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	<title>Zumo Blog: Tecnologia. Opinião. Inteligência. &#187; Entrevista</title>
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	<description>Tecnologia. Opinião. Inteligência</description>
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		<title>IDF 2009: Moblin 2.0 em video</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/09/25/idf-2009-moblin-2-0-em-video/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 05:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Nagano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Intel]]></category>
		<category><![CDATA[Linux e Open Source]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[portáteis]]></category>
		<category><![CDATA[atom]]></category>
		<category><![CDATA[moblin]]></category>
		<category><![CDATA[netbook]]></category>

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		<description><![CDATA[Tivemos a felicidade de encontrar Sulamita Garcia do Centro de Tecnologia de Código Aberto da Intel da Intel que faz parte do grupo do Moblin 2.0 e que reservou alguns minutos de seu tempo para nos explicar o produto em português.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-17821 aligncenter" title="moblin_20" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/09/moblin_20.jpg" alt="moblin_20" width="500" height="341" /></p>
<p style="text-align: left;"><strong>IDF 2009 —</strong> Para aqueles que acharam meio complicado entender os que foi dito nos vídeos anteriores do IDF, tivemos a felicidade de encontrar <strong>Sulamita Garcia</strong> profissional de marketing técnico para EMEA do Centro de Tecnologia de Código Aberto da Intel e que reservou alguns minutos de seu tempo para nos demonstrar o <strong>Moblin 2.0</strong> no nosso idioma nativo.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><span id="more-17820"></span></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="457" height="368" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="window" /><param name="src" value="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=337547&amp;start_loading=false&amp;start_paused=true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="457" height="368" src="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=337547&amp;start_loading=false&amp;start_paused=true" wmode="window" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;">
<p>Mais informações no site da iniciativa: <a href="http://moblin.org/" target="_blank">moblin.org</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Distribua Mágoas, um hit do Facebook sem coisas fofinhas</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/08/05/distribua-magoas-um-hit-do-facebook-sem-coisas-fofinhas/</link>
		<comments>http://zumo.uol.com.br/2009/08/05/distribua-magoas-um-hit-do-facebook-sem-coisas-fofinhas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 08:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Martin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Fun Stuff]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[developer]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>

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		<description><![CDATA[No papo que tive com o Mark Zuckerberg (e com o Rodrigo Schmidt), veio à tona o uso do Distribua Mágoas, um aplicativo pra você mandar... mágoas para outras pessoas pelo Facebook na comunidade brasileira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/magoas.jpg" rel="lightbox[15962]"><img class="size-full wp-image-15963 aligncenter" title="Algumas mágoas distribuídas pelo Facebook" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/magoas.jpg" alt="Algumas mágoas distribuídas pelo Facebook" width="550" height="371" /></a></p>
<p>O ambiente faz a rede social crescer, pelo menos é o que o <a href="http://zumo.uol.com.br/2009/08/03/com-1-3-mi-de-brasileiros-online-facebook-quer-desenvolvedores-locais/" target="_self">pessoal do Facebook acredita</a>. No <a href="http://zumo.uol.com.br/2009/08/03/com-1-3-mi-de-brasileiros-online-facebook-quer-desenvolvedores-locais/" target="_self">papo que tive com o Mark Zuckerberg (e com o Rodrigo Schmidt)</a>, veio à tona o uso do <strong>Distribua Mágoas</strong>, um aplicativo pra você mandar&#8230; <strong>mágoas</strong> para outras pessoas pelo Facebook na comunidade brasileira. Não que seja o mais usado de todos os tempos, mas que faz algum barulho  (eu sempre rio quando vejo &#8220;<em>Fulano mandou um Vanessão pra fulana&#8221;)</em>.</p>
<p>Falei por e-mail com o Vinicius Yamada, que criou o Mágoas para se divertir &#8211; e aos amigos também. Leia a entrevista depois do clique.</p>
<p><span id="more-15962"></span></p>
<p><em><strong>Zumo: De onde veio a ideia de criar o aplicativo?<br />
Vinicius Yamada: </strong></em>Dos momentos de ócio mesmo. <strong>Eu estava enfadado de receber árvores, corações e peixes pelo Facebook</strong>. Eu possuía certo conhecimento em programação e achei que não seria impossível desenvolver um aplicativo que fosse mais irônico e mais fútil que as flores virtuais. A idéia do título foi inspirado no termo &#8220;mágoa&#8221;, que é muito usado por personagens da noite paulistana; como ícone escolhi a performer<strong> <a title="Google!" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=bianca+ex%C3%B3tica&amp;btnG=Pesquisa+Google&amp;meta=&amp;aq=f&amp;oq=" target="_blank">Bianca Exótica</a></strong>.</p>
<p><em><strong>Zumo: Quem distribui mais mágoas? homem ou mulher?<br />
Yamada: </strong></em>Acredito que as <strong>mulheres enviam mais</strong> e os <strong>homens recebem mais</strong>! (rs) Mas há mágoas para ambos.<br />
<em><strong><br />
Zumo: Qual a mágoa mais popular? Você troca a lista de tempos em tempos?<br />
Yamada: </strong></em>A mais popular é a primeira, a Vanessão, do<a href="http://www.youtube.com/watch?v=OjdFsDo3hjY" target="_blank"> famigerado video do YouTube</a>. Posteriormente uma amiga criou um aplicativo totalmente dedicado ao Vanessão. A lista não troco, atualizo algumas e adiciono outras; recebo muitos e-mails com sugestões. Acabo removendo algumas também para que o humor não caia em ofensa vulgar. Quando o Clodovil faleceu, retirei uma mágoa que era relacionada a ele.<br />
<em><strong><br />
