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	<title>Zumo Blog: Tecnologia. Opinião. Inteligência. &#187; Davi Cosendey</title>
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	<description>Tecnologia. Opinião. Inteligência</description>
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		<title>Variante do Conficker cria mofo virtual em MP3</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 09:13:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Cosendey</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisadores de universidades norte-americanas revelaram o resultado de um estudo conjunto que confirma a existência de um novo tipo de praga virtual, que não pode ser classificada de vírus nem de cavalo de Troia.
Professores de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores de universidades norte-americanas revelaram o resultado de um estudo conjunto que confirma a existência de um novo tipo de praga virtual, que <strong>não pode ser classificada de vírus nem de cavalo de Troia</strong>.</p>
<p>Professores de ciência da computação na Universidade Livre do Oeste da Califórnia batizaram a descoberta de &#8220;<strong>fungo de computador</strong>&#8220;, e ela pode estar associada ao vírus <strong>Conficker</strong>, que deve atacar milhões de computadores nesta quarta-feira (01).</p>
<p><span id="more-10935"></span></p>
<p>De uma maneira análoga ao que acontecia com os fungos, mofos e bolores que atacavam as fotos em filme e fitas cassete no século passado, o fungo virtual degrada os arquivos de imagem, som e vídeo armazenados no computador. &#8220;O problema acontece até mesmo com arquivos de backup que nunca são acessados&#8221;, alerta Antonio de Marco, pesquisador adjunto da Universidade Presbiteriana de Michigan, o descobridor da ameaça. &#8220;Ninguém pode ficar tranquilo só por ter tudo copiado em DVDs.&#8221;</p>
<p>Os cientistas apuraram uma perda média de qualidade de 7% por ano para imagens JPEG, 15% para arquivos TIFF e 4% para áudio MP3. Quanto mais baixo o bitrate do MP3, mais rápida é a deterioração. Outros arquivos atingidos são os vídeos QuickTime MOV, com 14%, seguidos dos AVI em DiVX, com 9%.</p>
<p>Arjun Radhakrishnan, doutor em Ciência da Computação em Stanford, explica que o fungo virtual não tinha sido claramente detectado até agora porque seus efeitos são graduais e insidiosos. &#8220;O usuário típico de computador nunca pensou muito sobre esses fenômenos, porque a perda de desempenho do próprio sistema operacional é considerada um fato trivial.&#8221; Segundo ele, as pessoas acham normal e compreensível que a música pirateada do Napster em 2000 tenha vocais abafados e percussão indistinta, assim como as imagens pornográficas baixadas da Internet ficam visivelmente menores e mais sujas com o tempo. Arquivos de</p>
<p>Photoshop abrem com as cores inexplicavelmente erradas, escurecem e desbotam. Outros tipos de arquivos perdem seus ícones característicos. Até textos podem se deteriorar, abrindo com os caracteres acentuados trocados. Tudo isso seria uma variedade de sintomas do fungo digital.</p>
<p>O problema pode ser confirmado ao comparar arquivos com cópias salvas em outros computadores há alguns anos, assim como fotos digitais com cópias impressas da época em que elas eram novas, ou gravações de áudio digitais com seus correspondentes em fitas analógicas. &#8220;Houve uma degradação notável e progressiva de quase todos esses materiais, e muitos deles poderão não resistir em forma aproveitável até a próxima década&#8221;, alerta Bogus McCall, professor de filosofia cibernética da Universidade Cornell.</p>
<p>Ainda não se descobriu uma causa clara para a doença virtual atingir mais alguns computadores e arquivos do que outros, nem o método de transmissão do mal, que parece não ser causado por crackers ou hackers. Aparentemente, existem fatores ambientais.</p>
<p>O que fazer para evitar o fungo eletrônico? Segundo os cientistas, enquanto não surge uma solução comercial em software, a recomendação é fazer pelo menos três cópias diárias de todos seus arquivos e guardá-los em mídias mais antigas e duráveis, como CD-R ou disquete; transcrever todos os vídeos ripados de DVD para a boa e velha fita VHS; enviar todas as suas fotografias para o laboratório para serem copiadas em papel. &#8220;É a única maneira garantida de assegurar maior longevidade para os seus dados digitais&#8221;, afirma Rockwell.</p>
<blockquote><p>E, claro, se você leu tudo isso e acreditou, parabéns, você caiu na nossa<strong> pegadinha</strong> de primeiro de abril ; ). O texto é cortesia dos amigos do <a href="http://geek.com.br/">Geek.com.br</a>.</p></blockquote>
