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	<title>Comments on: Notas da Zumo-caverna: uma olhada no Core i7</title>
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	<description>Tecnologia. Opinião. Inteligência</description>
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		<title>By: M.</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/03/19/notas-da-zumo-caverna-uma-olhada-no-core-i7/comment-page-1/#comment-26368</link>
		<dc:creator>M.</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 13:35:19 +0000</pubDate>
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		<description>Parece que este veio mesmo pra ficar</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que este veio mesmo pra ficar</p>
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		<title>By: anderson</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/03/19/notas-da-zumo-caverna-uma-olhada-no-core-i7/comment-page-1/#comment-26073</link>
		<dc:creator>anderson</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 17:20:14 +0000</pubDate>
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		<description>Palpiteiros e entendidos existem em qualquer lugar, e a internet popularizou e massificou a existência e a proliferação deles.

Tenho como regra o seguinte, se eu não gosto do produto, seja um objeto, serviço ou informação, eu simplesmente não consumo mais.

Quanto a contratar um engenheiro inteligente, isso é muito relativo. Já vi vários que se maravilhavam com as características do produto, que exacerbavam toda a beleza tecnica e científica, mas na hora da prática, mostrar para que o produto veio e existe e vale o que o fabricante cobra, conseguiam ofuscar toda essa beleza.

Infelizmente, esperteza é algo disseminado culturalmente no Brasil, presente em todas as áreas, e não apenas um fato isolado da área de informática ou como se convenciou a dizer nos últimos anos, a área de TI.

Creio também que toda crítica é bem vinda, por mais destrutiva que ela seja. Mas não podemos esquecer de quem fala ou escreve o que deseja, corre o risco de ter uma resposta que não quer.

Vários detalhes técnicos, não apenas de informática, mas de todas as áreas, são de pouco valor prático. O seu valor é vital para a concepção e desenvolvimento.

Assim, dissertar sobre detalhes técnicos para as massas, conforme a linha utilizada, por mais precisa e justa que seja, acaba prestando um deserviço para quem lê e uma tremenda frustração para quem faz. E respeitando as devidas proporções, isso ode ocorrer com públicos mais seletos. 

Citarei um exemplo, quando trabalhei num fabricante de cooleres, adora escrever relatórios e criar tabelas e gráficos sobre o comportamento dos coolers frente ao ambiente de operação proposto pelo cliente. A frustação veio quando todos eles pegavam o relatório e simplesmente iam diretamente para a seção de fotos, e depois as tabelas de performance, nem sequer liam o relatório, onde eu relatava todas as questões acerca do uso. 

Fui obrigado a mudar completamente o formato do relatório por conta de que alguns clientes tiveram problemas porque não leram o relatório, foram diretamente para uma tabela que tinha o produto favorito do engenheiro de produção que nem se deu ao trabalho de ler a legenda, que mostrava o uso em desktops regulares, e não no sistema que ele precisava. Em suma, pegou o pior produto para a condição que ele necessitava.

A partir daí, os relatórios se resumiam a fotos e uma única tabela com os valores de temperatura máxima e mínima e a ambiente, sem qualquer tipo de consideração. 

Ou seja, procuramos oferecer algo que as pessoas precisam, mas nem sempre acertamos a forma com que elas precisam. Eu procuro ao invés de chutar o balde, fazer um comentário o mais respeitoso possível. Um resultado ruim não é necessariamente culpa apenas de quem está fazendo o produto, mas de outros elementos envolvidos. 

