Hands on: Nissin Lamen Galinha, especial de 50 anos

Como já foi notícia neste Zumo, encontrei no varejo a edição especial do Nissin Lá¡men Sabor Galinha (preço sugerido: R$ 0,79), edição que comemora os 50 anos do lançamento do macarrão instantâneo que conquistou o mundo antes dos seriados de monstros japoneses e dos jogos da Nintendo.
Fora o tom nostálgico da embalagem e de relançar o sabor original do primeiro Miojo Lámen criado por Momofuku Ando em 1958, o novo macarrão traz algumas novidades como, por exemplo, ficar pronto em apenas um minuto e meio, a metade do tempo da versão normal de pacote (três minutos).
O segredo parece estar na sua massa (bem mais fina que a versão de pacote) e no processo de cozimento. De fato, notamos que a embalagem descreve dois procedimentos: o chamado “menor tempo” e a “opção prá¡tica”.
A opção de “menor tempo” é a mesma do lámen de pacote: cozinhar a massa em 2,5 copos de água fervente, desligar o fogo e adicionar o tempero. Fizemos um teste aqui na cozinha experimental de Zumo e constatamos que o preparo é realmente mais rápido. Mal dá tempo de reclamar que está demorando para ficar pronto!
A chamada “opção prática” lembra a do Cup Noodles: ferver 2,5 copos de água, desligar o fogo, colocar a massa na panela, esperar três minutos para soltar os fios e adicionar o tempero.
Com relação ao sabor, a textura do macarrão lembra realmente o Cup Noodles e, como no rámem tradicional, ele deve ser consumido na forma de sopa e não como macarronada (como é comum no Brasil). O sabor de galinha difere das versões atuais e lembra vagamente o lámem que conheci na minha infãncia, lá pela dácada de 70. Notei que a medida de água parede ser um fator crítico na receita, já que, como de costume, usei três copos no seu preparo e a sopa ficou realmente meio “aguada”.
Isso mostra que essa edição especial pode ser uma versão de pacote do Cup Noodles e que a empresa pode estar aproveitando essa oportunidade para experimentar uma nova receita — que unifica o processo de fabricação do macarrão — e sua aceitação pelo consumidor em várias geografias como Brasil, EUA, Hungria, China, Hong Kong, Indonésia e Índia.
Uma idéia simples e prática, como foi a do fundador da empresa.
Trivia:
Quem estiver curioso sobre o que está escrito em japonês na embalagem, lê-se “Shi-ki-n raa-me-n” = “Chicken Lamen”. :^)



Cozinha experimental do Zumo??? Pensei que você cuidasse do Laboratório do Dexter…
Haha… Quando é que vocês vão testar o Chocolate Mug Cake?
Sobre ele, aqui http://www.dizzy-dee.com/recipe/chocolate-cake-in-5-minutes
A cozinha experimental de Zumo sempre funciona quando minha mãe não está em casa. Ela é “experimental” pq vc nunca sabe o que vai sair da panela (principalmente quando a comida queima).
E qual é a origem da palavra Lamen? Não é curioso que ela esteja escrita em katakana?
Eu achei essa “versão” do Miojo no mercadinho japonês perto de casa (Meiwa, esquina da B. Cepelos com a Rua Topázio, na Aclimação) lá por meados de Junho. Comprei uns 4 pacotes, gostei mas quando voltei não achei mais.
Será que já saiu de linha? Como “miojeiro” contumaz (embora eu me vire decentemente no fogão) eu votaria na introdução do novo “modelo” como parte da linha fixa de sabores
Ah, e Lámem é Nissin/Miojo. Qualquer outra marca não presta. E fujam dos “Renata” como o diabo foge da cruz, ô coisa horrÃvel!
Até onde eu saiba, o lámen veio da China. Entre as massas originais do Japão são o Soba, Udon e variantes.
Rigues, espero que sua aversão a “Renatas” se limite aos miojos.
Hahahahaha!
Oi Rê. Sim, só aos miojos. Nada contra as Renatas de verdade.
Robinson, eh chinês, popularizado no Japão ;]
[...] desses vi uma nota do Zumo sobre o Nissin Lamen especial de 50 anos. Não haveria problema algum, na realidade, seria apenas mais um texto sobre algo meio estranho, [...]