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	<title>Zumo Blog: Tecnologia. Opinião. Inteligência. &#187; TI</title>
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	<description>Tecnologia. Opinião. Inteligência</description>
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		<title>Números enormes: F-1 dobra dados a cada 2 anos</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/10/16/numeros-enormes-f-1-dobra-dados-a-cada-2-anos/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 08:57:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Martin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma média de 100 sensores instalados em um carro da F-1 gera cerca de 6 a 8 GB de dados por final de semana de grande prêmio. Some a isso dois carros por equipe, sistemas de redundância e o número coletado na telemetria pula para 24, 25 GB sem maiores problemas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-18534" title="Asfalto" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/10/4014007181_46e813237c_o.jpg" alt="Asfalto" width="550" height="393" /></p>
<p>Uma média de 100 sensores instalados em apenas um carro da F-1 gera cerca de<strong> 6 a 8 GB</strong> de dados por final de semana de grande prêmio. Some a isso dois carros por equipe, alguns sistemas auxiliares a e o número coletado na telemetria pula para <strong>24, 25 GB</strong> sem maiores problemas. &#8220;Um GP como Mônaco, mais lento, gera menos que Monza, que tem voltas mais longas&#8221;, explica Rod Nelson, engenheiro-chefe da AT&amp;T Williams, que falou com este <strong>Zumo</strong> na tarde de ontem em Interlagos.</p>
<p><span id="more-18533"></span>Fato é que as equipes de F-1 são megadependentes de tecnologia da informação (não é à toa que a AMD tirou o patrocínio, mas continua a mover a garagem da Ferrari, por exemplo). No caso da <em>simbiose</em> AT&amp;T Williams, a troca envolve envio de dados minutos após cada treino via VPN usando a infra-estrutura da AT&amp;T para a sede da Williams, na Inglaterra. Quanto mais rápido analisar as informações, mais rápido os engenheiros na pista ajustam o carro e, bem, os pilotos podem ter mais chances, explica Nelson.</p>
<p>Só que a temporada de 2010 da F-1 vai fazer as equipes correrem ainda mais atrás de infra de TI. Os porta-vozes da equipe (marketing, marketing esportivo, comunicação) fazem questão de, <em>aham</em>, comentar a redução imposta pela FIA no número de pessoas por time que poderão estar nas pistas no ano que vem. Se hoje a AT&amp;T Williams traz, por GP, uns 55 profissionais, a partir do ano que vem serão, no máximo, 45. Pra uma equipe como essa, tudo bem, a redução não é das piores &#8211; mas imagine uma Ferrari que vai pra lá e pra cá com uns 100 membros?</p>
<p>&#8220;Aí vamos ter que melhorar a dinâmica do processso e passar ainda mais informações para o controle da missão. E, sim, vai aumentar o número de dados transmitidos, e isso precisa ocorrer no menor tempo possível. Em 2007, um final de semana gerava menos de 12 GB por carro. Em 2008, foram 16 GB, hoje estamos com 24. Acredito que esse número vai dobrar a cada dois anos, sem dúvidas&#8221;, diz o engenheiro.</p>
<p>Em tempo: Nico Rosberg, piloto da AT&amp;T Williams, falou com a gente também. Estava tossindo bastante, por sinal. Fiz uma pergunta sobre uso pessoal de tecnologia e, bem, ele respondeu que usa muito e-mail no celular e Facebook, de modo um tanto lacônico.</p>
<p>Ah, sim, não tem fotos do paddock nem dos carros porque não era fotógrafo credenciado e só poderia tirar fotos de uso pessoal, e algumas delas estão no<a title="Flickr!" href="http://www.flickr.com/photos/henriquemartin/sets/72157622468756653/" target="_blank"> meu Flickr</a>.</p>
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		<title>A fantasiosa conquista de Marte</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/07/21/a-fantasiosa-conquista-de-marte/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 02:43:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Nagano</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Apollo 11]]></category>
		<category><![CDATA[moon hoax]]></category>

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		<description><![CDATA[Há exatamente quatro décadas (e um dia atrás), Neil Armstrong pisou na superfície lunar, dando, como ele disse, um grande salto para a humanidade. Isso me fez lembrar de um obscuro filme do anos 1970 onde o homem viaja até Marte, mas não pisa exatamente no planeta vermelho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-15157 aligncenter" title="capricorn_one_intro" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/capricorn_one_intro.jpg" alt="capricorn_one_intro" width="500" height="300" /></p>
<p>Há exatamente quatro décadas (e  um dia) atrás, Neil Armstrong pisou na superfície lunar, dando um grande salto para a humanidade, nos termos dele. Uma das poucas reminiscências que tenho dessa data é do meu primo reclamando que a imagem (vinda de lá) tava tão ruim  que &#8220;<em>não dá pra ver p*rr* nenhuma</em>&#8221; —  segundo suas próprias palavras.</p>
<p><span id="more-15156"></span>Para mim, esse evento ia passar meio batido se não fosse pelo meu colega e chapa <strong>Cláudio Pucci</strong>, que escreveu <a href="http://cinema.terra.com.br/interna/0,,OI3880675-EI1176,00-Entenda+a+fantasiosa+conquista+do+espaco+feita+pelo+cinema.html" target="_blank">na concorrência</a> um excelente texto falando sobre a fantasiosa conquista do espaço feita pelo cinema.</p>
<p>Depois de ler o texto, eu só achei que para  ficar completo faltou na relação um obscuro filme do final dos anos 1970 onde, desta vez,  o homem viaja para Marte, mas não pisa exatamente  no planeta vermelho.</p>