No caso do jornalismo, o profissional pode até desejar testar o melhor, mas ele simplesmente pode não estar disponível ou estar reservado em regime de exclusividade, e então procuramos oferecer o melhor que está em nossas mãos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Palpiteiros e entendidos existem em qualquer lugar, e a internet popularizou e massificou a existência e a proliferação deles.</p>
<p>Tenho como regra o seguinte, se eu não gosto do produto, seja um objeto, serviço ou informação, eu simplesmente não consumo mais.</p>
<p>Quanto a contratar um engenheiro inteligente, isso é muito relativo. Já vi vários que se maravilhavam com as características do produto, que exacerbavam toda a beleza tecnica e científica, mas na hora da prática, mostrar para que o produto veio e existe e vale o que o fabricante cobra, conseguiam ofuscar toda essa beleza.</p>
<p>Infelizmente, esperteza é algo disseminado culturalmente no Brasil, presente em todas as áreas, e não apenas um fato isolado da área de informática ou como se convenciou a dizer nos últimos anos, a área de TI.</p>
<p>Creio também que toda crítica é bem vinda, por mais destrutiva que ela seja. Mas não podemos esquecer de quem fala ou escreve o que deseja, corre o risco de ter uma resposta que não quer.</p>
<p>Vários detalhes técnicos, não apenas de informática, mas de todas as áreas, são de pouco valor prático. O seu valor é vital para a concepção e desenvolvimento.</p>
<p>Assim, dissertar sobre detalhes técnicos para as massas, conforme a linha utilizada, por mais precisa e justa que seja, acaba prestando um deserviço para quem lê e uma tremenda frustração para quem faz. E respeitando as devidas proporções, isso ode ocorrer com públicos mais seletos. </p>
<p>Citarei um exemplo, quando trabalhei num fabricante de cooleres, adora escrever relatórios e criar tabelas e gráficos sobre o comportamento dos coolers frente ao ambiente de operação proposto pelo cliente. A frustação veio quando todos eles pegavam o relatório e simplesmente iam diretamente para a seção de fotos, e depois as tabelas de performance, nem sequer liam o relatório, onde eu relatava todas as questões acerca do uso. </p>
<p>Fui obrigado a mudar completamente o formato do relatório por conta de que alguns clientes tiveram problemas porque não leram o relatório, foram diretamente para uma tabela que tinha o produto favorito do engenheiro de produção que nem se deu ao trabalho de ler a legenda, que mostrava o uso em desktops regulares, e não no sistema que ele precisava. Em suma, pegou o pior produto para a condição que ele necessitava.</p>
<p>A partir daí, os relatórios se resumiam a fotos e uma única tabela com os valores de temperatura máxima e mínima e a ambiente, sem qualquer tipo de consideração. </p>
<p>Ou seja, procuramos oferecer algo que as pessoas precisam, mas nem sempre acertamos a forma com que elas precisam. Eu procuro ao invés de chutar o balde, fazer um comentário o mais respeitoso possível. Um resultado ruim não é necessariamente culpa apenas de quem está fazendo o produto, mas de outros elementos envolvidos. </p>
<p>No caso do jornalismo, o profissional pode até desejar testar o melhor, mas ele simplesmente pode não estar disponível ou estar reservado em regime de exclusividade, e então procuramos oferecer o melhor que está em nossas mãos.</p>
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		<title>By: Mário Nagano</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/03/19/notas-da-zumo-caverna-uma-olhada-no-core-i7/comment-page-1/#comment-26056</link>
		<dc:creator>Mário Nagano</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 12:16:31 +0000</pubDate>
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		<description>Calma Defacer (esse é seu verdadeiro nome?) 

Vamos por partes:

Esse post não é um review muito menos uma análise técnica. É apenas uma nota rápida sobre algo bacana que vimos na bancada durante a realização dos testes.

Se vc quiser informações mais detalhadas sobre o Nehalem, faça uma busca aqui no Zumo ou clique no link do Core i7 940 que já tinha colocado no texto:

http://processorfinder.intel.com/details.aspx?sSpec=SLBCK

[ ]s

M.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Calma Defacer (esse é seu verdadeiro nome?) </p>
<p>Vamos por partes:</p>
<p>Esse post não é um review muito menos uma análise técnica. É apenas uma nota rápida sobre algo bacana que vimos na bancada durante a realização dos testes.</p>
<p>Se vc quiser informações mais detalhadas sobre o Nehalem, faça uma busca aqui no Zumo ou clique no link do Core i7 940 que já tinha colocado no texto:</p>
<p><a href="http://processorfinder.intel.com/details.aspx?sSpec=SLBCK" rel="nofollow">http://processorfinder.intel.com/details.aspx?sSpec=SLBCK</a></p>
<p>[ ]s</p>
<p>M.</p>
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	<item>
		<title>By: Defacer</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/03/19/notas-da-zumo-caverna-uma-olhada-no-core-i7/comment-page-1/#comment-26054</link>
		<dc:creator>Defacer</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 12:01:20 +0000</pubDate>
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		<description>Po falta falar das caracteristicas tecnicas do processador....
Não falou quanto tem de cache se roda bem, quais as novas vantagens...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Po falta falar das caracteristicas tecnicas do processador&#8230;.<br />
Não falou quanto tem de cache se roda bem, quais as novas vantagens&#8230;</p>
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	<item>
		<title>By: Mário Nagano</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/03/19/notas-da-zumo-caverna-uma-olhada-no-core-i7/comment-page-1/#comment-26042</link>
		<dc:creator>Mário Nagano</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 10:15:37 +0000</pubDate>
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		<description>Interessante sua observação sobre veículos Ronaldo.