Zumo: Distribuir mágoas parece que você quer dar um presente para um inimigo, e no final o pessoal usa pra sacanear os amigos. Era essa a intenção mesmo?<br />
Yamada: </strong></em>Sim, era totalmente para humor entre amigos mesmo. Algumas pessoas têm resistência no começo, só descobrem do que se trata quando de fato utilizam. Acredito que a mágoa<em> &#8220;amigo furando seus zóio&#8221; </em>representa a alma do aplicativo. Uma vez mandei<em> &#8220;goma de mascar no cabelo&#8221;</em> para uma pessoa que falou mal de mim pelas costas. Ela elogiou o aplicativo e enviou <em>&#8220;giletada de travesti pra mim&#8221;</em>. Retribuí com a <em>&#8220;gripe suína&#8221;</em> e assim prosseguiu, até ficamos mais intimos.</p>
<p><strong><em>Zumo: O que está além do Facebook para o Distribua Mágoas? Orkut? Outras redes? Dominação mundial?<br />
</em></strong><em><strong>Yamada: </strong></em>Pretendo atingir outras redes, indubitavelmente, mas o<strong> foco inicial é o Facebook</strong>. Busco pessoas que possam colaborar com versões em outros países. Mas dominação mundial é mágoa! Nunca achei, por exemplo, que Mark Zuckerberg me citaria.<em> (Nota do Zumo: foi o Rodrigo Schmidt, engenheiro de software que citou, mas beleza. Sem mágoa, né? : P)</em></p>
<p><em><strong>Zumo: Você viu o lance da <a href="http://zumo.uol.com.br/2009/08/04/facebook-cria-premio-para-desenvolvedor-no-brasil/" target="_blank">competição do Facebook</a>? Vai participar? Tem outros aplicativos em mente?<br />
Yamada: </strong></em>Vi sim, pretendo participar. Estou com dois aplicativos em mente, ainda a criar.</p>
<p><em><strong>Zumo: E, finalmente, tem algum jeito de ganhar dinheiro com isso?<br />
Yamada: </strong></em>O marketing de uma grande rede de TV do exterior entrou em contato e, no Brasil, uma empresa de comunicação, mas em fase de negociação ainda. No momento busco colaboradores e investidores para o portal <a href="http://www.distribuamagoas.com.br/" target="_blank">www.distribuamagoas.com.br</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Google Wave quer ser amigo do Orkut (e botar ordem na casa)</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/06/29/google-wave-quer-ser-amigo-do-orkut-e-botar-ordem-na-casa/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 19:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Martin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[wave]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google Wave sempre me pareceu mais um agregador de caos à overdose de informações diárias. Um substituto para o e-mail, redes sociais, chat, imagens, vídeos, tudo em tempo real - mas existe esperança em meio à potencial desordem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-14415 aligncenter" title="google wave" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/06/wave_google.jpg" alt="google wave" width="550" height="358" /></p>
<p>O <strong><a href="http://wave.google.com/" target="_blank">Google Wave</a></strong>, pelo menos desde a primeira vez que ouvi falar do produto, me pareceu mais um <strong>agregador de caos </strong>à overdose de informações que temos/recebemos todos os dias. Um substituto para o e-mail, redes sociais, chat, imagens, vídeos, tudo em tempo real &#8211; a ideia é de que mais desordem estaria a caminho com o futuro lançamento do serviço.</p>
<p>Um papo rápido com <a href="http://www.flickr.com/photos/niallkennedy/3574264914/" target="_blank"><strong>Stephanie Hannon</strong></a>, gerente de produto Wave no Google, tirou algumas dúvidas.</p>
<p><span id="more-14413"></span>Hannon fez uma completa (e longa) demonstração hoje de manhã para desenvolvedores brasileiros durante o Google Developer Day 2009. Falou do imediatismo do serviço, demonstrou recursos, plug-ins e robôs de terceiros integrados ao Wave, como ele funciona no celular e até mesmo o Wave dentro do nosso velho e bom Orkut (sim, isso está nos planos do Google). Mas e a desordem?</p>
<p>&#8220;Organização de informações é um desafio enorme&#8221;, diz a gerente. &#8220;Precisamos de um modo de gerenciar tanta informação. Uma alternativa é criar tags públicas numa &#8220;wave&#8221; (<em>o nome para cada mensagem trocada no sistema</em>). Aqui, estamos usando GDD, por conta do Google Developer Day, por exemplo. Mas podemos ordenar as informações usando pastas, buscas salvas, medir resultados pela relevância para conseguir funcionar. Mas ainda é um desafio&#8221;, afirma.</p>
<p>Relevância, como a maioria dos produtos do Google, é importantíssima para o Wave. Seu sistema de correção ortográfica não checa palavras em um dicionário, mas sim sua relevância na frase (desse modo, podemos escrever &#8220;caminho dos índios&#8221; e o Wave &#8220;entende&#8221; que estamos falando da novela &#8220;caminho das índias&#8221;, isso automaticamente).</p>
<p>O fato é que o Wave ainda está longe do lançamento oficial. Aberto no mês passado em um beta fechado para desenvolvedores durante o Google I/O, Hannon conta que o produto levou dois anos para tomar forma nas mãos de uma equipe formada por uma média de 50 pessoas, a maioria engenheiros, todos baseados no escritório da Austrália. &#8220;Lançamento? Vai ser ainda este ano. Pense que um serviço do Google tem de ser feito para milhões de pessoas usarem. Tem de ter escala, muito teste, e agora é a hora dos desenvolvedores nos ajudarem com o uso da API do produto&#8221;, comenta.</p>
<p>O futuro do Wave, entretanto, pode revelar grandes novidades: chats com áudio e vídeo, integração com sistemas de mensagens instantâneas e outras redes sociais, como o próprio Orkut, com um &#8220;embed&#8221; do Wave dentro da página do site, compartilhar calendários, arquivos MP3, documentos de texto. &#8220;Queremos fazer isso, no futuro&#8221;.</p>
<p>&#8220;Empresas também são um desafio&#8221;, diz a gerente. O Wave tem um recurso de &#8220;federação&#8221; que permite a outras companhias rodarem seus próprios &#8220;Waves&#8221; dentro dos seus servidores, compartilhando dados com &#8220;Waves&#8221; públicos, como o do próprio Google, usando o mesmo protocolo. &#8220;O Wave tem um potencial enorme em aplicativos de fluxo de trabalho&#8221;, afirma. Imagine o sistema integrado a um Google Docs, por exemplo. &#8220;Outros passos futuros incluem integrar e-mails em um &#8216;wave&#8217; mesmo quando a pessoa não usa o Wave.&#8221;</p>