<p><strong>Capricórnio 1</strong> (<a href="http://www.imdb.com/title/tt0077294/" target="_blank">Capricorn One</a> &#8211; 1978),  escrito e dirigido por <strong>Peter Hyams</strong> (<a href="http://www.imdb.com/title/tt0082869/" target="_blank"><em>Outland</em></a>, <em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0086837/" target="_blank">2010</a></em>, <em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0146675/" target="_blank">Fim dos Dias</a></em>), conta a história da primeira missão tripulada para Marte onde — nos segundos  finais — os três astronautas (entre eles, <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/capricorn_oj.jpg" target="_blank" rel="lightbox[15156]">O. J. Simpson</a>, ainda na época em que  era bom moço) são arrancados do foguete (que decola vazio) e são secretamente enviados  para uma base  no meio do deserto.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-15168" title="capricorn_1d" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/capricorn_1d.jpg" alt="capricorn_1d" width="500" height="265" /></p>
<p>O motivo — segundo o chefe da missão — é o hábito do governo de adquirir equipamentos  das empresas que os vendam pelo menor preço  (alguém já pensou nisso? ir para o espaço  no foguete mais baratinho que a NASA consegue comprar?), de modo que a agência  descobriu que o sistema de suporte de vida usado simplesmente não funcionaria e assim a tripulação  faria um desvio para o céu dos astronautas  lá pelo meio da viagem.  Mas  entre abortar o projeto e enfrentar  um escândalo que poderia enterrar  o programa espacial, a agência preferiu bolar um plano mirabolante para enrolar  todo mundo, encenando o resto da missão, incluindo o passeio pela superfície marciana.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-15163 aligncenter" title="capricorn_1c" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/capricorn_1c.jpg" alt="capricorn_1c" width="500" height="300" /></p>
<p style="text-align: left;">Obviamente o esquema começa a melar quando um técnico de telemetria da missão desconfia que os sinais da nave estavam vindo da Terra e de tanto encher seus superiores sobre esse pau no equipamento,  ele some sem deixar rastros junto com seu apê.</p>
<p style="text-align: left;">Mas ainda bem que ele era amigo de um jornalista abelhudo que  investiga o seu desaparecimento e acaba descobrindo toda a trama. E o resto todo mundo pode adivinhar: soco, tiro, pancadaria, explosões, perseguição de carro, helicóptero, jatinho executivo e até biplano. No fim, os mocinhos vencem e todos vivem felizes para sempre (com exceção dos bandidos é claro).</p>
<p><a href="http://www.amazon.com/Dark-Moon-Whistle-blowers-Mary-Bennett/dp/1898541051/ref=ed_oe_h" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-15170" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="dark_moon_book_a" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/dark_moon_book_a.jpg" alt="dark_moon_book_a" width="180" height="249" /></a>Para quem ainda não caiu a ficha, o  enredo desse filme é fortemente baseado em um clássico das teorias conspiratórias — o chamado <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Acusa%C3%A7%C3%B5es_de_falsifica%C3%A7%C3%A3o_nas_alunissagens_do_Programa_Apollo" target="_blank">Moon Hoax</a></strong> —  cujos defensores juram de pé junto que o homem nunca foi para a Lua e que as fotos divulgadas — além de serem  muito boas para terem sido tiradas com  uma câmera manual, sem visor e que ficava preso no peito do astronauta — possuem diversas inconsistências de iluminação, retoques de cenas e até erros de cenário como pedras marcadas com caneta.</p>
<p>Eu já vi alguns  documentários e  textos sobre esse assunto e a minha opinião é que os <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Whistleblower" target="_blank"><em>whistle-blowers</em></a> concentram-se demais seus argumentos em fatos pontuais como uma foto, uma cena, informações  científicas etc. Mas o conjunto da obra não consegue criar um cenário completo que consiga explicar como toda a missão foi fraudada.</p>
<p>E se levarmos em consideração aquele ditado que diz que &#8220;segredo entre três só matando dois&#8221; e que passados mais de  40 anos  nenhum astronauta abriu o bico dizendo que tudo foi aquilo foi marmelada, acho que devemos dar um crédito para esses caras que arriscaram suas vidas numa aventura tão arrojada como foi o projeto Apollo.</p>
<p>O engraçado é que os defensores do Moon Hoax até usam o fato que todos os astronautas da Apollo voltarem vivos para a Terra (incluindo a micada Apollo 13) como algo a ser visto com desconfiança, principalmente depois das recentes tragédias  com o ônibus espacial.</p>
<p>Acho que no final das contas,  eles só foram mais sortudos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Trivia:</strong></span></p>
<p>A  câmera fotográfica usada na missão Apollo era uma Hasselblad sueca <a href="http://www.lpi.usra.edu/lunar/missions/apollo/apollo_11/photography/" target="_blank">especialmente adaptada</a>, uma escolha que a americana  Kodak americana nunca engoliu, já que foi uma grande jogada de publicidade. Outro caso célebre foi o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Omega_Speedmaster" target="_blank">Omega SpeedMaster</a>, que também deixou pra trás outra empresa americana — a  Bulova — que na época já tinha um moderno<a href="http://famouswatches.blogspot.com/2005/09/accutron-astronaut.html" target="_blank"> relógio de pulso</a> com o avançado sistema <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bulova" target="_blank">Accutron</a> (um mecanismo eletrônico com diapasão). Depois eles tiveram alguma compensação, já que o relógio do painel de controle da cápsula espacial era do tipo Accutron.</p>
