de backup de BIOS que pode entrar em ação caso a principal sofra algum tipo de dano.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-12293" title="ga31m_dual_biosa" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/ga31m_dual_biosa.jpg" alt="ga31m_dual_biosa" width="500" height="307" /></p>
<p style="text-align: left;">A placa apresenta um bom conjunto de interfaces, combinando elementos novos e legados que alguém sempre pode sentir falta algum dia. Por exemplo, entre as novidades estão o suporte para dois pentes de memória DDR2 800 (ou até 1.066 MHz num overclock)  em dual-channel e compatibilidade com os processadores Intel Core 2 Duo de 45 nm (codinome Penryn) e seus antecessores como os Core 2 Duo e  Quad, Extreme, Pentium D, Pentium 4 e até Celeron com soquete LGA 775.</p>
<p style="text-align: left;">Seu sistema de áudio HD é de 8 canais (ou mais exatamente 7.1) com chip Realtek ALC883, oito portas USB 2.0 (metade interna), aceleradora gráfica integrada Intel GMA X3100 (com suporte para DirectX 10, shader model 4.0 e OpenGL 2.0) e quatro portas SATA 300 com NCQ.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-12301 aligncenter" title="ga31m_sata_a" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/ga31m_sata_a.jpg" alt="ga31m_sata_a" width="500" height="267" /></p>
<p style="text-align: left;">Entre as interfaces legadas temos, uma porta EIDE PATA, uma serial, uma paralela, interface de disco flexível e duas portas PS/2 para mouse e teclado. Para minha surpresa, sua porta de rede é do tipo Fast Ethernet (10/100 mbps) ainda comum em aplicações domésticas, mas que já andou perdendo espaço no mundo profissional.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-full wp-image-12302 aligncenter" title="ga31m_back" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/ga31m_back.jpg" alt="ga31m_back" width="500" height="144" />A placa ainda conta com um slot PCI-Express X1 e outro x16 (para placa gráfica), duas PCI e duas saídas de força, uma para o cooler do processador e outra para o ventilador do gabinete (SYS_FAN).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-12297 aligncenter" title="ga31m_slots_2" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/ga31m_slots_2.jpg" alt="ga31m_slots_2" width="500" height="249" /></p>
<h2 style="text-align: left;">Sob Testes</h2>
<p>Para realizar os testes, instalamos na placa-mãe um processador <a href="http://processorfinder.intel.com/details.aspx?sSpec=SLAPL" target="_blank"><strong>Intel Core 2 Duo E8400 &#8220;Wolfdale&#8221;</strong></a> de 3,0 GHz com 6 MB de cache e FSB de 1.333 MHz, dois pentes de memória DDR 667 MHz de 1 GB cada (totalizando 2 GB em dual channel), um gravador de DVD IDE e um disco Western Digital WD800JD de 80 GB SATA II com NCQ. O sistema operacional instalado foi o Windows Vista Ultimate de 32 bits.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Nos testes realizados, a GA-X48-DQ6 obteve uma média de <strong>132 pontos</strong> no <strong>SYSmark 2007 Preview 1.04</strong>, <strong>4.860 pontos</strong> no <strong>PCMark 2005</strong> e <strong>3.633 pontos</strong> no novo <strong>PCMark Vantage</strong>. No teste com o <strong>AutoGK 2.4</strong>, nosso sistema levou apenas <strong>1h11m1s</strong> para converter um filme de 2h10min para um AVI de 700 MB. Como era de se esperar, desempenho da aceleradora Gráfica GMA X3100 foi modesta obtendo apenas <strong>292 pontos</strong> no <strong>3DMark 2006</strong><strong></strong>. Inclusive, por causa disso, o índice de experiência do Windows Vista ficou em apenas 3,4 pontos:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-12306 aligncenter" title="ga31m_vista_exp" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/ga31m_vista_exp.jpg" alt="ga31m_vista_exp" width="500" height="313" /></p>
<p style="text-align: left;">Para uma placa-mãe mais voltada para mainstream, a GA-G31M-ES2C mantém a tradição da Gigabyte de oferecer para o mercado um produto honesto, na medida e sem muitos enfeites ou penduricalhos. Poderia ser uma opção perfeita para montar qualquer PC de uso geral se não fosse pela falta de uma porta Gigabit Ethernet. Mesmo assim, pode ser uma solução interessante para montar um PC novo ou mesmo dar uma atualizada no velho. ;^)</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong>Resumo: Gigabyte GA-G31M-ES2C</strong><br />
<strong>O que é isso?</strong> Placa-mãe micro-ATX com chipset Intel G31 Express voltada para uso geral.<br />
<strong>O que é legal?</strong> Bem construída, bom conjunto de recursos.<br />
<strong>O que é imoral?</strong> Sua porta de rede não é Gigabit.<br />
<strong>O que mais?</strong> Sistema de BIOS duplicada pode ser uma boa para overclockers que gostam de viver perigosamente.<strong><br />
Avaliação: </strong>6,5 (de 10).<strong> <a href="../../2009/04/2009/03/2009/03/2009/02/2009/01/2009/01/entenda-nosso-sistema-de-pontuacao-para-reviews/" target="_blank">Entenda nosso novo sistema de avaliação</a>.</strong><br />
<strong>Preço sugerido:</strong> R$ 230<br />
<strong>Onde encontrar:</strong> <em><a href="http://br.giga-byte.com/" target="_blank">br.giga-byte.com</a> </em></p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://zumo.uol.com.br/2009/05/12/review-motherboard-gigabyte-ga-g31m-es2c/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