O que aprendi com essas reportagens é que, realmente, todo mundo adora falar das maravilhas dos modelos topo de linha e de seus potentes motores 2.0 ou mais. Nada contra, já que sonhar ainda é bom e de graça e é interesse do fabricante mostrar o melhor que o seu produto pode oferecer.

Mas as vezes, fico pensando qual a validade desse tipo de matéria já que boa parte dos consumidores sai da concessionária numa versão mais simples, com um aviso de &quot;use o cinto&quot; para tapar o buraco do conta-giro, rodas de aço e motor 1.0/1.4? E isso num país onde airbag e câmbio automático ainda são considerados opcionais de luxo enquanto até Homer Simpson já têm isso no carro dele.

Mas se você se sente triste, frustrado ou só está rodando a baiana por que a gente não teve acesso ao Core i7 de 3,2 GHz, fique feliz cara: o &quot;fusca&quot; i7 que a Asus mandou pra gente veio com o motorzinho preparado, rodando a 3,65 GHz! Coisas que só esses chips marcados como &quot;Intel Confidential&quot; são capazes de fazer.

Mas vamos lá, repete comigo:

Happy happy, joy joy!
Happy happy, joy joy!
Happy happy, joy joy!
Happy happy, joy! joy! joy!

Te vejo no review da P6T.