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		<title>Galeria de imagens: Nokia N97</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/03/10/galeria-de-imagens-nokia-n97/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 08:07:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Cosendey</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Temos um Nokia N97 entre nós, ou quase. Estou participando do Bossa Conference, em Recife, e tive a oportunidade de ver de perto um modelo do smartphone touchscreen da Nokia. Por estar com o software ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/p1050238.jpg" rel="lightbox[9922]"><img class="aligncenter size-full wp-image-9923" title="N97 com teclado QWERTY aberto" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/p1050238.jpg" alt="N97 com teclado QWERTY aberto" width="500" height="373" /></a>Temos um <strong><a href="http://zumo.uol.com.br/2008/12/02/nokia-n97-touchscreen-teclado-qwerty-no-celular/" target="_self">Nokia N97</a></strong> entre nós, ou quase. Estou participando do <a href="http://www.bossaconference.indt.org/" target="_blank"><strong>Bossa Conference</strong></a>, em Recife, e tive a oportunidade de ver de perto um modelo do <a href="http://zumo.uol.com.br/tag/n97/" target="_self">smartphone touchscreen</a> da Nokia. Por estar com o software ainda &#8220;<strong>muito cru</strong>&#8220;, nas palavras do dono do aparelho, o N97 não pôde ser mostrado (e fotografado) em funcionamento. O curioso disso tudo é que é um modelo em preto, diferente do branquinho original anunciado em novembro. </p>
<p style="text-align: left;">Então, fotografei o N97 ao lado de um <a href="http://zumo.uol.com.br/tag/android/" target="_self">HTC Android G1</a> e de um <a href="http://zumo.uol.com.br/2008/08/31/review-nokia-n95-x-n95-8-gb/" target="_self">N95 8 GB</a>. Sem ligar, só de mexer no N97 desligado, deu a impressão de ser algo bastante sólido, com teclado que desliza bem (e de modo mais fluido que no G1). Vamos às fotos?</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-9922"></span>(<em>clique nas fotos para ampliar e navegar na galeria</em>)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/p1050241.jpg" rel="lightbox[9922]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9925" title="N97 aberto" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/p1050241-320x244.jpg" alt="N97 aberto" width="320" height="244" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/p1050238.jpg" rel="lightbox[9922]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9923" title="N97 com teclado QWERTY aberto" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/p1050238-320x238.jpg" alt="N97 com teclado QWERTY aberto" width="320" height="238" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/p1050239.jpg" rel="lightbox[9922]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9924" title="N97 ao lado do N95" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/p1050239-320x240.jpg" alt="N97 ao lado do N95" width="320" height="240" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/p1050242.jpg" rel="lightbox[9922]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9926" title="N97 fechado, ao lado do N95 8 GB" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/p1050242-320x169.jpg" alt="N97 fechado, ao lado do N95 8 GB" width="320" height="169" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/p1050245.jpg" rel="lightbox[9922]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9927" title="HTC Android G1 e N97 abertos" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/p1050245-320x205.jpg" alt="HTC Android G1 e N97 abertos" width="320" height="205" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/p1050246.jpg" rel="lightbox[9922]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9928" title="Android G1 e N97 fechados" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/p1050246-320x246.jpg" alt="Android G1 e N97 fechados" width="320" height="246" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/p1050249.jpg" rel="lightbox[9922]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9929" title="G1 e N97 fechados (de novo)" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/p1050249-320x177.jpg" alt="G1 e N97 fechados (de novo)" width="320" height="177" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/p1050250.jpg" rel="lightbox[9922]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9930" title="N97 e G1 fechados, lado a lado." src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/03/p1050250-320x212.jpg" alt="N97 e G1 fechados, lado a lado." width="320" height="212" /></a></p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><strong>Henrique comenta:</strong><em> é impressão minha ou o N95 8 GB é um pouco mais espesso que o N97?</em></p>
<p style="text-align: left;"> </p>
</blockquote>
<p><em>Zumo participa da Bossa Conference a convite do <a href="http://indt.org.br/" target="_blank">Instituto Nokia de Tecnologia</a></em></p>
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		<title>Outlook e N95: dois locais, uma agenda</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2008/11/26/outlook-e-n95-dois-locais-uma-agenda/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 08:14:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Cosendey</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dias atrás, perdi uma reunião importante porque me esqueci onde era. Eu sabia que tinha um compromisso, sabia o que era, mas não tinha a mínima idéia de onde era. Antes que me chamem de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dias atrás, perdi uma reunião importante porque me esqueci <em>onde</em> era. Eu sabia que tinha um compromisso, sabia o que era, mas não tinha a <em>mínima idéia</em> de onde era. Antes que me chamem de desorganizado, deixem-me explicar que eu uso um software de agenda e tento mantê-la atualizada. O problema é que o compromisso estava anotado na agenda do Outlook, no micro do serviço, que eu não tinha como acessar no meio da rua.</p>