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		<title>Freeware do dia:  Computer hardware poster 1.7</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/07/20/freeware-do-dia-computer-hardware-poster-17/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 11:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Nagano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você tem dificuldades para lembrar de todos os tipos/formatos dos diversos componentes de hardware já usado num PC, minha sugestão é que você baixe e imprima esse poster do artista ~Sonic84.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-15124 aligncenter" title="computer_hardware_poster" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/computer_hardware_poster.png" alt="computer_hardware_poster" width="500" height="708" /></p>
<p style="text-align: left;">Se você tem dificuldades para lembrar de todos os tipos/formatos dos diversos componentes de hardware do PC, minha sugestão é que você baixe e imprima esse poster intitulado <strong>Computer Hardware Poster 1.7 </strong>que lista praticamente toda traquitana já usada pelos fabricantes de computadores desde a época do PC a lenha.</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-15123"></span></p>
<p style="text-align: left;">Produzido pelo artista/usuário<em> ~Sonic84,</em> essa imagem pode ser encontrada na sua <a href="http://sonic840.deviantart.com/art/Computer-hardware-poster-1-7-111402099" target="_blank">página no DevianArt</a> (tem uma versão impressa à venda também, com moldura e tudo mais).</p>
<p style="text-align: left;">(<em>Thanks Gui pela dica</em>) <img src='http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Gadget corporativo do dia: Parks Netair 302</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/05/12/gadget-corporativo-do-dia-parks-netair-302/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 10:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Martin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[parks]]></category>

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		<description><![CDATA[O Parks Netair 302 é um roteador 3G fabricado no Brasil com entrada para dois SIM cards e jeitão (e configurações) bem corporativas - não muito o nosso foco, mas um aparelho promissor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/img_1948.jpg" rel="lightbox[12264]"><img class="aligncenter size-full wp-image-12265" title="NetAir 302" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/img_1948.jpg" alt="NetAir 302" width="550" height="199" /></a></p>
<p>O <strong>Parks Netair 302</strong> é um roteador 3G fabricado no Brasil com entrada para dois SIM cards e jeitão (e configurações) bem corporativas &#8211; não muito o nosso foco, mas um aparelho promissor. Mais depois do clique.</p>
<p><span id="more-12264"></span>O Netair 302 tem interface tri-band UMTS/HSDPA (850/1900/2100 MHz) e quatro portas Ethernet 10/100 na parte traseira, além de uma <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/img_1951.jpg" rel="lightbox[12264]">porta serial</a> para configurações via console/Telnet. O primeiro slot para SIM Card fica para a conexão principal e há um segundo slot para backup.</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/img_1951.jpg" rel="lightbox[12264]"><img class="aligncenter size-full wp-image-12266" title="img_1951" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/img_1951.jpg" alt="img_1951" width="550" height="222" /></a></p>
<p>Todo o gerenciamento do equipamento é feito por uma interface web, e é preciso saber as configurações da operadora para fazer funcionar (apliquei as que conheço para uso da Tim como modem e não deu certo). Do lado corporativo da coisa, o 302 é cheio de recursos de administração, com firewall, VPN, Trafic Shaping (sim, isso mesmo!), gerenciamento de endereços e mais um monte de recursos úteis para o mundo corporativo (lista completa <a href="http://www.parks.com.br/site/site.php?acao=detalhe_produto&amp;id_produto=114&amp;caminho=Produtos&amp;id_linha=4&amp;link_caminho=produtos&amp;idioma=pt" target="_blank">aqui</a>).</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/img_1955.jpg" rel="lightbox[12264]"><img class="aligncenter size-full wp-image-12268" title="Netair 302 visto por trás" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/img_1955.jpg" alt="Netair 302 visto por trás" width="500" height="175" /></a></p>
<p>Para um equipamento que tem preço sugerido de R$ 2.950, o acabamento poderia ser um pouquinho melhor (a tampa da frente para a porta serial não encaixa direito, e os gabinetes para o SIM card na traseira são um tanto complicados de retirar) e o manual poderia ser mais amigável ao usuário e menos técnico. Para o público-alvo desse tipo de produto, entretanto, não acredito ser um problema &#8211; já que empresas costumam ter profissionais de TI mais treinados para instalar e configurar produtos como o <a href="http://www.parks.com.br" target="_blank">Parks Netair 302</a>.</p>
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		<title>Microsoft, Ponto Frio e Positivo inventam o varejo corporativo</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/05/07/microsoft-ponto-frio-e-positivo-inventam-o-varejo-corporativo/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 10:30:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Martin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sabe a velha máxima de que empresário brasileiro (ou pequeno empresário brasileiro) compra computador no varejo? Então, o povo do Ponto Frio meio que entendeu a ideia e já a coloca em prática, em algumas das suas lojas, em parceria com a Positivo e com a Microsoft para vender servidor no varejo (e outras coisas).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-12129" title="O servidor da Positivo" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/positivo-corp-935-ws-server.jpg" alt="O servidor da Positivo" width="500" height="318" /></p>
<p>Sabe a velha máxima de que empresário brasileiro (<em>ou pequeno empresário brasileiro</em>) compra computador no varejo? Então, o povo do Ponto Frio meio que entendeu a ideia e já a coloca em prática, em algumas das suas lojas, em parceria com a Positivo e com a Microsoft para vender servidor no varejo (e outras coisas). Ei, tem lógica: é no varejo que está o crédito para o consumidor. <span id="more-12104"></span></p>
