Honda demonstra interface neural com robo Asimo

Controlar um robô com a força do pensamento: foi isso que mostrou a Honda Research Institute Japan no final do mês passado com sua nova interface BMI (Brain Man Interface) que utiliza técnicas de eletroencefalografia (EEG) e espectrocopia reflexiva com infravermelho próximo (NIRS, na sigla em inglês) para coletar sinais do célebro e comandar uma máquina – nesse caso, o bom e velho Asimo – sem apertar nem um botão.
A tecnologia permitirá o desenvolvimento de interfaces mais amigáveis para o ser humano na interação com sistemas inteligentes e robóticos.
A grande sacada do BMI é a combinação do uso da EEG para identificar os sinais elétricos e do NIRS para fluxo sanguíneo, o que permite distinguir sinais de pensamento mesmo que a pessoa não mova a cabeça. Antes dessa pesquisa, esses sinais só podiam ser identificados coma ajuda de scanners de imagem de ressonância magnética. A ideia é que o BMI viabilize a criação de equipamentos bem menores, que possam ser usados em locais onde um equipamento de ressonância nunca chegaria.

Funciona assim: depois que os sensores EEG e NIRS são colocados na cabeça do usuário, o sistema pede que ele “pense em movimentar” uma entre quatro partes do corpo (mão esquerda, mão direita, língua ou pés) — obviamente sem fazê-lo. As informações captadas pelos sensores são analisadas em tempo real e o comando é enviado para o Asimo, que responde levantando o braço ou a perma. Segundo a empresa, o grau de precisão nos comandos mentais chega a 90%.
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Eles só podem ter se inspirado no Dr. Emmet Brown: http://www.imdb.com/media/rm963156224/ch0001831
Quero um teste em primeira mão do BMI com o Nagano
Vocês vão ter que me matar antes de colocar esse katamari na minha cabeça.
M.