04/11/2009 – 17:48 | 18 comentários

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NVidia: nossa linguagem é visual

Publicado por Mário Nagano em 26/08/2008 – 10:19Ninguém falou nada

NVISION 08 – “Sejam bem vindos à primeira conferência dedicada à nossa indústria!” Com essas palavras, o CEO e co-fundador da NVidia, Jen-Hsun Huang, iniciou o seu keynote no primeiro dia do NVISION 2008, primeira conferência exclusivamente dedicada ao mundo da computação visual.

A grande mensagem de seu discurso foi de mostrar como os gráficos de computador já fazem parte da vida das pessoas, às vezes de modos que elas nem imaginam ou nem percebem devido à sua fácil assimilação comprovando assim o velho ditado de que uma imagem vale mais que mil palavras.

Para Huang, seu ecossistema visual possui vários níveis que se concentram ao redor dos desenvolvedores de hardware, plataformas e de software básico que fornecem as quatro tecnologias básicas – gráficos, displays, processamento de imagem e computação paralela – para os diversos usuários desse mercado, desde a computação científica até a indústria automobilística. A mensagem de união do CEO da NVidia foi tão grande que a empresa optou por não fazer anúncio de produtos nesse evento, somente falar, demonstrar e curtir gráficos.

Como era de se esperar, sua apresentação foi recheada de exemplos impressionantes de computação visual nas áreas de esportes, cinema, animação (realmente) em 3D para filmes e jogos, siumlação de objetos, redes sociais, fotografia digital etc.

Entretanto, a demonstração mais impressionante foi mostrada por Jeff Han, pesquisador da universidade de Nova Iorque que desenvolve uma nova tela de computador sensível ao toque e gestos que aceita a multipla entrada de dados (vários dedos) ou mesmo de duas pessoas ao mesmo tempo, no melhor estilo Minority Report e sem a necessidade de luvas iluminadas.

E tudo isso é possível graças à tremenda capacidade de processamento das atuais plataformas gráficas, onde uma GPU é capaz de processar até 1 teraflop, ou seja, 1000 vezes a capacidade de um supercomputador Cray X-MP que custava a bagatela de US$ 15 milhões em 1982 (com os discos) e que hoje vem praticamente de graça para qualquer um que compre uma GForce topo de linha.



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