<p>No &#8220;Espaço Empresa&#8221; das lojas Megastore Marginal Tietê, Shopping Morumbi e Alameda Lorena, o Ponto Frio vai vender &#8220;produtos e soluções de TI voltados para o segmento de pequenas e médias empresas (&#8230;) com atendimento qualificado e especializado &#8211; é uma &#8220;loja dentro da loja&#8221; que estará restrita a esses três locais por 3 meses. Depois, quem sabe, o projeto vai para outras lojas do Ponto Frio e talvez para a internet.</p>
<p>Michel Levy, presidente da Microsoft no Brasil, justifica o projeto ao citar pesquisa que diz que 26% das 4 milhões de pequenas empresas brasileiras compram produtos no varejo e outras 39% buscam informações sobre tecnologia no varejo.</p>
<p>A Microsoft vai vender seu novo sistema operacional para servidores Windows Server 2008 Foundation e a Positivo entra com uma máquina que roda esse sistema, além de dois modelos de notebooks e quatro desktops corporativos. A Positivo será a fornecedora exclusiva de hardware para a &#8220;loja dentro da loja&#8221;.</p>
<p>O servidor da Positivo, modelo &#8220;Corp 935WS Server&#8221; vem com o Windows 2008 Foundation (&#8221;ideal&#8221; para 15 máquinas) tem processador Intel Core 2 Duo E7400, 4 GB de RAM, gravador de DVD, monitor LCD de 17&#8243;, Intel Graphics Media 3100, teclado/mouse/6 portas USB &#8211; e vai ser vendido pelo preço sugerido de R$ 2.599.</p>
<p>Ah, sim, Hélio Rotemberg, presidente da Positivo Informática, falou alguns números enormes sobre sua participação no mercado de PCs e notebooks: no Brasil, a companhia ocupa o primeiro lugar em desktops e noteboks; na América Latina, está em terceiro e quarto lugares (notes e desks) e nono/décimo-quinto lugar no mundo.</p>
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		<title>Mainframe faz 45 anos (mas com corpinho de 20)</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/04/08/mainframe-faz-45-anos-mas-com-corpinho-de-20/</link>
		<comments>http://zumo.uol.com.br/2009/04/08/mainframe-faz-45-anos-mas-com-corpinho-de-20/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 14:23:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Nagano</dc:creator>
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A IBM comemorou ontem (7 de abril) os 45 anos do nascimento do mainframe — ou mais exatamente do Sistema IBM /360 — seu primeiro computador de uso geral voltado tanto para aplicações científicas quanto ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-11161" title="mainframe45_1" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/mainframe45_1.jpg" alt="mainframe45_1" width="500" height="387" /></p>
<p>A IBM comemorou ontem (7 de abril) os <strong>45 anos do nascimento do mainframe</strong> — ou mais exatamente do <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/mainframe45_360_console.jpg" target="_blank" rel="lightbox[11162]">Sistema IBM /360</a> — seu primeiro computador de uso geral voltado tanto para aplicações científicas quanto para negócios (360 = cobertura de 360 graus) colocado no mercado. Fora isso, o sistema ainda tinha alguns recursos muito interessantes como conceito modular, compatibilidade de linguagem etc.</p>
<p>Na época a empresa investiu cerca de US$ 750 milhões somente em P&amp;D e outros US$ 4,5 bilhões em fábricas, contratou mais de 60 mil empregados e abriu cinco novas sedes e sem falar que o cliente ainda tinha a opção de adquiri-lo em <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/mainframe45_360_color.jpg" target="_blank" rel="lightbox[11162]">diversas cores</a> como vermelho, azul ou amarelo — e isso mais de 30 anos antes do surgimento do primeiro iMac G3 em 1998.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-11164" title="mainframe45_360_color" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/mainframe45_360_color.jpg" alt="mainframe45_360_color" width="443" height="353" /></p>
<p>Para comemorar o evento no Brasil, a IBM convidou alguns veículos da imprensa — entre eles este Zumo — para falar sobre como anda o mercado de mainframes.</p>
<p>Sob um certo ponto de vista, acho que eles ainda podem até ser chamados de dinossauros. Mas, ao contrário da versão de carne e osso que levou a pior por causa de um meteoro na cabeça — a versão cibernética se adaptou ao meio ambiente, evoluiu, ficou menor, mais ágil e mais inteligente — e com muita disposição de dar um corre e tirar uns tecos da concorrência, em especial de um pessoal lá de <a href="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=en&amp;geocode=&amp;q=HP+headquarter+palo+alto&amp;vps=1&amp;jsv=151e&amp;sll=37.0625,-95.677068&amp;sspn=47.349227,114.257812&amp;ie=UTF8&amp;ei=59fbSdHfOo_CNqyEjY4C&amp;cd=1&amp;cid=37416512,-122145584,17403407746385297739&amp;li=lmd&amp;z=14&amp;t=m" target="_blank">Palo Alto</a>.</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/ibmsystemz10.jpg" rel="lightbox[11162]"><img class="aligncenter size-full wp-image-11267" title="ibm_z10b_velociraptor" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/ibm_z10b_velociraptor.jpg" alt="ibm_z10b_velociraptor" width="500" height="333" /><br />
</a></p>
<p><span id="more-11162"></span></p>
<p>O evento aqui de São Paulo contou com a &#8220;telepresença&#8221; de <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/mainframe45_karl_freund.jpg" target="_blank" rel="lightbox[11162]">Karl Freund,</a> VP de marketing e estratégia do System Z, que deu uma visão geral do mercado de mainframes. Ao contrário do mercado de desktops, o segmento de grandes sistemas possuem um ritmo próprio de planejamento, implementação e uso, de modo que atrasar investimentos não significa necessariamente poupar dinheiro. Assim, mesmo numa época de crise financeira, <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/mainframe45_2008.jpg" target="_blank" rel="lightbox[11162]">sua divisão em 2008</a> não teve prejuízos, ao contrário de alguns concorrentes.</p>