<p>Ah, sim, Stephanie, mas o Wave pode vir a substituir o Gmail (ou o e-mail) algum dia? &#8220;Se formos bem-sucedidos, quem sabe em dez anos. Wave ainda é uma ferramenta de comunicação suplementar, temos tempo ainda. Ao migrar para o Wave, os usuários irão perceber que a mensagem é o mais importante&#8221;. E vai fazer dinheiro em algum momento? &#8220;Bem, o Google é uma empresa que preza pela inovação, e é o que estamos fazendo agora. Afinal, servidores e a infra-estrutura tecnológica custam dinheiro de verdade. Vamos implementar algo no futuro, agora a experiência do usuário é mais importante&#8221;, conclui.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cinco minutos com Katherine &#8220;Dreamworks&#8221; Swanborg</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/05/20/cinco-minutos-com-katherine-dreamworks-swanborg/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 11:43:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Nagano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alta Definição]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Fun Stuff]]></category>
		<category><![CDATA[Linux e Open Source]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[computergraphics]]></category>
		<category><![CDATA[dreamworks]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava eu na sala de imprensa do evento da HP ontem quando topei por acaso com Katherine Swanborg,  executiva de tecnologia da Dreamworks que visita o Brasil pela primeira vez a convite da HP e que gentilmente respondeu algumas perguntas para este Zumo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-12901 aligncenter" title="hp_katherine_swanborg" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/hp_katherine_swanborg.jpg" alt="hp_katherine_swanborg" width="500" height="402" /></p>
<p style="text-align: left;">Estava eu na sala de imprensa do evento da HP ontem quando topei por acaso com <strong>Katherine Swanborg</strong>, <strong> </strong>executiva de tecnologia da DreamWorks que visita o Brasil pela primeira vez a convite da HP e que gentilmente respondeu algumas perguntas para este <strong>Zumo</strong>.</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-12900"></span>Conheci Swanborg no <a href="http://zumo.uol.com.br/2008/06/08/ich-bin-ein-berliner/" target="_blank">evento da HP no ano passado em Berlin</a> quando ela fez uma enfática declaração afirmando que a HP salvou toda a indústria de animação por computador graças ao desenvolvimento dos monitores LCD com tecnologia DreamColor, capaz de reproduzir cores em 10 bits — na época uma novidade — mas hoje parte integrante da linha de workstations HP incluindo algumas versões móveis.</p>
<p style="text-align: left;">Não sei por que cargas d&#8217;agua, essa frase ficou gravada na minha memória e aproveitei a oportunidade para perguntar a ela se na época o problema na época era realmente sério. Ela respondeu que sim, já que nos primórdios da empresa todo o trabalho em computação gráfica era feito basicamente em equipamentos da Silicon Graphics e caríssimos monitores Barco. Com a revolução do PC, vieram também os monitores de tubo que, devidamente calibrados, garantiam que aquilo que os artistas viam em seus computadores seria seria o mesmo visto no cinema. A crise veio com o fim da produção dos CRTs e a ascenção monitores LCD e seu limitado gamut de cores.  A resposta encontrada junto com a HP foi o desenvolvimento de toda uma tecnologia que garantisse a fidelidade de cores durante todo o processo de produção dos filmes e que os monitores DreamColor é apenas uma parte dessa s0lução.</p>
<p style="text-align: left;">Quando perguntei a executiva se foi muito complicado vender esse peixe para a HP, ela disse que até que não já que a sua parceira percebeu de cara o potencial ($$$) dessa tecnologia de modo que eles toparam o desafio. Ela explicou que sob um certo ponto de vista, a DreamWorks é uma empresa relativamente pequena que trabalha no limite da tecnologia e que por causa disso é um ótimo campo de provas onde a HP pode experimentar seus novos produtos e soluções.</p>
<p style="text-align: left;">Ela até confessou que no passado sua empresa chegou a considerar outras parcerias tecnológicas — incluindo empresas bem grandinhas como a IBM — mas que a preferência recaiu sobre a HP devido a sua tradição de ser uma empresa que valoriza o poder da invenção e a inovação tecnológica. É um pessoal e entende mais facilmente as nossas necessidades, comenta ela.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-12905 aligncenter" title="mva004" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/05/mva004.jpg" alt="mva004" width="500" height="419" /></p>
<p style="text-align: left;">Outro assunto que levantei foi o grande salto tecnológico que viabilizou o desenvolvimento de novas tecnologias — cujo exemplo mais célebre é o filme <strong>Monstros versus Aliens</strong> — a primeira produção da empresa especificamente concebido para ser em 3D. Se levarmos em consideração que para obter o efeito estereoscópico é necessário renderizar dois quadros ligeiramente diferentes para cada um gerado hoje numa animação convencional, isso significa que a demanda de trabalho simplesmente aumentou em 100%!</p>
<p style="text-align: left;">Por causa disso, eu perguntei para Katherine que com todo esse poder de fogo proporcionado pelos novos computadores (incluindo a bombástica decisão de migrar da plataforma  AMD para Intel) o quanto isso estaria sendo direcionado na produzir efeitos visuais mais impressionantes ou produzir mais filmes em menos tempo.</p>
<p style="text-align: left;">Katherine explicou que sua empresa está ciente desse dilema e que procura manter uma relação balanceada entre não limitar (tecnologicamente) a criatividade dos artistas e manter um bom ritmo de produtividade, o que de um certo modo está sendo bem administrado já que a sua empresa tem a intenção de lançar algo em torno de três filmes por ano, um ritmo impressionante se levarmos em consideração que a Disney — nos tempos áureos pós-Pequena Sereia — conseguia lançar apenas um filme por ano, e isso com várias equipes trabalhando paralelamente em diversos projetos ao mesmo estágios de desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: left;">Finalmente, eu perguntei se DreamWorks estaria disposta a produzir um filme especificamente em 2D se a história assim o exigisse. Ela disse que não, já que ela acredita que o 3D em computergraphics terá o mesmo impacto da chegada dos filmes em cores, ou seja, ele veio para ficar.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ainda em tempo:</strong></span></p>