[ ]s

M.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Interessante sua observação sobre veículos Ronaldo.</p>
<p>O que aprendi com essas reportagens é que, realmente, todo mundo adora falar das maravilhas dos modelos topo de linha e de seus potentes motores 2.0 ou mais. Nada contra, já que sonhar ainda é bom e de graça e é interesse do fabricante mostrar o melhor que o seu produto pode oferecer.</p>
<p>Mas as vezes, fico pensando qual a validade desse tipo de matéria já que boa parte dos consumidores sai da concessionária numa versão mais simples, com um aviso de &#8220;use o cinto&#8221; para tapar o buraco do conta-giro, rodas de aço e motor 1.0/1.4? E isso num país onde airbag e câmbio automático ainda são considerados opcionais de luxo enquanto até Homer Simpson já têm isso no carro dele.</p>
<p>Mas se você se sente triste, frustrado ou só está rodando a baiana por que a gente não teve acesso ao Core i7 de 3,2 GHz, fique feliz cara: o &#8220;fusca&#8221; i7 que a Asus mandou pra gente veio com o motorzinho preparado, rodando a 3,65 GHz! Coisas que só esses chips marcados como &#8220;Intel Confidential&#8221; são capazes de fazer.</p>
<p>Mas vamos lá, repete comigo:</p>
<p>Happy happy, joy joy!<br />
Happy happy, joy joy!<br />
Happy happy, joy joy!<br />
Happy happy, joy! joy! joy!</p>
<p>Te vejo no review da P6T.</p>
<p>[ ]s</p>
<p>M.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Henrique Martin</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/03/19/notas-da-zumo-caverna-uma-olhada-no-core-i7/comment-page-1/#comment-26040</link>
		<dc:creator>Henrique Martin</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 09:36:49 +0000</pubDate>
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		<description>que dor de cotovelho, hein, Ronaldo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>que dor de cotovelho, hein, Ronaldo?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Ronaldo Costa</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/03/19/notas-da-zumo-caverna-uma-olhada-no-core-i7/comment-page-1/#comment-26030</link>
		<dc:creator>Ronaldo Costa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 05:01:39 +0000</pubDate>
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		<description>Seja por interesse em conhecer ou por qualificação profissional, as pessoas que se interessam por blogs de tecnologia normalmente conhecem um pouco ou muito mais que leigos e assim esperam que as materias de tais blogs ampliem seus conhecimntos. O presente artigo conseguiu a facanha de diminuir meu conhecimento a respeito do novo e divulgado como &quot;revolucionário&quot; processador i7 da Intel pois as fotografias e o texto não acrescentam nada ao que toda a imprensa especializada, o site da Intel e os palpiteiros de plantão estão comentando a respeito do mesmo desde os primeiros dias de seu lançamento. Vocês poderiam ao menos aprender algo com as publicações automobilísticas que quando analisam um carro usam o modelo mais sofisticado e equipado para informar o que de melhor o produto pode oferecer, ora, se a coqueluche do momento é o core i7 965 extreme edition rodando a 3.2 GHz cada núcleo com duplicação virtual graças ao ressucitamento do processo HT desenvolvido nos velhos Pentiuns de alta velocidade, porque centrar a matéria em um &quot;fusca&quot; i7 940 ? faltou grana para importar um processador de verdade ou para contratar um engenheiro &quot;INTELigente&quot; capaz de comentar com brilhantismo as peculiaridades do processador ?
Senhores, a ciência e tecnologia, com todas as suas limitações são o último reduto dos que tentam buscar a verdade sem mistificação, pois qualquer cidadão minimamente informado já percebeu que o principal valor social da atualidade é a &quot;esperteza&quot;, com tudo de demeritório que o termo carrega, assim, façam um grande favor para este leitor cansado de ser enganado. Elevem o nível das matérias de cunho tecnológico e deixem a &quot;enganação&quot; para os temas políticos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Seja por interesse em conhecer ou por qualificação profissional, as pessoas que se interessam por blogs de tecnologia normalmente conhecem um pouco ou muito mais que leigos e assim esperam que as materias de tais blogs ampliem seus conhecimntos. O presente artigo conseguiu a facanha de diminuir meu conhecimento a respeito do novo e divulgado como &#8220;revolucionário&#8221; processador i7 da Intel pois as fotografias e o texto não acrescentam nada ao que toda a imprensa especializada, o site da Intel e os palpiteiros de plantão estão comentando a respeito do mesmo desde os primeiros dias de seu lançamento. Vocês poderiam ao menos aprender algo com as publicações automobilísticas que quando analisam um carro usam o modelo mais sofisticado e equipado para informar o que de melhor o produto pode oferecer, ora, se a coqueluche do momento é o core i7 965 extreme edition rodando a 3.2 GHz cada núcleo com duplicação virtual graças ao ressucitamento do processo HT desenvolvido nos velhos Pentiuns de alta velocidade, porque centrar a matéria em um &#8220;fusca&#8221; i7 940 ? faltou grana para importar um processador de verdade ou para contratar um engenheiro &#8220;INTELigente&#8221; capaz de comentar com brilhantismo as peculiaridades do processador ?<br />
Senhores, a ciência e tecnologia, com todas as suas limitações são o último reduto dos que tentam buscar a verdade sem mistificação, pois qualquer cidadão minimamente informado já percebeu que o principal valor social da atualidade é a &#8220;esperteza&#8221;, com tudo de demeritório que o termo carrega, assim, façam um grande favor para este leitor cansado de ser enganado. Elevem o nível das matérias de cunho tecnológico e deixem a &#8220;enganação&#8221; para os temas políticos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Maudy</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/03/19/notas-da-zumo-caverna-uma-olhada-no-core-i7/comment-page-1/#comment-26015</link>
		<dc:creator>Maudy</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 02:03:18 +0000</pubDate>
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		<description>Na verdade, este cooler é do Core i7 Extreme 965, acredito que o do 940 seja mais simples...mas enfim, melhorou de qualquer maneira, pois os coolers dos extremes do 775 eram de alumínio as aletas e só o núcleo oco de cobre...o led, desde os coolers do extreme, p.ex., do Q9650 já tinha...bom review Nagano...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na verdade, este cooler é do Core i7 Extreme 965, acredito que o do 940 seja mais simples&#8230;mas enfim, melhorou de qualquer maneira, pois os coolers dos extremes do 775 eram de alumínio as aletas e só o núcleo oco de cobre&#8230;o led, desde os coolers do extreme, p.ex., do Q9650 já tinha&#8230;bom review Nagano&#8230;</p>
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	<item>
		<title>By: anderson</title>
		<link>http://zumo.uol.com.br/2009/03/19/notas-da-zumo-caverna-uma-olhada-no-core-i7/comment-page-1/#comment-25974</link>
		<dc:creator>anderson</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 20:44:44 +0000</pubDate>
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		<description>O &quot;P&quot; e &quot;Q&quot;, eu diria que são referentes a Performance Mode e Quiet Mode. 

Um outro fato que chama atenção, considerando o fato que o cooler realmente seja o boxed da intel, é o adorno visual proporcionado pela inclusão dos LEDs. O que deixa também evidente o direcionamento da Intel para o produto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O &#8220;P&#8221; e &#8220;Q&#8221;, eu diria que são referentes a Performance Mode e Quiet Mode. </p>
<p>Um outro fato que chama atenção, considerando o fato que o cooler realmente seja o boxed da intel, é o adorno visual proporcionado pela inclusão dos LEDs. O que deixa também evidente o direcionamento da Intel para o produto.</p>
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