<p>Olhando para meu smartphone, um Nokia N95 8GB, notei que a solução para meu problema estava literalmente &#8220;no bolso&#8221;: o aparelho tem um software de agenda, eu só precisava de um meio de mantê-la sincronizada com a agenda do Outlook.</p>
<p>Mais especificamente, eu precisava de um meio de fazer uma sincronia bidirecional entre as agendas (ou seja, as mudanças em uma, qualquer que seja, se refletem na outra). E precisava que isso fosse feito de forma fácil, não intrusiva, automática e sem fios. Já tenho problemas em me lembrar de compromissos, quanto mais de ligar o celular ao micro com um cabo para atualizar a agenda.</p>
<p>Pesquisando pela internet, descobri uma solução fácil e gratuita para meu problema. Combinando dois softwares e um serviço gratuitos, consegui o que queria e nunca mais perdi um compromisso. Para fazer o mesmo, você vai precisar de:</p>
<p><span id="more-6269"></span><br />
* Um Smartphone Nokia rodando a plataforma Series 60 3rd Edition (como meu N95 8GB).<br />
* PC com o Microsoft Outlook (onde está seu calendário)<br />
* Uma conta no <a href="http://calendar.google.com">Google Agenda</a> (ou Google Calendar, para os anglófonos)<br />
* <a href="http://www.google.com/support/calendar/bin/answer.py?answer=98563">Google Calendar Sync</a> (para o PC)<br />
* <a href="http://s60addons.com/calsync/">CalSync60</a> (para o smartphone)</p>
<p>A idéia é sincronizar o calendário do Outlook com o Google Calendar, e este com o smartphone. Apesar de não ser &#8220;direto&#8221;, este método dá a vantagem de um backup online de todos os compromissos, acessíveis a partir de qualquer micro conectado à internet, algo muito útil para os momentos em que o celular te deixa na mão.</p>
<p>O primeiro passo é instalar, no PC, o <em>Google Calendar Sync</em>, que roda em micros com Windows XP ou Vista, e Outlook 2003 ou 2007. O programa é gratuito e seu uso não tem segredos: em <em>Account Settings</em> informe seu e-mail e senha usados no Google Calendar, e em <em>Sync Options</em> marque <em>2-way</em> e defina o intervalo de sincronização no campo &#8220;<em>Sync Every __ Minutes</em>&#8220;. Para mim, 120 minutos (duas horas) é um bom intervalo.</p>
<p>Isto significa que, a cada duas horas, o programa vai mandar seus compromissos do Outlook para o Google Calendar, e &#8220;baixar&#8221; eventuais compromissos que tenham sido criados online para seu calendário local. O primeiro passo está dado.</p>
<p>Agora, no smartphone, instale o<em> CalSync60</em>. Ele é gratuito mas ainda é um &#8220;beta&#8221; (atualmente na versão 0.3.3b) e eventualmente &#8220;expira&#8221;, neste caso basta voltar à página do desenvolvedor e baixar uma versão mais recente.</p>
<p>O programa tem tradução para o português: em <em>Opções</em> escolha o item <em>Configurações</em>. Em <em>Usuário</em> e <em>Senha</em> repita as informações que usou no Google Calendar Sync. Em <em>Ponto de Acesso</em> defina a conexão que vai ser usada para baixar os dados (alguns KB por vez), e habilite a opção <em>Sincronia Agendada</em>, que sincroniza os calendários local e do servidor a cada duas horas.</p>
<p>Pronto, agora vá em <em>Opções \ Sincronizar</em> para fazer uma sincronia inicial e veja, como mágica, que os compromissos do Outlook aparecem na agenda do seu celular. A partir daí você teoricamente não precisa fazer mais nada. Na prática, notei que às vezes o CalSync60 &#8220;perde&#8221; uma sincronia agendada e não faz as seguintes. Por precaução, acabei criando o hábito de forçar uma sincronia manual todo dia pela manhã, enquanto tomo meu café.</p>
<p>Desde que comecei a usar esta solução, nunca mais perdi um compromisso e notei que tenho usado mais a agenda. Curioso, já que sou o tipo de pessoa que nunca se deu com agendas de papel, e anotava as coisas em pedacinhos de papel espalhados pela mesa. Ah, as coisas que a tecnologia faz por nós..</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Review: Ubuntu Linux 8.04 &#8220;Hardy Heron&#8221;</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2008/04/24/review-ubuntu-linux-804-hardy-heron/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 10:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Cosendey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux e Open Source]]></category>
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		<description><![CDATA[
&#8220;Como um reloginho, temos em mÃ£os uma nova versÃ£o do Ubuntu (8.04 &#8220;Hardy Heron&#8221;, algo como &#8220;Cegonha Durona&#8221;) seis meses apÃ³s o lanÃ§amento da versÃ£o anterior da distribuiÃ§Ã£o Linux. Esta Ã© uma versÃ£o LTS, ou ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="center;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/04/desktop_padrao.png" rel="lightbox[2804]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2805" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/04/desktop_padrao-320x192.png" alt="Um desktop padrÃ£o do Ubuntu 8.04" width="320" height="192" /></a></p>
<p>&#8220;Como um reloginho, temos em mÃ£os uma nova versÃ£o do <a href="http://www.ubuntu.com/" target="_blank">Ubuntu</a> (8.04 &#8220;Hardy Heron&#8221;, algo como &#8220;Cegonha Durona&#8221;) seis meses apÃ³s o lanÃ§amento da <a href="http://zumo.uol.com.br/2007/10/18/review-ubuntu-linux-710-gutsy-gibbon/">versÃ£o anterior</a> da distribuiÃ§Ã£o Linux. Esta Ã© uma versÃ£o LTS, ou seja, com suporte (pago, se vocÃª quiser) a longo prazo: atÃ© abril de 2011 no desktop e atÃ© abril de 2013 no servidor. A Canonical, claro, aproveita a deixa para bater na tecla de que se trata de uma versÃ£o ideal para uso corporativo.</p>