<p style="text-align: left;">Durante sua apresentação para a imprensa, Katherine revelou que todos os sistemas utilizados na produção dos filmes da DreamWorks foram escritos e só rodam em <strong>Linux</strong> (uia!) — e isso minutos depois da apresentação da Microsoft onde o representante da empresa  jogou um monte de confete sobre o Windows 7. Para evitar uma possível saia justa, a executiva explicou depois que os notebooks da empresa (incluindo o dela) rodam com o SO de Redmond.</p>
<p style="text-align: left;">
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]]></content:encoded>
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		<title>TomTom quer fabricar GPS no Brasil</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/04/06/tomtom-quer-fabricar-gps-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 15:39:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Martin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[gps]]></category>
		<category><![CDATA[tomtom]]></category>

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		<description><![CDATA[
O mercado local de aparelhos de GPS (ou dispositivos pessoais de navegação) é pequeno, muito pequeno no Brasil (e vizinhos) &#8211; mas é uma questão de &#8220;ainda é pequeno&#8221;, na visão de Benoit Simeray, vice-presidente ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="TomTom One" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/05/tomtomone-01.jpg" alt="" width="500" height="379" /></p>
<p>O mercado local de aparelhos de <strong>GPS </strong>(ou dispositivos pessoais de navegação) é pequeno, muito pequeno no Brasil (e vizinhos) &#8211; mas é uma questão de &#8220;<strong>ainda</strong> é pequeno&#8221;, na visão de Benoit Simeray, vice-presidente sênior para América Latina da <a href="http://www.tomtom.com" target="_blank"><strong>TomTom</strong></a>.</p>
<p>Este <strong>Zumo</strong> (<em>homônimo sem querer de um GPS da concorrente Garmin, por sinal</em>) conversou sobre os rumos do GPS (<em>ahn, ahn?</em>) na região e para onde vamos (<em>oh, não, de novo!</em>). Falando sério agora, os caras têm planos de começar a fabricar esses gadgets por aqui para deixar a tecnologia mais barata e popular.</p>
<p>Mais de Benoit, TomTom e GPS depois do clique.</p>
<p><span id="more-11094"></span></p>
<p><strong>Zumo &#8211; Primeiro, como está o mercado de GPS hoje no Brasil?<br />
</strong></p>
<p><strong>Benoit Simeray &#8211; </strong>&#8220;2008 foi um bom ano. Estamos crescendo no Brasil, começamos a operação no fim de 2007 e já somos responsáveis por cerca de 20% do mercado de GPS. Em 2007, foram vendidos, no geral, cerca de 50 mil dispositivos de navegação, número que pulou para 150 mil em 2008.&#8221;</p>
<p><strong>E isso é um mercado pequeno?</strong></p>
<p>&#8220;Sim, sentimos que o mercado é muito muito pequeno ainda. Compare com o número total de carros nas ruas, nem 1% deles tem um GPS. O mercado está começando agora e ainda é insignificane perto do que pode ser em alguns anos&#8221;</p>
<p><strong>OK, mas estamos em um momento de crise, mas nem todo mundo vai comprar um GPS agora, certo?</strong></p>
<p>&#8220;2009 é um ano de transição, com uma crise global. Para o Brasil, sentimos que o maior impacto está na moeda, que se desvalorizou. E quanto mais caro um aparelho, menos as pessoas têm acesso a ele. De qualquer maneira, o ano será de crescimento, o mercado deve passar para 200 mil, 250 mil unidades vendidas.&#8221;</p>
<p><strong>E como fazer o comprador decidir por um aparelho?</strong></p>
<p>&#8220;Queremos que o mercado decole no Brasil. Mas, para isso, é preciso quebrar algumas barreiras. Primeiro, o preço. Hoje, no Brasil, você encontra um aparelho básico por 799, 899 reais em média &#8211; se for de uma boa marca, claro. Isso dá uns 300 dólares para um aparelho que,  nos Estados Unidos, custa uns 160 dólares. Já estamos trabalhando para resolver esse problema.</p>
<p>Segundo, o conteúdo adicional e serviços. Você pode comprar um aparelho e atualizar mapas, baixar a versão mais recente do aplicativo. Na média, em números globais, 15% das ruas mudam a cada ano. Temos a opção, chamada Map Share, onde os usuários ajudam a atualizar as informações do GPS. Só no Brasil já tivemos 50 mil &#8220;coleções&#8221; compartilhadas por usuários. Esse recurso é checado por moderadores. O básico é fornecer um bom serviço de direções ao consumidor. Em um estágio mais avançado, mais serviços com dados de câmeras, radares etc.&#8221;</p>
<p><strong>De que modo reduzir o preço então?</strong></p>
<p>&#8220;Com um menor preço, você vende mais, massifica o produto. Em algum momento teremos que produzir aparelhos no Brasil. É algo que ainda estamos em fase de &#8220;investigação&#8221;, afinal não dá para fabricar sem ser muito grande localmente. Ninguém consegue ser bem-sucedido sem fabricação local, isso limita a sua participação de mercado. Veja a Apple no Brasil, por exemplo&#8221;.</p>
<p><strong>Os celulares com GPS integrado e serviços de mapas estão cada vez mais populares.</strong></p>
<p>&#8220;Celulares, ou melhor, smartphones com GPS, ainda não decolaram, mas começam a crescer cada vez mais em popularidade. Tem que prestar atenção pois é um mundo mais complexo, muitos deles têm mapas que vêm da operadora, acredito que hoje seja mais para uma versão complementar de navegação, mais para pedestres do que carros.</p>
<p>Veja um Google Maps, por exemplo, uso quando estou em casa e quero buscar um restaurante na área onde estou. De qualquer modo, a tecnologia vai progredir e logo veremos esse tipo de serviço nos carros também.&#8221;</p>
<p><strong>E como serão os GPS de amanhã?</strong></p>
<p>&#8220;É difícil prever essa tecnologia para cinco anos, é algo muito distante ainda. Em dois anos, vejo que aparelhos integrados aos carros serão cada vez mais populares, e novos aplicativos de localização irão surgir para ajudar a encontrar cada vez mais coisas perto de onde você estiver. Na Europa, informações sobre o trânsito em tempo real são cada vez mais necessárias. Já oferecemos um serviço chamado HD Traffic, em parceria com a operadora Vodafone &#8211; usamos o &#8220;congestionamento&#8221; de celulares para calcular o trânsito em uma região.&#8221;</p>