<p>A propósito, notamos que Karl não usava um ThinkPad e sim um MacBook da Apple. Segundo a IBM, nada contra os portáteis da Lenovo, mas é que isso faz parte das novas políticas da empresa de abrir espaço para outras plataformas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-11177" title="mainframe45_teleconference" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/mainframe45_teleconference.jpg" alt="mainframe45_teleconference" width="500" height="375" /></p>
<p>Outra bandeira levantada por Freund é a necessidade de reeducar o mercado, já que muitos ainda carregam a imagem do mainframe de décadas atrás, ou seja, uma instituição grande, pesada e monolítica — às vezes meio opressora — administrada por um clero que falavam um dialeto próprio parecido com o inglês, como o Cobol. A revolução popular veio de um certo modo com a chegada do computador pessoal — em especial o Apple II de 1977 — o que permitiu que as pessoas/departamentos pudessem administrar suas próprias informações localmente, o que minou o poder do departamento de processamento de dados. De fato, nessa época Steve Jobs adorava chamar a IBM de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1984_(livro)" target="_blank">Big Brother</a>.</p>
<p>O que se viu a partir disso foi a descentralização do processamento de dados em microcomputadores nas empresas que — ligados em rede — foi a origem da atual arquitetura cliente-servidor, que cresceu tanto em tamanho e capacidade que começou a sofrer de características antes vistas como atrativos como arquitetura aberta, facilidade de expansão e simples compartilhamento de dados ao ponto de beirar a anarquia — por sinal, influências da cultura hippie californiana que inventou o computador pessoal.</p>
<p>A imagem do mainframe é tão controversa que a própria IBM chegou a questionar internamente o uso dessa palavra em seus discursos, em favor de outros termos — por exemplo <strong>System Z</strong> — mas a decisão estratégica foi de manter as coisas como estão.</p>
<p><strong>Paulo Perini</strong>, líder de mainframe da IBM Brasil, comentou que a arquitetura de cliente-servidor avançou demais no mercado corporativo, ao ponto de algumas empresas começarem a sofrer com o gerenciamento de seu parque de máquinas, formado às vezes por centenas e até milhares de servidores, que não deixam de ser um monte de PCs, cada um deles com seu próprio processador + memória + HD + software que nem sempre se comportam da maneira que gostaríamos. Quem já deu ou frequentou aulas em classe de cursinho sabe do que estou falando.</p>
<p>A IBM acredita que é que nesses casos é que o Mainframe volta a ser uma solução viável, já que ela incorpora diversas característcas muito em moda nos dias de hoje como gerenciamento centralizado, segurança dos dados,  alta disponibilidade (99,999%), escalabilidade e virtualização de  máquinas, oferecendo assim suporte para as diversas aplicações já disponíveis em outros ambientes operacionais. Como disse Freund — DB2 é DB2, Oracle é Oracle, Java é Java e Linux é Linux em qualquer lugar.</p>
<p>E em tempos de computação verde, quanto mais carga de trabalho o mainframe recebe, mais interessante ele se torna em termos de processamento x watt devido à consolidação de aplicações no mesmo equipamento físico.  Gastos com licenças de software baseadas em número de máquinas / cores / soquetes  também podem ser reduzidos ou pelo menos otimizados graças ao uso de outros modelos de uso, como cobrar por tempo de uso do aplicativo.</p>
<p>Outra grande sacada da IBM foi no sentido de abraçar padrões abertos — em especial rodar Linux no System Z — o que atraiu uma nova geração de clientes e desenvolvedores adeptos do código aberto, como instituições científicas e acadêmicas, setores do governo e até mesmo empresas. Durante o evento foi feita uma rápida demo onde um técnico <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/ibmsystemz10_linux_machines.jpg" target="_blank" rel="lightbox[11162]">criou diversas máquinas virtuais em Linux</a> (com seu próprio número de processadores, memória e armazenamento) sobre o z/VM OS em poucos segundos, bastando replicar um comando de batch.</p>
<p>Do lado de cá do terminal, o único meio de ver que o Linux rodava sobre mainframe era olhar no login do sistema:</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/ibmsystemz10_linux_login.jpg" rel="lightbox[11162]"><img class="aligncenter size-full wp-image-11199" title="ibmsystemz10_linux_login_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/ibmsystemz10_linux_login_small.jpg" alt="ibmsystemz10_linux_login_small" width="500" height="290" /></a></p>
<p>Outro característica bastante destacada pela IBM é que seu mainframe mais novo — o <strong>z10</strong> — teve <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/ibmsystemz10_manycores.jpg" target="_blank" rel="lightbox[11162]">um ganho significativo de desempenho</a> com suas <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/ibmsystemz10_processador.jpg" target="_blank" rel="lightbox[11162]">unidades de processamento</a> rodando a 4,4 GHz contra 1,7 GHz de seu predecessor, o que torna esse produto uma solução mais balanceada, principalmente como devorador de números já que a informação percorre menores distâncias dentro do mainframe, se comparado com as soluções de cluster. No esquema abaixo, a linha vermelha mostra o percurso dos dados dentro do computador da IBM.</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/ibmsystemz10_working.jpg" rel="lightbox[11162]"><img class="aligncenter size-full wp-image-11210" title="ibmsystemz10_working_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/ibmsystemz10_working_small.jpg" alt="ibmsystemz10_working_small" width="500" height="374" /></a></p>