<p>Afinal, estabilidade e a garantia de ter pra onde correr caso as coisas dÃªem errado Ã© o que as empresas mais querem. Mas nem por isso os usuÃ¡rios domÃ©sticos devem ficar ressabiados: o novo Ubuntu continua funcionando &#8220;redondinho&#8221; no desktop (ou notebook) domÃ©stico, como sempre.</p>
<p><span id="more-2804"></span></p>
<p>Um dos principais destaques desta versÃ£o Ã© um mÃ©todo alternativo de instalaÃ§Ã£o usando o <a href="http://wubi-installer.org">Wubi</a>, que coloca o Ubuntu &#8220;lado-a-lado&#8221; com o Windows, como um diretÃ³rio na mesma partiÃ§Ã£o do HD. Isto tem algumas vantagens: a instalaÃ§Ã£o Ã© bastante rÃ¡pida e simples (<strong>uma tela, seis perguntas e mais nada</strong>), nÃ£o Ã© necessÃ¡rio particionar o disco (algo fÃ¡cil hoje em dia, mas que ainda assusta os novatos) e a &#8220;desinstalaÃ§Ã£o&#8221; do Ubuntu, caso o usuÃ¡rio queira, pode ser feita como em qualquer outro programa Windows: por meio do painel de controle <em>Adicionar/Remover Programas</em> no Windows.</p>
<p>Entretanto, tem algumas desvantagens tambÃ©m: uma ligeira perda de desempenho (relacionada ao acesso a disco) e a impossibilidade de colocar o computador para &#8220;dormir&#8221; (sleep/hibernate), o que Ã© mais grave entre os usuÃ¡rios de laptops.</p>
<p style="center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-2806" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/04/wubi-320x247.png" alt="Wubi, o \" width="320" height="247" /></p>
<p>Ainda assim, Ã© um tremendo passo em direÃ§Ã£o Ã  popularizaÃ§Ã£o do sistema operacional: agora Ã© possÃ­vel instalar/remover o Linux de seu computador com risco quase zero de perda de dados, nÃ£o importa o quÃ£o desatento vocÃª seja. Fiz um teste com uma instalaÃ§Ã£o via Wubi em um PC com o Windows XP SP2 e tudo ocorreu sem problemas. Depois de tudo pronto, basta reiniciar o micro para ver um menu (do gerenciador de boot do prÃ³prio Windows, o Wubi nÃ£o usa o <a href="http://www.gnu.org/software/grub/">Grub</a>) que permite a seleÃ§Ã£o do sistema operacional. E uma vez rodando, um Ubuntu instalado via Wubi nÃ£o difere de uma instalaÃ§Ã£o normal.</p>
<p>JÃ¡ o instalador grÃ¡fico padrÃ£o do Ubuntu tambÃ©m sofreu algumas pequenas mudanÃ§as. A principal Ã© um modo de instalaÃ§Ã£o (selecionÃ¡vel durante o boot pelo CD) que carrega apenas o instalador, sem o restante do ambiente desktop. Isto ajuda em mÃ¡quinas com pouca RAM, como meu pobre notebook, com apenas 512 MB. Claro, ainda Ã© possÃ­vel rodar o sistema a partir do CD (modo &#8220;Live CD&#8221;) e iniciar o instalador a partir dali se desejado, exatamente como nas versÃµes anteriores.</p>
<p>Outro detalhe Ã© que a janela de particionamento ganhou um item extra: abaixo do modo &#8220;guiado&#8221; hÃ¡ uma barra representando seu disco rÃ­gido. Basta arrastar a divisÃ³ria para definir o tamanho das partiÃ§Ãµes Windows e Linux, clicar em AvanÃ§ar e o sistema faz o resto. Usando este modo, reservei 25 GB do espaÃ§o em disco livre para o Linux, espaÃ§o que foi dividido em duas partiÃ§Ãµes lÃ³gicas: uma de 1 GB para swap e outra de 24 GB para o sistema (que ocupou cerca de 2.8 GB).</p>
<p style="center;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/04/particao.png" rel="lightbox[2804]"><img class="alignnone size-medium wp-image-2807" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/04/particao-320x228.png" alt="Novo detalhe na janela de particionamento" width="320" height="228" /></a></p>
<p>O suporte a hardware, como de costume, continua excelente. Praticamente todos os componentes de nossa mÃ¡quina de testes (um notebook Uniwill M30EI2, um dos &#8220;porquinhos da Ã­ndia&#8221; da equipe Zumo, baseado em um processador Celeron de 1.4 GHz, 512 MB de RAM, 60 GB de espaÃ§o em disco, chipset Intel, interface Wi-Fi Realtek RT2500, monitor LCD de 12&#8243; a 1280&#215;720 pixels) foram reconhecidos sem necessidade de intervenÃ§Ã£o manual. Ao contrÃ¡rio da versÃ£o anterior (7.10), o Ubuntu 8.04 nÃ£o instalou automaticamente os drivers &#8220;restritos&#8221; para o modem, um Motorola SM56, que nÃ£o foi configurado e ficou esquecido.</p>
<p>Com o sistema instalado, Ã© hora de ver o que hÃ¡ de novo. O tema continua o mesmo de sempre, <em>Human</em>, com seus tons de marrom e laranja. Notei que a versÃ£o final reverteu uma mudanÃ§a visual que encontrei nos betas: os menus tinham uma &#8220;faixa&#8221; laranja correndo verticalmente no lado esquerdo. O papel de parede, uma cegonha estilizada (alusÃ£o ao codinome) Ã© muito elegante.</p>
<p>Desta vez hÃ¡ trÃªs variantes do tema Human prÃ©-instaladas. A padrÃ£o, uma que usa o &#8220;engine&#8221; <em>Clearlooks</em> (com um visual menos &#8220;lustroso&#8221;) e outra ainda um pouco mais sutil, baseada no engine <em>Murrine</em>. Na prÃ¡tica, a diferenÃ§a Ã© mÃ­nima. Seria interessante, nas prÃ³ximas versÃµes, ver pelo menos algumas variantes do Human com mÃºltiplas opÃ§Ãµes de cor. Afinal, nem todo mundo gosta de marrom.</p>