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		<title>3 minutos (ou quase) sobre 3G e LTE</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/03/19/3-minutos-ou-quase-sobre-3g/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 19:52:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Martin</dc:creator>
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Conversei hoje cedo com Erasmo Rojas, diretor para América Latina e Caribe do 3G Americas, entidade que promove, divulga e defende a adoção do padrão GSM na região. No final, fiz um vídeo rápido com ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-10579" title="vídeo depois do clique ;)" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/rojas.jpg" alt="vídeo depois do clique ;)" width="413" height="334" /></p>
<p style="text-align: left;">Conversei hoje cedo com <strong>Erasmo Rojas</strong>, diretor para América Latina e Caribe do <a href="http://www.3gamericas.org/" target="_blank">3G Americas</a>, entidade que promove, divulga e defende a adoção do padrão GSM na região. No final, fiz um vídeo rápido com Rojas explicando um pouco como está a questão do 3G no Brasil e na América Latina, sobre o uso de smartphones mais simples para popularizar a internet móvel e como o 3G Americas vê a adoção do novo padrão LTE (ou 4G, para os íntimos).</p>
<p style="text-align: left;">Veja no vídeo depois do clique (apesar de Rojas morar no Texas, sim, ele fala português com umas pitadinhas de espanhol).</p>
<p><span id="more-10578"></span></p>
<p style="text-align: center;"><object width="415" height="336" data="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=185043&amp;start_loading=false&amp;start_paused=true" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=185043&amp;start_loading=false&amp;start_paused=true" /></object><br />
(<a href="http://mais.uol.com.br/view/185043">link para o vídeo</a>)</p>
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		<title>iPhone 3.0: hardware do telefone original limita recursos</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/03/17/iphone-30-hardware-do-telefone-original-limita-recursos/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 18:50:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Martin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Apple]]></category>
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		<description><![CDATA[A]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/sdk-30.jpg" rel="lightbox[10453]"><img class="aligncenter size-full wp-image-10454" title="sdk-30" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/sdk-30.jpg" alt="sdk-30" width="500" height="322" /></a>Falei agora com a <strong>Apple Brasil</strong> (sim, a <em>entidade </em>Apple) para ver (e rever) o que eles acham de mais importante no software 3.0 do <a href="http://zumo.uol.com.br/tag/iphone" target="_self">iPhone</a>. E, sim, alguns dos novos recursos não funcionam no iPhone original porque o hardware é diferente da geração atual (3G) &#8211; mais notadamente os de mensagens multimídia e do Bluetooth estéreo.</p>
<p><span id="more-10453"></span>A Apple faz uma divisão importante no anúncio de hoje (como eu fiz no resumo do <a href="http://zumo.uol.com.br/2009/03/17/o-bingo-do-iphone-30-ao-vivo/" target="_self">bingo ao vivo</a>): existem as notícias para usuário final e as notícias para desenvolvedores. A primeira delas é a integração de buscas via Spotlight no iPhone &#8211; &#8220;ele acha conteúdos em tudo, traz uma lista de coisas relacionadas&#8221;, afirma a empresa. Mensagens multimídia, que tenho conhecimento (e pouco uso) desde meu primeiro celular GSM em 2003, são outra novidade: dá para enviar fotos e mensagens de voz por MMS.</p>
<p>Entre os aplicativos da própria Apple, o destaque vai para o novo gravador de voz (antes era preciso comprar um programa). O iPod nano mais recente empresta seu recurso &#8220;shake to shuffle&#8221; para o iPhone, para ativar as músicas randômicas quando o aparelho é levemente chacoalhado (se não me engano, alguns modelos da Sony Ericsson fazem isso também). O aplicativo Bolsa terá novos recursos, mas eu não tenho ações em bolsa para checar a todo momento (e adoraria apagar esse programa do meu iPod touch). Ah, e claro, o copiar e colar, tão esperado.</p>
<p>No lado desenvolvedor, o avanço é grande. São mais de 1.000 APIs disponíveis para os programadores (não encontrei no <a href="http://developer.apple.com/iphone/program/sdk.html" target="_blank">site da Apple</a> uma lista enorme com todas&#8230;). Os destaques bacanas que podem significar aplicativos bacanas para o usuário final:</p>
<p>1) In App Purchase: é a capacidade de vender itens dentro de aplicativos agora mais &#8220;modulares&#8221; &#8211; fases novas de games, capítulos e livros, revistas e por aí vai.</p>
<p>2) Apple Push Notification: permitir que processos de programas continuem funcionando mesmo com o programa fechado. Antes funcionava apenas com SMS e e-mail (acusando o recebimento de novas mensagens). Não é à toa que o exemplo dado pela Apple tenha sido o Meebo, de mensagens instantâneas.</p>
<p>3) conectividade ponto a ponto: yay, transforme seu iPhone num PSP e jogue online, em rede Bluetooth, com os amiguinhos em volta.</p>
<p>4) Mapas: a liberação do uso da API do Google Maps em outros aplicativos vai criar uma nova onda de programas de localização (e finalmente popularizar os mapas com voz no iPhone)</p>
<p>5) Acesso à biblioteca de músicas do iPhone &#8211; programas podem acessar músicas, podcasts ou áudi0-livros direto da biblioteca, para seu &#8220;próprio&#8221; uso. Imagino um aplicativo Genius &#8220;sarado&#8221; no aparelho em breve.</p>
<p>6) Integração dos aplicativos com acessórios. Em breve, na App Store, um localizador de mapas que mede sua glicose no sangue (é piada, ok?). Agradeço por equalizadores aprimorados para iPhone e iPod touch.</p>
<p>Tudo isso vai fomentar ainda mais o já enorme mercado de aplicativos para iPhone. A Apple diz que o iPhone 3.0 sai no verão norte-americano &#8211; mas conhecendo o velho e bom calendário da Apple, a data deve casar com o anúncio de uma nova versão do hardware do aparelho. A conferir.</p>