<p>— poder de fogo que pode aumentar ainda mais com o uso de &#8220;módulos aceleradores&#8221; baseados no processador Cel BE (o mesmo usado no Sony PS3). A <a href="http://www.hoplon.com.br/" target="_blank">Hoplon Infotainment</a> de Florianópolis, utiliza uma solução desse tipo para rodar o <a href="http://taikodom.com.br/" target="_blank"><strong>Taikodom</strong></a>, primeiro game massivo online nacional, desenvolvido em Linux e capaz de suportar mais 40 mil jogadores conectados ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/ibmsystemz10_balanco.jpg" rel="lightbox[11162]"><img class="size-full wp-image-11205 aligncenter" title="ibmsystemz10_balanco_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/ibmsystemz10_balanco_small.jpg" alt="ibmsystemz10_balanco_small" width="500" height="354" /></a></p>
<p style="text-align: left;">
<p>Apesar desse cenário positivo, nem tudo são flores no mundo IBM. Fora o fator preço (um mainframe mais simples não sai por menos de R$ 800 mil) a aquisição de uma máquina dessas só se justifica quando a carga de processamento e de trabalho de um datacenter for realmente grande. Acredito também que um dos grandes empecilhos para uma maior aceitação dos mainframes como uma solução total para o mercado é o simples fato <strong>dos mainframes IBM não rodarem sistemas baseados em Windows</strong>, mesmo no modo virtualizado que, por sinal, roda no seu principal concorrente — o <a href="http://www.hp.com/products1/servers/scalableservers/superdome/" target="_blank"><strong>Superdome</strong></a> da HP — baseado no processdor Itanium 2 da Intel.</p>
<p>Quando perguntamos para Perini se a falta de suporte para o Windows seria um revés para seu produto, ele concordou em parte já que não acredita que as soluções Microsoft sejam as melhores soluções para serem executadas dentro de seus System Z. De qualquer modo, já existem iniciativas nesse sentido como o <strong><a href="http://www.mantissa.com/products/UV/zvos-for-schools" target="_blank">z/VOS</a></strong> da da <strong><a href="http://www.mantissa.com/" target="_blank">Mantissa Corporati0n</a></strong>, que permitiria rodar qualquer sistema operacional baseado em x86 dentro de um ambiente de mainframe. A IBM está de olho nessa solução que pode um recurso interessante para conquistar os mais corações e mentes do mercado num futuro próximo.</p>
<p>E falando em Superdome, o pessoal de <a href="http://maps.google.com/maps/ms?msa=0&amp;msid=118016144282546960657.00043c5ceaccd8089c55e" target="_blank">Armonk</a> não perdeu a opotunidade de mandar umas farpas para o pessoal de <a href="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=en&amp;geocode=&amp;q=HP+headquarter+palo+alto&amp;vps=1&amp;jsv=151e&amp;sll=37.0625,-95.677068&amp;sspn=47.349227,114.257812&amp;ie=UTF8&amp;ei=59fbSdHfOo_CNqyEjY4C&amp;cd=1&amp;cid=37416512,-122145584,17403407746385297739&amp;li=lmd&amp;z=14&amp;t=m" target="_blank">Palo Alto</a> apresentando algumas comparações:</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/ibmsystemz10xhp_1.jpg" rel="lightbox[11162]"><img class="aligncenter size-full wp-image-11213" title="ibmsystemz10xhp_1_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/ibmsystemz10xhp_1_small.jpg" alt="ibmsystemz10xhp_1_small" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/ibmsystemz10xhp_2.jpg" rel="lightbox[11162]"><img class="aligncenter size-full wp-image-11217" title="ibmsystemz10xhp_2_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/ibmsystemz10xhp_2_small.jpg" alt="ibmsystemz10xhp_2_small" width="500" height="376" /></a></p>
<p>Sobrou até para o pessoal de Santa Clara:</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/ibmsystemz10xhp_3.jpg" rel="lightbox[11162]"><img class="aligncenter size-full wp-image-11218" title="ibmsystemz10xhp_3_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/ibmsystemz10xhp_3_small.jpg" alt="ibmsystemz10xhp_3_small" width="500" height="371" /></a></p>
<p>Com relação ao futuro, a estratégia da IBM e continuar a investir US$ 1 bi/ano em pesquisa e desenvolvimento de seus mainframes, com foco nos pontos fortes da plataforma além de extender ainda mais sua capacidade de interagir com sistemas heterogêneos. Também se fala no desenvolvimento de processadores voltados para acelerar ambientes específicos como Java ou Linux, outro conceito interessante é o chamado <strong>Virtualization²</strong>, algo como virtualizar servidores que virtualizam máquinas (uia!).</p>
<p>Resumindo: o mainframe vai bem obrigado e mandou lembranças pra todo mundo.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ainda em tempo:</strong></span></span></p>
<p>Para ajudar a explicar o papel dos mainframes no mercado atual, a IBM criou uma <a href="http://www-01.ibm.com/software/info/getztruth/index.jsp?ca=agus_itdcomyth-20081210&amp;me=email&amp;met=external1&amp;re=external1&amp;S_TACT=108DN0JE&amp;cm_mmc=agus_itdcomyth-20081210-108DN0JE-_-m-_-external1-_-external1" target="_blank">curiosa campanha</a> que tira uma das dúvidas ligadas aos System Z. Algumas são hilárias (como os exemplos abaixo), outras eu não entendi até agora. <img src='http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':-P' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/mainframe45_myth1.jpg" rel="lightbox[11162]"><img class="aligncenter size-full wp-image-11181" title="mainframe45_myth1_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/mainframe45_myth1_small.jpg" alt="mainframe45_myth1_small" width="500" height="248" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/mainframe45_myth2.jpg" rel="lightbox[11162]"><img class="aligncenter size-full wp-image-11182" title="mainframe45_myth2_small" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/mainframe45_myth2_small.jpg" alt="mainframe45_myth2_small" width="500" height="252" /></a></p>
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		<title>LG NAS N4B1N vem com gravador Blu-ray</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/03/13/lg-nas-n4b1n-vem-com-gravador-blu-ray/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 15:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Martin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Números enormes]]></category>