<p>As mudanÃ§as visÃ­veis ao usuÃ¡rio (o foco deste review) nÃ£o sÃ£o muitas. Claro, por debaixo dos panos muita coisa mudou: um novo servidor de som (<em>PulseAudio</em>), novas polÃ­ticas de seguranÃ§a (com o <em>PolicyKit</em>), Firewall simplificado (<em>ufw</em>), integraÃ§Ã£o a redes Active Directory, suporte a iSCSI e SELinux, proteÃ§Ã£o de memÃ³ria, melhor suporte a virtualizaÃ§Ã£o e por aÃ­ vai. Mas embora importantes, para a maioria dos usuÃ¡rios estes nÃ£o sÃ£o os principais atrativos para uma atualizaÃ§Ã£o. Resumindo a histÃ³ria: &#8220;o que tem de novo, legal e que vai facilitar minha vida&#8221;?</p>
<p>O principal destaque no quesito software Ã© o <a href="http://wiki.mozilla.org/Firefox3">Firefox 3.0</a>. Na verdade Ã© o <em>Firefox 3.0 Beta 5</em>, a versÃ£o mais recente disponÃ­vel atÃ© o momento e pelo que pude ver estÃ¡vel o suficiente para uso no dia-a-dia, apesar da incompatibilidade com vÃ¡rias das extensÃµes mais populares do mercado (que ainda precisam ser atualizadas por seus desenvolvedores). Notei um problema de configuraÃ§Ã£o das fontes, que resulta em texto pequeno demais e pÃ¡ginas com aparÃªncia estranha: mas bastou abrir o painel de controle do navegador (<em>Editar / PreferÃªncias / ConteÃºdo / Tipos e Cores de Letras / AvanÃ§ado</em>) e configurar as fontes padrÃ£o para a famÃ­lia Bitstream Vera (<em>Bitstream Vera Serif, Bitstream Vera Sans, Bitstream Vera Sans Mono</em>) e reiniciar o navegador para tudo voltar ao normal. SÃ³ nÃ£o entendi porque isso jÃ¡ nÃ£o veio corrigido.</p>
<p style="center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-2808" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/04/firefox-217x320.png" alt="Firefox 3.0 Beta 5" width="217" height="320" /></p>
<p>Como de praxe em uma nova versÃ£o de uma distribuiÃ§Ã£o, boa parte dos aplicativos, e nesse caso da &#8220;infraestrutura&#8221; do sistema, foi atualizada. Kernel 2.6.24, Gnome 2.22.1 e Xorg 7.3 sÃ£o alguns destes aplicativos. Infelizmente a nova versÃ£o do Gnome/Nautilus nÃ£o corrige o problema da cÃ³pia de arquivos <strong>extremamente lenta</strong> para uma pasta compartilhada via SMB.</p>
<p>E por <strong>extremamente lenta</strong> entenda algo como 12 Kb/s em uma rede Wi-Fi de 54 Mb/s, entre duas mÃ¡quinas a 60 cm de distÃ¢ncia uma da outra e com o roteador wireless <em>exatamente </em>entre elas. Esperar 2 horas e 3 minutos para copiar 87 MB? EsqueÃ§a, fiz a transferÃªncia via pendrive mesmo. Entretanto, isso pode ser um problema em ambientes corporativos.</p>
<p>AlÃ©m das atualizaÃ§Ãµes, alguns aplicativos foram substituÃ­dos. O <em>Serpentine</em> (para gravaÃ§Ã£o de CDs de Ã¡udio) foi trocado pelo <em>Brasero</em> (que grava Ã¡udio, dados, imagens ISO e duplica discos), e o <em>Gnome BitTorrent</em> pelo excelente <a href="http://www.transmissionbt.com">Transmission</a> (jÃ¡ conhecido de quem usa Macs), que tem uma interface bastante limpa, todos os recursos Ãºteis no dia-a-dia (como download de apenas alguns arquivos do .torrent, prioridades, limitaÃ§Ã£o de taxa de upload/download, criptografia etc) e Ã© muito fÃ¡cil de usar. Outro programa que danÃ§ou foi o <em>xvnc4viewer</em>, substituÃ­do pelo <a href="http://www.gnome.org/projects/vinagre/">Vinagre</a> (nÃ£o o tempero, o programa).</p>
<p>Uma novidade interessante mas que nÃ£o funciona direito Ã© o plug-in para o <a href="http://www.youtube.com">YouTube</a> no <a href="http://www.gnome.org/projects/totem/">Totem</a>, o &#8220;Media Player&#8221; padrÃ£o do Ubuntu. Pra comeÃ§o de conversa ele vem desabilitado, habilite-o em <em>Editar / Plugins</em> no menu principal do Totem. Com tudo ligado, o menu na barra lateral ganha mais um item alÃ©m de &#8220;Lista de ReproduÃ§Ã£o&#8221;: YouTube.</p>
<p>Basta digitar o que vocÃª quer no campo de busca e aguardar os resultados, que aparecem em uma lista, de forma simplificada, logo abaixo: apenas um &#8220;thumbnail&#8221; do vÃ­deo e seu tÃ­tulo. Entretanto, quem der dois cliques em um thumbnail para assistir o vÃ­deo vai se decepcionar com uma mensagem de erro, alertando para falta de codecs. Estranhamente, o instalador automÃ¡tico de codecs (que funcionava vem no Ubuntu 7.10) nÃ£o entra em aÃ§Ã£o. Tampouco adiantou instalar o plugin Adobe Flash (pacote flashplugin-nonfree) oficial. Outro mistÃ©rio.</p>
<p style="center;"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/04/totem_youtube.png" rel="lightbox[2804]"><img class="alignnone size-medium wp-image-2809" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/04/totem_youtube-320x218.png" alt="Plugin (que nÃ£o funciona) do YouTube para o Totem" width="320" height="218" /></a></p>
<p>Ao contrÃ¡rio da versÃ£o 7.10, que tinha muitas novidades bastante visÃ­veis, o Ubuntu 8.04 &#8220;Hardy Heron&#8221; estÃ¡ mais para um &#8220;upgrade incremental&#8221;, mas ainda assim atraente. As falhas que mencionei sÃ£o pequenas (exceto o problema com SMB) e no geral nÃ£o atrapalham a experiÃªncia do usuÃ¡rio. Ou seja, o saldo Ã© positivo. Se vocÃª jÃ¡ Ã© usuÃ¡rio do Ubuntu, a esta altura do campeonato jÃ¡ deveria estar com uma atualizaÃ§Ã£o via rede rodando. E se vocÃª tem interesse em conhecer o Linux, mas medo de &#8220;estragar&#8221; o computador na instalaÃ§Ã£o, o Ubuntu 8.04 Ã© uma excelente oportunidade para se aproximar do pinguim.</p>