<p><strong>Em tempo: </strong>o lance da &#8220;entidade&#8221; é uma piada mesmo. Falei com o Fábio Ribeiro, engenheiro de sistemas da Apple Brasil. ; )</p>
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		<title>SpinVox transforma voz em texto (e agora chega ao Brasil)</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 13:53:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Martin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
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Trate com respeito o carinha aí da foto acima. Ele é um Speech Mobster, um mafioso&#8230; da voz. Ganhei esse boneco ao acaso, ano passado, ao andar pelos corredores da CTIA Wireless 2008, em Las ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/spinvox-02.jpg" rel="lightbox[9789]"><img class="aligncenter size-full wp-image-9829" title="spinvox-02" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/spinvox-02.jpg" alt="spinvox-02" width="500" height="500" /></a></p>
<p>Trate com respeito o carinha aí da foto acima. Ele é um <a title="Flickr Pool" href="http://www.flickr.com/groups/669012@N21/pool/" target="_blank">Speech Mobster</a>, um mafioso&#8230; da voz. Ganhei esse boneco ao acaso, ano passado, ao andar pelos corredores da CTIA Wireless 2008, em Las Vegas, com a <a href="http://odontopalm.com.br/gsf/" target="_blank">Bia Kunze</a>. Um cara da <a href="http://www.spinvox.com/" target="_blank"><strong>SpinVox </strong></a>veio correndo atrás da gente &#8211; era um estande cheio desses bonequinhos.</p>
<p>Ele falou da empresa &#8211; um lance de transformar voz em texto &#8211; e nos deu esse boneco (e um press kit, claro). A Bia não quis caregar o trambolho pra casa (ele vinha em um saco plástico inflável), e eu fiquei com o curioso Speech Mobster. Agora, descubro que a SpinVox está chegando ao Brasil. E realmente transforma voz em texto &#8211; o índice de acerto, diz a empresa, fica em torno de 95%.</p>
<p>No Brasil, apesar de nenhuma operadora oferecer o serviço ainda, já dá para fazer um teste ligando do celular para um número específico (testei e funcionou direitinho). Em breve, estará disponível o recurso de transformar seu correio de voz em mensagens de texto (eu sou um beta tester disso, por sinal).</p>
<p>Lá fora, existem inúmeros outros recursos para a SpinVox, incluindo integração com Skype (anunciado esta semana na Cebit 2009) e até um que permite falar posts para um blog &#8211; será esse o verdadeiro &#8220;live blog&#8221;?</p>
<p><span id="more-9789"></span> Falei por telefone e por e-mail com o Fabio Alves, responsável pela operação <span style="text-decoration: line-through;">latino-americana</span> brasileira da SpinVox, e ele explicou um pouco melhor como funciona o serviço e qual a estratégia para o mercado brasileiro.</p>
<p>Aí vai um resumo do nosso papo:</p>
<p><em><strong>Zumo =&gt; O que é Spinvox?</strong></em></p>
<p><strong>Fabio Alves=&gt;</strong> SpinVox é uma empresa que faz uma coisa realmente bem feita: conversão de voz a texto. O interessante para nós e nossos clientes é que esse serviço se extende a diversas áreas: de correio de voz a blogs ajudando as pessoas a melhorar seus negócios, tornando a comunicação mais eficiente.</p>
<p>O nosso serviço principal para recados do correio de voz converte as mensagens em texto e entrega via SMS ou e-mail, garante que você nunca precise ligar para escutar suas mensagens. Dessa maneira, com as mensagens digitalizadas, as mesmas podem ser salvas, encaminhadas, apagadas, etc. Descobrimos também que é 7 vezes mais rápido ler seus recados do correio de voz que ouví-los da maneira tradicional.</p>
<p><em><strong>Zumo =&gt; </strong></em><strong><em>Algum outro serviço além dos recados? </em><br />
</strong></p>
<p><strong>Fabio =&gt; </strong>Nós criamos também um serviço para “falar um texto”, o que poderá fazer com que digitar um texto com os dedos venha a ser coisa do passado. Trata-se de um conceito muito interessante. Poderá usá-lo, a princípio, os clientes das operadoras de telefonia com quem tivermos o serviço lançado.</p>
<p><em><strong>Zumo =&gt; </strong><strong>Como faço para testar?</strong></em></p>
<p><strong>Fabio =&gt; </strong>Basta ligar do celular para<strong> (11) 4063-9945 </strong>ou <strong>(21) 4063-9945</strong> e deixar um recado. Em breve a pessoa recebe o texto convertido via SMS.</p>
<p><em><strong>Zumo =&gt; </strong></em><strong><em>O serviço é pago? </em><br />
</strong></p>
<p><strong>Fabio =&gt;</strong> Existem diversos modelos de negócios e maneiras de se oferecer este serviço, até mesmo não cobrando nada pelo mesmo, como faz a <a title="YouTube" href="http://www.youtube.com/watch?v=5f_lAc-2Agc" target="_blank">Vodafone na Espanha</a>, enquanto outros cobram uma tarifa mensal. Tudo depende do mercado local.</p>
<p><em><strong>Zumo =&gt; </strong><strong>Como vai funcionar a SpinVox no Brasil?</strong></em></p>
<p><strong>Fabio =&gt;</strong> Os principais clientes da SpinVox são as operadoras de telefonia celular. Estamos trabalhando para que o serviço esteja disponível <strong>em breve no Brasil</strong>. Inicialmente vamos oferecer a caixa postal. Outras aplicações serão implementadas em breve.</p>
<p><em><strong>Zumo =&gt; </strong><strong>Com quantas operadoras a SpinVox já trabalha no mundo?</strong></em></p>
<p><strong>Fabio =&gt; </strong>Começamos a nos focar nas operadoras em 2007 e em apenas dois anos estamos operando comercialmente com 13 operadoras em 5 continentes, incluindo Vodafone na Espanha e Movistar no Chile. Esperamos dobrar esse número até o fim do ano.</p>
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		<title>O que pode vir depois do Full HD?</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 11:52:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Nagano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alta Definição]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[TV digital]]></category>
		<category><![CDATA[Zumo na Coréia 2008]]></category>
		<category><![CDATA[HDTV]]></category>
		<category><![CDATA[samsung]]></category>
		<category><![CDATA[ultraHD]]></category>

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Zumo na Coréia 2008 (momento flashback)  — Hoje de manhã eu me lembrei de algo que me deixou meio encafifado desde que o Zumo voltou da Coréia no ano passado.
