lastfm.JPGLast.fm: mudanças à vista, e para o bem.

O site, até então focado em rastrear os perfis musicais dos usuários e tocar músicas baseado neles, vai se tornar uma plataforma de streaming de música on-demand, graças a um novo acordo divulgado hoje entre a emissora de rádio/comunidade/indicadora de tendências online e gravadoras (incluindo as quatro grandes: Universal, Sony/BMG, Warner e EMI, mais 150 mil selos e artistas independentes).

A nova plataforma, ainda em fase de testes, terá álbuns e faixas completos disponíveis para ouvir no site.

O Last.fm já tem 20 milhões de visitantes únicos por mês, vindos em 240 países, incluindo o Brasil. O acordo incialmente está restrito a Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha, com expansão em breve para outros países. E artistas sem gravadora poderão receber royalties diretamente da Last.fm toda vez que sua música tocar na programação. O modelo de negócios se baseia em gerar receita por meio de publicidade online.

O novo serviço, por enquanto, terá algumas limitações. Quem escutar música na Last.fm poderá ouvir a mesma faixa até três vezes antes de ser lembrado do novo serviço de assinaturas. Quando entrar no ar oficialmente, novos recursos darão direito à reprodução ilimitada de faixas e outros serviços - como trazer as músicas completas para o cliente de desktop, por exemplo.

Vale lembrar que o dono da Last.fm é a CBS, que deve criar inúmeras oportunidades de divulgar o serviço em suas redes de rádio e TV nos EUA.