<p>O Ubuntu 8.04 pode ser baixado gratuitamente no <a href="http://www.ubuntu.com/products/GetUbuntu/download">site oficial</a>. O download consiste em um Ãºnico arquivo ISO de 687 MB, que deve ser gravado em um CD. Se vocÃª nÃ£o tem banda larga, pode pedir gratuitamente seu CD de instalaÃ§Ã£o usando o serviÃ§o &#8220;<a href="https://shipit.ubuntu.com/">ShipIt</a>&#8220;. HÃ¡ um limite de um disco por pedido, com prazo de entrega (para o Brasil) estimado entre quatro a seis semanas.</p>
<blockquote><p><em>Quer citar este review em seu blog? ConheÃ§a os <a href="http://zumo.uol.com.br/termos-de-uso/" target="_self">termos de uso</a> do Zumo. Obrigado!</em></p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Davi complementa:</strong> seguem respostas Ã s vÃ¡rias dÃºvidas sobre alguns pontos do texto</p>
<p><em>Quanto Ã  versÃ£o do sistema operacional: </em>O sistema foi instalado a partir de um CD com o Ubuntu Linux 8.04 LTS RC (Release Candidate), baixado em 23/04. Logo em seguida ele foi atualizado (via <code>dist-upgrade</code>) com os pacotes mais recentes encontrados nos repositÃ³rios oficiais por volta das 00:00 de 24/04. Para todos os efeitos, este sistema deve ser idÃªntico Ã  versÃ£o final (um novo dist-upgrade apÃ³s o lanÃ§amento oficial nÃ£o revelou mais pacotes novos). Isto foi feito simplesmente para ganhar tempo hÃ¡bil para produÃ§Ã£o e publicaÃ§Ã£o do texto em conjunto com o lanÃ§amento oficial.</p>
<p><em>Quanto ao bug nas transferÃªncias via SMB:</em> nÃ£o hÃ¡ nenhum problema de configuraÃ§Ã£o na rede, que funciona a contento em todos os outros cenÃ¡rios (navegaÃ§Ã£o, streaming de Ã¡udio, bittorrent, etc). NÃ£o havia nenhuma outra atividade de rede durante o teste. Uma das mÃ¡quinas Ã© o notebook, rodando o Ubuntu 8.04. A outra mÃ¡quina Ã© um Mac, rodando o Mac OS X 10.5.2 &#8220;Leopard&#8221;. TransferÃªncias SMB entre o Windows XP SP2 (no notebook) e o Mac funcionam como esperado. Uma busca por &#8220;slow smb nautilus&#8221; nos fÃ³runs do Ubuntu retornou alguns resultados de usuÃ¡rios com o mesmo problema (relacionado a SMB em geral, nÃ£o especÃ­fico a Macs), mas nenhuma soluÃ§Ã£o prÃ¡tica. NÃ£o creio em problema do Leopard, pois ele acontecia desde o Ubuntu 7.10, quando o Mac ainda rodava o OS X 10.4 &#8220;Tiger&#8221;</p>
<p><em>Adilson:</em> vocÃª me pediu para reportar dois bugs. Creio que o primeiro seja o do SMB, mas qual Ã© o segundo? Falta do driver do modem, fontes do Firefox ou plugin do YouTube no Totem?</p></blockquote>
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		<title>gOS Space: parece um Mac, mas nÃ£o Ã©</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2008/04/12/gos-space-parece-um-mac-mas-nao-e/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Apr 2008 01:54:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Cosendey</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de todo o barulho com o Everex gPC (aquele PC com Linux baratinho do Wal-Mart), a dupla Good OS/Everex voltou a chamar a atenÃ§Ã£o nesta semana com o anÃºncio do Everex MyMiniPC. Ã‰ um ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://zumo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2007/11/gos_logo.jpg" rel="lightbox[2668]"><img class="alignright size-full wp-image-1185" style="float: right;" src="http://zumo.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2007/11/gos_logo.jpg" alt="" width="180" height="77" /></a>Depois de todo o barulho com o <a href="http://zumo.uol.com.br/2007/11/13/todo-mundo-ama-o-gpc/">Everex gPC</a> (aquele PC com Linux baratinho do Wal-Mart), a dupla <a href="http://www.thinkgos.com">Good OS</a>/<a href="http://www.everex.com/">Everex</a> voltou a chamar a atenÃ§Ã£o nesta semana com o anÃºncio do <em>Everex MyMiniPC</em>. Ã‰ um desktop compacto com jeitÃ£o de Mac Mini e equipado com a mais nova versÃ£o do gOS (Good OS), o &#8220;gOS Space&#8221;, um Linux com cara de Mac OS X (atÃ© o DVD tem um padrÃ£o de &#8220;espaÃ§o&#8221;, como o <a href="http://www.apple.com/macosx">Leopard</a>) feito para os &#8220;100 milhÃµes de usuÃ¡rios do <a href="http://www.myspace.com">MySpace</a>&#8220;.</p>
<p>Curioso, dei um pulinho no site da Good OS e encontrei um link para o download de uma imagem ISO do disco com o sistema. NÃ£o resisti e baixei para dar uma olhada. SerÃ¡ que ele Ã© mesmo um &#8220;Apple Killer&#8221; como tem gente falando, o produto que finalmente vai fazer o Linux decolar como desktop para as massas? Ou serÃ¡ mais um caso de algo bonitinho mas ordinÃ¡rio?</p>
<p>Continue lendo para descobrir.</p>
<p><span id="more-2668"></span></p>
<p>O arquivo ISO tem 768 MB e precisa ser gravado em um DVD, que serve tanto como &#8220;Live DVD&#8221;, com o sistema rodando direto do disco, quanto como instalador. A distribuiÃ§Ã£o Ã© baseado no <a href="http://www.ubuntu.com">Ubuntu</a>: Mais precisamente o Ubuntu 7.10, com <a href="http://www.gnome.org">Gnome</a>, <a href="http://www.compiz-fusion.org/">Compiz-Fusion</a> (para os efeitos especiais na interface) e <a href="http://code.google.com/p/avant-window-navigator/">AWN</a> (para a Dock). Em termos de desempenho e compatibilidade com hardware, nÃ£o notei nada novo. Rodou tÃ£o bem quanto o Ubuntu 7.10 padrÃ£o.</p>