Numa entrevista com Sang-heung Shin, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-7854" title="no_camera" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/01/no_camera.jpg" alt="no_camera" width="500" height="346" /></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://zumo.uol.com.br/category/zumo-no-japao-2007/zumo-na-coreia-2008/" target="_self">Zumo na Coréia 2008 (momento flashback)</a></strong><strong> </strong></span> — Hoje de manhã eu me lembrei de algo que me deixou meio encafifado desde que o Zumo voltou da Coréia no ano passado.</p>
<p>Numa entrevista com <strong>Sang-heung Shin</strong>, vice-presidente sênior da divisão de Visual Display da Samsung, tive a oportunidade de perguntar se o Full HD seria o padrão de vídeo ideal para todas as aplicações de TV, ou se poderíamos esperar por algo de novo num futuro próximo.</p>
<p>Shin respondeu que seu grupo já tem funcionando em seus laboratórios um protótipo do sucessor do Full HD,  que ele chamou de <strong>Ultra HD. </strong>Sua resolução nativa é de 7.680 x 4.320 pixels no padrão 16:9, algo como um retângulo formado por <span style="text-decoration: line-through;">duas</span> quatro telas full HD de largura por <span style="text-decoration: line-through;">duas</span> quatro telas full HD de altura. Segundo Shin, o maior número de pontos não será apenas para fazer telas maiores, mas a maior concentração de pontos permitirá reproduzir um maior número de tons de cores, resultando numa imagem ainda mais natural e rica em detalhes.</p>
<p><span id="more-7853"></span>Desde então fiquei pensando como um maior número de pontos poderia gerar mais tons de cores, e a idéia que eu tive hoje é que uma maior concentração pontos poderia fazer com que vários pixels de imagem Ultra HD poderiam se comportar como um sub-pixel de imagem atual. Assim, em vez de um ponto de imagem ser formado essencialmente por tons de RGB, um ponto Ultra HD poderia ser formado por sub-pixels &#8220;mais coloridos&#8221; permitindo assim um salto exponencial em termos de combinação de cores para gerar ainda mais cores.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ainda em tempo</strong></span>:</p>
<p>Outra pergunta que eu fiz para o senhor Shin foi a opinião dele sobre a adoção do padrão de TV digital no Brasil. Ele me respondeu que esse negócio de padrão TV Digital anda tirando um pouco o sono dele, já que propostas de novos padrões surgem em todos os cantos do mundo o que dificulta o desenvolvimento de novos produtos, especialmente para uma empresa global como a Samsung. De qualquer modo, seu ponto de vista — no geral — é de apoiar qualquer padrão que se estabeleça no mercado.</p>
<p>Para mim, essa última explicação me fez perceber uma faceta muito interessante da estratégia de negócios da Samsung: ao contrário de empresas como a Sony que exploram o limite da tecnologia de consumo, introduzindo produtos realmente inovadores no mercado — como o Walkman, o PlayStation, o Aibo, o Blu-ray e mais recentemente o Rolly — com o risco de dar com os burros n&#8217;água de vez em quando (como o finado sistema Betamax) a Samsung parece preferir um caminho mais seguro e pragmático do tipo: vamos fazer uma TV melhor, um celular melhor, uma lavadora melhor, um tocador de música melhor, uma filmadora melhor e assim por diante. Ao mesmo tempo, é curioso ver como uma empresa que investe tanto em pesquisa e desenvolvimento não se meteu até hoje no segmento de videogames. Acredito que capacidade eles até teriam, mas pra que se aventurar num mercado tão competitivo, arriscado e ainda por cima com uma plataforma própria?</p>
<p>Note também que, ao contrário de empresas como Nokia ou Motorola, a Samsung é meio agnóstica em termos de telefonia móvel oferecendo produtos com Windows Mobile, Symbian para distintas infra-estruturas &#8211; GSM, 3G e até CDMA se alguém fizer uma graaande encomenda, ou seja&#8230; tem quem compre? Nóis vende!</p>
<p>Assim, a Samsung consegue se descolar um pouco da concorrência chinesa, combinando sua capacidade produtiva com produtos de ótimo valor agregado e o mais interessante: tudo isso por um preço bastante atraente.</p>
<p>Foi o que pensei hoje de manhã, mas também pode ser que eu deveria usar mais chapéu durante o dia.</p>
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		<title>15 minutos com Felipe Massa</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2008/10/31/15-minutos-com-felipe-massa/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 13:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Nagano</dc:creator>
				<category><![CDATA[AMD]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Off-topic]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Massa]]></category>
		<category><![CDATA[Ferrari]]></category>

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Zumo no GP Brasil 2008 — Vida de piloto de F1 (apesar de bem pago) não deve ser fácil. Além de pilotar um carro caríssimo a mil por hora, brigar por um campeonato, analisar dados, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5659" title="amd_f1_massa_intro" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/10/amd_f1_massa_intro.jpg" alt="" width="500" height="377" /></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Zumo no GP Brasil 2008</strong></span> — Vida de piloto de F1 (apesar de bem pago) não deve ser fácil. Além de pilotar um carro caríssimo a mil por hora, brigar por um campeonato, analisar dados, trocar informações com engenheiros e participar de inúmeros eventos públicos, privados e de imprensa, <strong>Felipe Massa</strong> ainda arrumou tempo para bater um papinho rápido com alguns jornalistas de tecnologia, incluindo este blogueiro do Zumo.</p>
<p>Foi uma conversa bastante informal e agradável, onde o piloto mostrou ser o que todo fã de F1 espera de um piloto tupiniqum: ser um cara modesto, legal e boa gente, sem o estrelismo de quem pode ser o primeiro piloto brasileiro com chances reais de conquistar um campeonato mundial desde os tempos de Ayrton Senna.</p>
<p>Obviamente, deixamos Lewis Hamilton de lado e fomos ao que nos interessa: tecnologia.</p>