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		<description><![CDATA[
O LG Network Attached Storage (N4B1N) é um pequeno monstro de armazenamento doméstico em rede: não contente em ter quatro gavetas para quatro discos rígidos (capacidade máxima: 4 terabytes), traz ainda um gravador de Blu-ray ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/nas-01.jpg" rel="lightbox[10162]"><img class="aligncenter size-full wp-image-10163" title="nas-01" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/nas-01.jpg" alt="nas-01" width="500" height="525" /></a></p>
<p>O <strong>LG Network Attached Storage (N4B1N) </strong>é um pequeno monstro de armazenamento doméstico em rede: não contente em ter quatro gavetas para quatro discos rígidos (capacidade máxima: 4 terabytes), traz ainda um gravador de Blu-ray embutido. E só reproduzo a piada dos amigos no evento da LG ontem: o bicho faz torrent, salva no HD, cria o backup e ainda grava no Blu-ray. Só falta fazer pãozinho quente.</p>
<p><span id="more-10162"></span>O sistema de NAS da LG vem com conexão Gigabit Ethernet, três portas USB, interface e-Sata e leitor de memórias quatro-em-um, funcionando com Mac, Windows e Linux (todo o gerenciamento é feito em uma interface online).</p>
<p>Apesar de ter saído lá fora na metade do ano passado (se você sabe ler coreano, <a href="http://www.lge.co.kr/cokr/pr/pr_news/FrontBoardDetailCmd.laf?mncode=NEWS&amp;actcode=NEWS&amp;seq=10115" target="_blank">veja aqui</a>), não tem previsão de chegada (e preço) ao mercado brasileiro &#8211; mas será lançado em algum momento de 2009, diz a LG.</p>
<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/nas-02.jpg" rel="lightbox[10162]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10164" title="nas-02" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/nas-02-320x264.jpg" alt="nas-02" width="320" height="264" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>BlackBerry Storm chega ao Brasil no fim do mês</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/03/10/blackberry-storm-chega-ao-brasil-ou-quase/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 07:45:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Martin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[Smartphones]]></category>
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		<category><![CDATA[storm]]></category>

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		<description><![CDATA[
A Research in Motion, fabricante dos BlackBerry, anuncia nesta terça a chegada do seu smartphone Storm, o primeiro da sua linha com tela sensível ao toque, ao mercado brasileiro. A Tim será a primeira operadora ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/storm_front.jpg" rel="lightbox[9899]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9901" title="storm_front" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/storm_front-234x320.jpg" alt="storm_front" width="234" height="320" /></a></p>
<p style="text-align: left;">A Research in Motion, fabricante dos <a href="http://www.blackberry.com" target="_blank">BlackBerry</a>, anuncia nesta terça a chegada do seu smartphone <strong><a href="http://zumo.uol.com.br/2008/10/08/gadget-do-dia-blackberry-storm-oops-mais-um-touchscreen/" target="_self">Storm</a></strong>, o primeiro da sua linha com tela sensível ao toque, ao mercado brasileiro. A <strong>Tim </strong>será a primeira operadora a oferecer o Storm no país: é um &#8220;pré-lançamento&#8221; ainda.</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-9899"></span></p>
<p style="text-align: left;">O Storm vem com o básico de smartphones de hoje: GPS, câmera de 3,2 megapixels, acelerômetro, fone 3,5 mm, media player, <strong>tela de 480 x 360</strong>, 1 GB de memória (expansível com cartão microSD). Não tem Wi-Fi, e a tela sensível ao toque usa uma tecnologia chamada pela BlackBerry de SurePress (e que já rendeu <a href="http://reviews.cnet.com/smartphones/rim-blackberry-storm-verizon/4505-6452_7-33311850.html" target="_blank">críticas </a><a href="http://www.boygeniusreport.com/2008/11/20/verizon-blackberry-storm-review/" target="_blank">lá fora</a>), com teclado SureType (em modo retrato) e QWERTY (em paisagem).</p>
<p style="text-align: left;">Mais informações mais tarde, ainda hoje, neste <strong>Zumo </strong>(se a conexão da Tim funcionar nos subterrâneos do Hotel Unique, claro).</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/storm_sbs_1.jpg" rel="lightbox[9899]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9902" title="storm_sbs_1" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/storm_sbs_1-320x190.jpg" alt="storm_sbs_1" width="320" height="190" /></a><strong>Update 11h15: </strong>o aparelho vai custar 1.599 reais no plano Tim Brasil 120 e será gratuito no plano de 2000 minutos. A previsão é chegar às lojas no fim de março.</p>
<p style="text-align: left;">Será preciso, nos dois planos, contratar o serviço Blackberry ilimitado por 69 reais ao mês. O Storm vendido aqui virá com cartão microSD de 8 gb. Outros planos da Tim para o Storm não foram divulgados. (em breve, um vídeo do Storm).</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>11</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Exchange 14: a Microsoft vai mudar o Outlook online</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/02/13/exchange-14-a-microsoft-vai-mudar-o-outlook-online/</link>
		<comments>http://zumo.uol.com.br/2009/02/13/exchange-14-a-microsoft-vai-mudar-o-outlook-online/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 08:38:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Martin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Preview]]></category>
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A Microsoft investiu tanto nas suas plataformas Live (Hotmail, MSN, Spaces e tal) que, por um tempo, esqueceu que usuário corporativo também é gente.