<p>Se tivesse parado por aÃ­, seria uma boa distribuiÃ§Ã£o Linux. Mas os desenvolvedores derraparam feio justamente no &#8220;principal destaque&#8221;: o conceito e a usabilidade do desktop em si. A Dock Ã© bonitinha, e se comporta &#8220;quase&#8221; como a do Mac OS X. Tem uma animaÃ§Ã£o inÃºtil com os Ã­cones &#8220;andando&#8221; lentamente de um lado para o centro da tela na inicializaÃ§Ã£o, e algumas detalhes do comportamento, como o fato das janelas maximizadas cobrirem o desktop, sÃ£o diferentes. AliÃ¡s, estes detalhes poderiam ter sido facilmente resolvidos se os desenvolvedores tivessem gasto alguns minutos olhando a tela de preferÃªncias do AWN.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="O desktop padrÃ£o do gOS" href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/04/desktop2.jpg" rel="lightbox[2668]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2671" title="desktop2" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/04/desktop2-320x192.jpg" alt="O desktop padrÃ£o do gOS" width="320" height="192" /></a></p>
<p>No Mac, a Dock tem duas funÃ§Ãµes: serve de atalho para os aplicativos instalados na mÃ¡quina (e mais frequentemente usados) e mostra os que estÃ£o rodando no momento, bem como os documentos abertos. O gOS vem, sim, com bons aplicativos prÃ©-instalados, como o OpenOffice, Firefox, Evolution, Gimp, F-Spot, Rhythmbox e outros. Mas vocÃª nÃ£o vai encontrar nenhum deles na Dock. Todos os Ã­cones e categorias que estÃ£o lÃ¡ sÃ£o, na verdade, meros atalhos para aplicativos na Web. NÃ£o hÃ¡, nem na Dock, nem no desktop, um atalho sequer para um gerenciador de arquivos ou seu diretÃ³rio pessoal.  Ou seja, ela nÃ£o passa de uma barra de bookmarks enfeitada, o que na minha opiniÃ£o Ã© um desperdÃ­cio de recursos do sistema.</p>
<p>Vejam o Ã­cone TV, por exemplo: tudo o que ele faz Ã© mostrar atalhos para os sites da NBC, Hulu, Fancast, Current.TV e CBS. E o Totem, reprodutor oficial de vÃ­deos do Ubuntu? EstÃ¡ escondido no canto superior direito da tela, debaixo do botÃ£o com o logo do gOS, no menu <em>Applications / Sound &amp; Video</em>. E Ã© assim com todos os outros itens. A impressÃ£o que dÃ¡ Ã© que o sistema Ã© uma &#8220;casca&#8221; vazia que sÃ³ serve para apontar para a web, e que Ã© completamente inÃºtil se vocÃª estiver desplugado da rede. Algo como aqueles &#8220;desktops online&#8221; como o <a href="http://zumo.uol.com.br/2007/09/12/ajaxwindows-promete-mas-desaponta/">AjaxWindows</a>.</p>
<p>Falando em usabilidade, os designers deram um gigantesco passo atrÃ¡s substituindo o conjunto de Ã­cones padrÃ£o do Ubuntu (baseado no <a href="http://tango.freedesktop.org/">Tango</a>, um projeto apoiado em um amplo estudo de usabilidade) por uma versÃ£o com imagens pequenas, muito similares entre si e amadorescas. DÃªem uma olhada na imagem abaixo (clique para ampliar) e tentem descobrir o que faz o segundo botÃ£o da barra de ferramentas. Ou o terceiro, que parece uma espÃ¡tula. Ou o quarto.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="Gedit: Notem os Ã­cones na barra de ferramentas" href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/04/gedit-no-gos.png" rel="lightbox[2668]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2672" title="gedit-no-gos" src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/04/gedit-no-gos-320x246.png" alt="GEdit no gOS. Notem os Ã­cones na barra de ferramentas" width="320" height="246" /></a></p>
<p>Desistiu? Os botÃµes sÃ£o Abrir, Salvar e Imprimir, respectivamente. NÃ£o contentes, a organizaÃ§Ã£o dos menus tambÃ©m foi mexida, e muitos submenus do menu principal tem vÃ¡rios itens sem Ã­cones. Ou com o mesmo Ã­cone padrÃ£o, um quadrado preto. Pra que simplificar, nÃ©? O tema visual imita o Aqua, da Apple, mas com tons de verde. &#8220;Aqua&#8221; suja, pelo jeito.</p>
<p>O que o gOS tem de bom Ã© o marketing. GraÃ§as ao nome do Wal-Mart, conseguiu aparecer na imprensa especializada e fazer algum barulho, em parte devido a jornalistas que, olhando apenas os screenshots, o declaram uma maravilha e dizem que Ã© &#8220;igualzinho ao Mac OS X&#8221;.  Mas na prÃ¡tica Ã© um sistema mal-acabado e sem nenhuma vantagem prÃ¡tica sobre o Ubuntu, a nÃ£o ser que vocÃª seja daquelas pessoas que passam 90% do dia navegando em redes sociais e morrem de preguiÃ§a de usar a barra de bookmarks do navegador. Ã‰ sÃ³ barulho e sem conteÃºdo. Hmmm&#8230; pensando bem Ã© igualzinho ao MySpace e congÃªneres, como o Orkut.</p>
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		<title>Um teclado de iPhone no Windows Mobile</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 21:19:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Cosendey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando o iPhone foi anunciado muita gente torceu o nariz para o produto, citando como um de vÃ¡rios &#8220;defeitos&#8221; a falta de um teclado &#8220;fÃ­sico&#8221;. Os usuÃ¡rios corporativos, principalmente, agarraram firmemente seus Blackberrys enquanto esbravejavam ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/02/teclado.jpg" title="Pocket CM Keyboard com cara de iPhone" rel="lightbox[2151]"><img src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/02/teclado.thumbnail.jpg" alt="Pocket CM Keyboard com cara de iPhone" align="right" border="0" hspace="5" vspace="5" /></a>Quando o iPhone foi anunciado muita gente <strong>torceu o nariz para o produto</strong>, citando como um de vÃ¡rios &#8220;defeitos&#8221; a falta de um teclado &#8220;fÃ­sico&#8221;. Os usuÃ¡rios corporativos, principalmente, agarraram firmemente seus Blackberrys enquanto esbravejavam reclamando que seria impossÃ­vel compor um e-mail de forma decente em um teclado virtual.</p>
