02 Jul
Escrito por Mário Nagano em 3G, Celulares, Design, Fun Stuff, Gadgets, Telefonia
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Existem certos produtos que não adianta ficar ouvindo falar sobre seus recursos. É preciso um contato mais pessoal para entendê-los. Esse foi o caso do Rokr E8, que pude ver ao vivo e em cores na coletiva de ontem (01/07) da Motorola, que incorpora um conceito que a empresa chama de “Morphing”, um termo imortalizado pelos Power Rangers no Brasil que cunhou, a partir dela, o hilário verbo “morfar” (eu morfo, tu morfas, ele morfa, nós morfamos…). quando o correto deveria ser (acredito eu) “metamorfosear” ou até mesmo “mutar”.
A idéia por trás do Morphing é de criar um teclado sensÃvel ao contexto, que apresente dinamicamente apenas os comandos necessários para a aplicação que está sendo utilizada, resultando assim num layout mais simples, limpo e intuitivo. Isso foi possÃvel graças ao uso da tecnologia ModeShift, que combina elementos como uma superfÃcie sensÃvel ao toque e botões retroiluminados. O resultado pode ser visto na imagem acima — a partir da esquerda, o E8 desligado ou dormente, no modo telefone, no modo player de música e modo câmera.
Entretanto, o mais interessante nesse teclado é um curioso sistema que produz um feedback táctil das teclas “virtuais”, apesar da superfÃcie ser totalmente rÃgida. Segundo representantes da Motorola, essa tecnologia funciona a partir de um princÃpio piezo-elétrico que não é um teclado de bolhas, não gera choques, muito menos uma vibração. A sensação no meu caso foi a mesma de usar um mouse da Apple, cuja superfÃcie inteira do periférico afunda para gerar o clique. Essa resposta fÃsica é muito importante para o usuário, pois ela passa a certeza de que o comando foi acionado, gerando assim maior envolvimento e confiança no uso do celular.
Outro recurso que merece destaque é seu semicÃrculo luminoso que fica ao redor dos botões de navegação. Ele também é sensÃvel ao toque e seu alcance funciona mais ou menos como a barra de rolagem vertical do Windows - o começo e fim do seu curso estará sempre sincronizado com o inÃcio e o fim da lista (mesmo no caso de centenas de opções). Assim não é necessário ficar rodopiando o polegar para alcançar algum item mais no fim da lista.
O ModeShift também está presente em outros produtos da casa — como o ZN5 — porém não tão “mutante” quanto o E8.
Outro produto que me chamou a atenção foi o novo MOTORAZR V9 Ferrari Special Edition, produto oficial licenciado pela casa de Maranello que combina o excelente padrão de construção da linha V8/V9 com as cores da equipe e já vem carregado com vários temas, toques, vÃdeos e até um joguinho de corrida com o carrinho vermelho e que deve chegar à s lojas em agosto.
Curiosamente, esse celular veio antes até do V9 padrão e faz parte de uma estratégia da Motorola de criar edições limitadas com resultados bem interessantes em especial na linha MOTORAZR V8, cuja construção utiliza aço inox, vidro endurecido e pintura metálica de alta resistência permitiu criar modelos com um visual realmente diferenciado como Azul metálico, prata cromado e até preto com dourado — um luxo!!!.
Finalmente, fiquei impressionado com o desenho do Motozine Z10, que à primeira vista, parece ser mais um modelo flip inspirado no RAZR, mas que é na verdade um slider. Mais interessante ainda foi ver que, ao abrir o Z10, sua base também “dobra” aproximando ainda mais o microfone na boca do usuário.
Como eu disse, tem coisas que a gente só presta atenção quando põe a mão no bicho…
Um comentário
daniel
3 July, 2008 às 8:01 am
1amo os mutantes eu tambem sou
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