Redmond, claro, sempre fez mudanças nos recursos do servidor Exchange, mas desde ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/02/outlook-velho.jpg" rel="lightbox[8850]"><img class="size-medium wp-image-8851  aligncenter" title="outlook-velho" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/02/outlook-velho-320x82.jpg" alt="outlook-velho" width="320" height="82" /></a></p>
<p style="text-align: left;">A Microsoft investiu tanto nas suas plataformas Live (Hotmail, MSN, Spaces e tal) que, por um tempo, esqueceu que usuário corporativo também é gente.</p>
<p style="text-align: left;">Redmond, claro, sempre fez mudanças nos recursos do servidor Exchange, mas desde sempre que conheço a versão online do Outlook (chamada atualmente de <strong>Web Access</strong>) me lembro que é algo tão limitado que até dá raiva &#8211; como dá pra perceber na pobreza de recursos da tela acima (clique para ampliar). </p>
<p style="text-align: left;">Depois de manter por anos a interface restrita e com pouca compatibilidade com outros browsers (até funciona com Firefox, mas não é tudo isso), o <strong>Outlook Live</strong> do Exchange 14 terá, nas palavras dos <a title="Microsoft Exchange Blog" href="http://msexchangeteam.com/archive/2009/02/12/450639.aspx" target="_blank">desenvolvedores do produto</a>, &#8220;<em>cool new features</em>&#8220;: maior compatibilidade com IE, Safari e Firefox, interface repaginada (com múltiplas conversações agrupadas, estilo Gmail) e até mensagens instantâneas integradas.</p>
<p style="text-align: left;">Depois do clique, um vídeo da Microsoft demonstra tudo isso, com o Outlook Live rodando em PCs e Macs sem problema (e sem precisar do IE!). Só faltou o Chrome. </p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-8850"></span></p>
<p style="text-align: left;">(a <a title="YouTube" href="http://www.youtube.com/watch?v=IMP3097oBr0" target="_blank">demo mesmo</a> começa por volta de 1:30)</p>
<p><object width="480" height="385" data="http://www.youtube.com/v/IMP3097oBr0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/IMP3097oBr0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Pelo que entendi, uma prévia do Outlook Live<a href="http://edge.technet.com/Media/Introducing-Outlook-Live/" target="_blank"> já está disponível </a>para usuários do site <a href="http://get.liveatedu.com/" target="_blank">Live@Edu</a> da Microsoft. O Exchange 14 não tem data prevista de lançamento.</p>
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		<title>VMware: smartphone virtual a caminho</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2008/11/10/vmware-smartphone-virtual-a-caminho/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 10:01:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Martin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Open Source]]></category>
		<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[Números enormes]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Smartphones]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
		<category><![CDATA[celulares]]></category>
		<category><![CDATA[VMware]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>OK, a gente já sabe que máquina virtual é uma coisa bacana para servidores (vide o que roda este <strong>Zumo </strong>que vos fala). Mas&#8230; celular com sistema operacional virtualizado é algo que eu nunca havia ouvido falar (ou imaginado uma coisa dessas). Culpe a <strong><a href="http://www.vmware.com/" target="_blank">VMware</a></strong>, que anuncia hoje uma plataforma de virtualização para celulares.</p>
<p><span id="more-5860"></span></p>
<p>Chamada de <strong><a href="http://www.vmware.com/mobile" target="_blank">VMWare Mobile Platform (MVP)</a></strong>, a nova tecnologia permite &#8216;aos fabricantes de aparelhos reduzir o tempo de desenvolvimento e lançar celulares com mais serviços. E os usuários finais poderão rodar perfis múltiplos &#8211; um para uso pessoal e outro para profissional &#8211; no mesmo aparelho&#8217;. (<em>nota do Zumo: o Nokia E71 faz isso com um sistema operacional só, mas sem os recursos de virtualização)</em>.</p>
<p>A idéia é inserir uma camada de software no celular que separa os aplicativos e os dados do hardware, rodando em modo de pouco consumo de energia e memória. Pelo que entendi, os fabricantes agora vão poder criar software e sistema operacional para o celular que funcionam de modo independente do hardware. Assim fica mais fácil portar o software para distintos aparelhos.</p>
<p>Se você pensar que hoje em dia os fabricantes tendem cada vez mais a usar sistemas operacionais open source &#8211; vide Android, o futuro Symbian e várias coisas que a Motorola já fez -, isso (se funcionar direito) vai ser uma mão na roda para popularizar sistemas abertos e &#8220;poderosos&#8221;. Crie um sistema que funciona em todos &#8211; poupa tempo e recursos dos desenvolvedores.</p>
<p>Do ponto de visa do consumidor, tem o lance dos perfis múltiplos (ei, eu tenho um smartphone 24&#215;7, quero usar corporativo de dia e pessoal à noite) e uma novidade que parece interessante &#8211; criar &#8220;personas&#8221; no celular que são transferidas de um aparelho para outro com todas as suas configurações <em>(de novo, seria algo parecido com o que a Nokia já faz &#8211; tem um assistente de migração que copia arquivos, mensagens, contatos, música, fotos, vídeos etc &#8211; de um dispositivo para outro</em>).</p>
<p>O comunicado oficial da VMWare cita uma analista do Gartner que prevê que &#8220;até 2012, mais de 50% dos smartphones terão sistemas virtualizados&#8221;. Entretanto, não cita potenciais parceiros de hardware ou até mesmo de software para a empreitada do MVP.</p>
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