<p>A Apple contra-argumentava, dizendo que seu teclado na tela era melhor que um &#8220;thumb board&#8221; tradicional, com botÃµes maiores, mais flexÃ­vel e dotado de software capaz de eliminar os erros de digitaÃ§Ã£o mais comuns.</p>
<p>Com o iPhone nas lojas dÃ¡ pra ver que a Apple estava certa. O teclado virtual do iPhone nÃ£o Ã© perfeito, mas Ã© muito melhor do que o esperado e bom o suficiente para uso intenso no dia-a-dia.</p>
<p>Com certeza Ã© muito melhor que soluÃ§Ãµes similares, como o encontrado nos PDAs e Smartphones equipados com o Windows Mobile. Como usÃ¡rio de um destes (um iPaq), fui acometido de uma crise de ciÃºmes assim que tive a chance de usar um iPhone e comecei a procurar um teclado similar para o meu PDA. Com a febre dos &#8220;kits&#8221; de transformaÃ§Ã£o para deixar PocketPCs com cara de iPhones, certamente alguÃ©m deveria ter desenvolvido pelo menos uma soluÃ§Ã£o. Encontrei nÃ£o uma, mas vÃ¡rias.</p>
<blockquote><p><strong>Henrique comenta</strong>: Mas pra que diabos vocÃª quer colocar um teclado de iPhone no Windows Mobile? Pra posar de invejoso?</p></blockquote>
<p><span id="more-2151"></span><br />
Duas delas, o <a href="http://www.resco.net/pocketpc/keyboard/default.asp">Resco Keyboard Pro</a> (US$ 19,95) e o <a href="http://iwindowsmobile.com/onscreen-keyboard.html">ZoomBoard</a> (US$ 9,95), sÃ£o comerciais. Dentre elas o Resco Ã© o que mais se aproxima do visual e recursos do teclado do iPhone. Mas foi um freeware, o <a href="http://www.pocketcm.com/keyboard.php">Pocket CM Keyboard</a>, que acabou ganhando espaÃ§o no meu PDA.  AlÃ©m do visual, seus recursos e flexibilidade na configuraÃ§Ã£o o tornam imbatÃ­vel.</p>
<p>A instalaÃ§Ã£o Ã© fÃ¡cil. Baixe o arquivo .cab do <a href="http://www.pocketcm.com/keyboard2.php">site oficial</a> e instale-o em seu aparelho. Sozinho, o Pocket CM nÃ£o oferece muita vantagem em relaÃ§Ã£o ao teclado padrÃ£o do Windows Mobile. Para deixÃ¡-lo parecido com a soluÃ§Ã£o da Apple vocÃª precisa de trÃªs arquivos extras: uma skin, um arquivo de layout (com sÃ­mbolos e acentuaÃ§Ã£o em portuguÃªs) e um dicionÃ¡rio de auto-correÃ§Ã£o. Como estes arquivos estÃ£o espalhados em sites e fÃ³runs na internet, resolvi facilitar as coisas: basta baixar este <a href="http://zumo.uol.com.br/files/pocketcm_iphone.zip" title="Pacote de personalizaÃ§Ã£o do PocketCM Keyboard">pacote .zip</a> com tudo o necessÃ¡rio.</p>
<p>Descompacte o arquivo em seu PDA, abra o <em>File Manager</em> (Gerenciador de Arquivos) e copie os arquivos <code>2many.skin</code>, <code>Portuguese_PT_1.0.layout</code> e <code>portuguese.dict</code> para o diretÃ³rio onde foi instalado o PocketCM.</p>
<p>Em meu iPaq (com sistema em inglÃªs), ele estÃ¡ em <code>My Device/Program Files/PCMKeyboard</code>. Basta jogar tudo lÃ¡ dentro. Agora, vÃ¡ ao menu do Windows na <em>Today Screen</em>, clique em <em>Settings</em> (ConfiguraÃ§Ãµes) e em <em>Input</em> (entrada) na aba <em>Personal</em> (Pessoal). Em <em>Input Method</em> (MÃ©todo de Entrada) selecione <em>PCM Keyboard</em> e clique em <em>Options</em> (OpÃ§Ãµes) para configurar.</p>
<p align="center"><a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/02/filemanager.jpg" title="Instalando os arquivos do PocketCM Keyboard" rel="lightbox[2151]"><img src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/02/filemanager.thumbnail.jpg" alt="Instalando os arquivos do PocketCM Keyboard" border="0" hspace="5" vspace="5" /></a> <a href="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/02/settings.jpg" title="Tela de configuraÃ§Ã£o do PocketCM Keyboard" rel="lightbox[2151]"><img src="http://zumo.uol.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2008/02/settings.thumbnail.jpg" alt="Tela de configuraÃ§Ã£o do PocketCM Keyboard" border="0" hspace="5" vspace="5" /></a></p>
<p>Na tela de opÃ§Ãµes, marque os itens <em>Enable suggestion</em> e <em>Enable auto-correction</em> . Em <em>Dictionary</em> escolha <em>Portuguese</em>. Em <em>Keyboard Layout</em> selecione <em>Portuguese_PT_1.0</em> e em <em>Keyboard skin</em> escolha <em>2many</em>. Marque a opÃ§Ã£o <em>Show feedback on letters</em> e clique em OK. Seu teclado do iPhone jÃ¡ estÃ¡ instalado.</p>
<p>Para usar, basta selecionÃ¡-lo como mÃ©todo de entrada em qualquer aplicativo. Assim como no iPhone, a tendÃªncia natural Ã© ter um certo receio ao digitar e ir devagar no comeÃ§o, mas logo vocÃª pega o jeito. Depois de digitar algumas letras o programa mostra um pop-up em verde com uma sugestÃ£o de palavra, tecle espaÃ§o para aceitÃ¡-la ou continue digitando. Segurar uma tecla por alguns segundos resulta em um popup com a letra, e em alguns casos com sÃ­mbolos alternativos. A tecla &#8220;.<em>123?</em>&#8221; troca as letras por sÃ­mbolos e um teclado numÃ©rico. Infelizmente alguns sÃ­mbolos comuns e quase todos os caracteres acentuados estÃ£o ocultos em um terceiro layout, o que Ã© pouco prÃ¡tico: tecle &#8220;<em>.123?</em>&#8221; e &#8220;<em>shift lock</em>&#8221; (a seta para cima) para vÃª-los.</p>
<p>Assim como o teclado do iPhone, o PocketCM Keyboard nÃ£o Ã© perfeito. Mas, novamente, Ã© muito melhor que a soluÃ§Ã£o padrÃ£o oferecida pela Microsoft e bit-a-bit tÃ£o competente quanto as soluÃ§Ãµes pagas. Se vocÃª tem um PDA ou SmartPhone com o Windows Mobile e gosta de escrever, Ã© item quase obrigatÃ³rio.</p>
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