<p><span id="more-5660"></span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5666" title="amd_f1_massa_falando" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/10/amd_f1_massa_falando.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>Para vencer em um esporte tão competitivo como a F1, Massa explicou que ele tem que ser tanto um bom piloto quanto um apertador de botões &#8220;<em>você precisa ser piloto eletrônico, ser bom em todas as áreas</em>&#8221; segundo suas próprias palavras. Este é um  ofício que ele aprendeu na prática no seu dia a dia na Fórmula 1, já que a tecnologia não é tão sofisticada nas categorias inferiores.</p>
<p>Apesar disso, o importante ainda é correr rápido de modo que controlar e conduzir o carro ainda é sua prioridade, já que as centenas de informações transmitidas para os boxes não são analisadas por ele e sim pelos engenheiros da sala de telemetria considerado ainda a área de acesso mais reservado da Ferrari — e conhecido pelo público em geral somente por fotos de divilgação (como essa abaixo) e somente as instruções mais importantes são repassadas para ele pelo rádio.</p>
<p>Saber como funciona o carro e estar informado do que está acontecendo com o mesmo durante a corrida é importante para o piloto, mas decifrar números cabalísticos referentes ao comportamento de um ou outro componente do motor é tarefa dos engenheiros, assim como é da do piloto passar suas impressões do carro quando este está dirigindo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5665" title="amd_f1_central_de_comando" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/10/amd_f1_central_de_comando.jpg" alt="" width="500" height="332" /><br />
Isso explicaria em parte, porque o painel de um carro de F1 apresenta apenas as informações essenciais sendo que o resto é passado pelo rádio. Quando perguntado se ele gostaria de dispor de mais informações visuais como um HUD (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Head-up_display" target="_blank">Head-up Display</a>) que enche seu campo de visão com informações gráficas e numéricas a la &#8220;Exterminador do Futuro&#8221; ele explicou que isso não facilitaria a sua vida como piloto.</p>
<p>Como já disse Brandão no <a href="http://zumo.uol.com.br/2008/10/31/uma-tarde-nos-boxes-da-ferrari/" target="_self">post anterior</a>, Felipe confirmou que o desenvolvimento do carro é um processo contínuo de melhoria, de modo que no começo do campeonato, a maioria das grandes equipes estão mais ou menos niveladas e que no final da temporada uma ou outra já está na frente das outras. Entre as coisas que mais evoluiram nessa temporada foi a aerodinâmica do carro (que é constantemente estudada em Maranello), ajustes no motor e em alguns insumos como óleo e gasolina. Partes mais mecânicas, como suspensão, não costumam avançar tanto. Em termos de números, Felipe estimou que 70% da evolução do carro fica na aerodinâmica.</p>
<p>Com relação à corrida de amanhã, Felipe está tranquilo e confiante de que ele não terá problemas de confiabilidade com o equipamento, contando inclusive com um motor novo.</p>
<p>A parte mais divertida dessa entrevista ficou por conta do nosso colega <strong>Jocelyn Auricchio</strong> do Estadão que perguntou se ele treina muito em simuladores e se ele gosta de videogame. Massa disse que sim (em ambos os casos) que ele treina muito no simulador, o que ajuda a conhecer pistas novas e prever alguns ajustes no carro &#8220;<em>é um ponto de partida importante, mas não é a mesma coisa que estar com o carro na pista</em>&#8220;.</p>
<p>Massa gosta de brincar no PlayStation 3 e apesar de disputar algumas corridas na TV, ele atualmente curte mais um joguinho de futebol no <strong>Pro Evolution Soccer</strong>, uma verdadeira &#8220;<em>guerra em casa</em>&#8221; entre os amigos.</p>
<p>Com relação a sua crença em superstições, Jocelyn perguntou para Massa que, como legítimo filho da cidade de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Botucatu" target="_blank">Botucatu</a>, se ele <a href="http://www.sosaci.org/" target="_blank">acredita</a> em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Saci" target="_blank">Saci</a> e se a criaturinha poderia ajudá-lo na corrida de amanhã.</p>
<p>Massa caiu na gargalhada. Confessou que tem um amigo de Botucatu (que ele afirma não ser doido) que diz ver e criar Saci mas ele, pessoalmente, nunca viu um — mas não duvida! — e se ele der alguma ajudinha amanhã na corrida &#8220;<em>e vindo pro bem</em>&#8220;, ele não se importa! <img src='http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Finalmente, quando perguntado sobre a sensação de ser tão querido por todos ele disse que isso é legal, já que sempre respeitou seus colegas de trabalho, sempre foi o máximo humilde possível na sua vida pessoal e profissional e que &#8220;<em>respeitando as pessoas você tem o respeito que você merece</em>&#8220;. Sob um certo ponto de vista isso já é uma vitória.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ainda em tempo;</strong></span></p>
<p>No final da entrevista com o dever profissional cumprido, iniciou-se a sessão tietagem onde Massa recebeu os cumprimentos e desejos de boa sorte de todos os presentes, além de posar para fotos ao lado de alguns papagaios de pirata, como o figura da direita:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5663" title="amd_f1_massa_nagano" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/10/amd_f1_massa_nagano.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>Como eu disse, vida de piloto não é nada fácil. <img src='http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Atualização de última hora</strong></span>:</p>
<p>Segundo o Wikipedia, hoje (<strong>31 de outubro</strong>) é <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_do_Saci" target="_blank"><strong>dia do Saci</strong></a>. Deve ser por isso que o Massa conseguiu <a href="http://esporte.uol.com.br/f1/ultimas/2008/10/31/ult28u56917.jhtm" target="_blank"><strong>ficar na frente do Hamilton</strong></a> nos treinos livre de hoje de manhã. Fora isso, ouvimos rumores de que alguns torcedores já estão pintando faixas com os dizeres: &#8220;BATE NELE RUBINHO!&#8221;</p>
<p>SACI! SACI! SACI!</p>
]]></content:encoded>
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